Empreendedor Digital é iniciativa do Pay Pal para acelerar e-commerce no Brasil

Acaba de entrar no ar, no Brasil, o portal Empreendedor Digital, iniciativa do Pay Pal para auxiliar pequenos empresários a ingressarem no comércio eletrônico e adotarem as melhores práticas já aplicadas por grandes varejistas online.

O objetivo do PayPal é atuar como parceiro dos pequenos empreendedores que desejam abrir uma loja virtual e para isso buscam obter conhecimento sobre a área, já que a literatura a respeito é escassa.”Isso nos motivou a reunir esse conteúdo, bem como dividir as experiências bem sucedidas dos que utilizam a ferramenta PayPal nas suas lojas”, explica Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil. Continue lendo »

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Sua empresa investe em SEO ou em propaganda enganosa?

A rigor, quem infringe as regras do Google praticando truques para colocar o seu site entre os primeiros lugares nas pesquisas relacionadas às palavras-chave de seu interesse (o famigerado black hat) não está cometendo um crime previsto no código penal. Mas eticamente sua atitude é bastante discutível.

Afinal, o Google estabeleceu critérios para definir se um site é importante ou não baseado na relevância de seu conteúdo para quem o consulta. Não para ela mesma, mas para os potenciais clientes e consumidores das empresas. Então enganar o Google é, de certa forma, enganar seus próprios clientes e consumidores.

Um exemplo claro disso são os diversos sites que aparecem em primeiro lugar nas pesquisas mas que, em termos de conteúdo e relevância, são vazios. Como cliente e consumidor já me deparei com vários destes sites ao longo de minhas pesquisas na internet e em todos os casos a sensação que me causam é de frustração (e imagino que não seja somente eu). Por isso considero que empresas praticam black hat não deixam de fazer propaganda enganosa para o seu público.

Conteúdo de qualidade é imprescindível para o SEO. Além da ajudar a posicionar o site nas pesquisas, ele é a essência do que as pessoas procuram. Textos, imagens, vídeos,  apresentações e avaliações deveria ser a prioridade de um trabalho de otimização e  não um complemento, como acontece na maioria dos casos.

Não é à toa que nos EUA o chamado marketing de conteúdo (content marketing) é algo de grande atenção por parte das empresas. Semana passada escrevi um artigo sobre o tema (5 Regras para gerar resultados com marketing de conteúdo) que vale como minha contribuição para o tema.

Lista de livros sobre marketing nas redes sociais

A estudante Elen Deise, da Unies de São Paulo, entrou em contato pedindo referências de livros relacionados ao marketing nas redes sociais para o TCC que estão realizando. Como a resposta pode ajudar a outras pessoas que buscam mais informações sobre o assunto, resolvi transformá-la em um post. Seguem abaixo as referências:

Os 8Ps do Marketing Digital
Conrado Adolpho
Novatec
O livro é uma referência sobre como utilizar as ações nas redes sociais integradas a uma metodologia de marketing digital.

 

 

A Bíblia da Mídia Social
Lon Safko, David Brake
Ed. Blucher
Como o próprio nome diz, o livro pretende ser a principal referência no tema, reunindo todo o tipo de informação.

 

 

 

Inbound Marketing
Brian Halligan, Dharmesh Shah
Alta Books
O livro é uma referência na área, abordando não só estratégias de marketing nas redes sociais mas também sua ação conjunta com outras ferramentas, como o e-mail marketing.

 

 

As novas regras das Mídia Sociais
David Meernman Scott
Alta Books
Aborda como a comunicação e o relacionamento das empresas com consumidores e clientes muda no ambiente das redes sociais.

 

 

Viral Loop
Adam Penenberg
Campus
O livro analista o potencial das redes sociais em aumentar sua base de usuários em escala exponencial, e o potencial desse fenômeno para o marketing.

 

 

Fenômenos Sociais nos Negócios
Charlene Li, Josh Bernoff
Campus
Charlene Li é hoje a principal referência em marketing nas redes sociais, tendo trabalhando como consultora em projetos de grandes empresas nos EUA.

 

 

Estratégias em Mídias Sociais
Fabio Cipriani
Campus
Fabio Cipriani desenvolveu uma metodologia, mostrando como a participação efetiva das grandes empresas nas redes sociais pode gerar resultados em diversas áreas da organização.

 

Mídias Sociais na Prática
Ramalho
Campus
Manual prático de como desenvolver ações de marketing digital nas principais redes sociais. Ramalho é um consagrado escritor de temas de tecnologia e suas explicações são claras e didáticas.

5 Passos para vender mais pela internet

Baixe o e-book gratuito “5 Passos para vender mais pela internet”

Empreendemia é a rede social especializada em negócios e networking do Brasil. Seu funcionamento é simples. Você faz um cadastro gratuito e pode criar o perfil da empresa, com apresentação de produtos e serviços. A rede disponibiliza ferramentas de publicidade para aumentar a exposição da sua marca e aumentar o relacionamento com outras empresas. Ao mesmo tempo, incentiva aos membros da rede a também buscarem fornecedores na própria comunidade. Atualmente, o site já conta com quase 12 mil empresas cadastradas em todo o país.

Uma das iniciativas do Empreendemia é o e-Book Saia do Lugar – 5 Passos para vender mais pela internet, já disponível para download gratuito na biblioteca da Clínica Marketing Digital.

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5 regras para gerar resultados com o marketing de conteúdo

Publish or perish (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.

Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta. Continue lendo »

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Novo endereço da Magoweb em São Paulo

 

A Magoweb, responsável pela edição do blog Clínica Marketing Digital, está ampliando sua equipe de atendimento em São Paulo. Por isso estamos de endereço novo: Av. Denne, 163, sala 17 – São Paulo. Tel: 4146-2900.

 

Redes sociais e e-mail viciam mais do que álcool e cigarros

Twittar ou checar os e-mails pode ser mais viciante do que cigarros e álcool, de acordo com pesquisadores que estudaram o controle dos desejos.

E eles ainda descobriram que apesar do sono e do sexo serem necessidades maiores, as pessoas tendem a deixar isso de lado para entrar nas redes sociais ou outras mídias.

Uma equipe liderada por Wilhelm Hofmann, da Universidade de Chicago, afirma que seu experimento, que usou BlackBerrys para entender o comportamento de 205 pessoas com 18 a 85 anos, é o primeiro a monitorar as repostas “em campo”, fora do laboratório. Continue lendo »

As novas tecnologias para o e-commerce

Quando o consumidor finaliza a compra de um produto por meio de uma loja virtual, nem imagina a quantidade de processos e tecnologias pelas quais passou para realizar a transação. Tanto antes quanto depois, na hora da entrega, há uma grande quantidade de ferramentas, funcionários, atividades e técnicas com as quais o varejista pode contar para proporcionar a melhor experiência ao usuário e maior retorno financeiro.

Mas há ainda bastante espaço para aprimoramento. Ao menos segundo Norberto Torres, sócio-diretor da Uniconsult Sistemas, veremos em 2012 ainda mais evoluções tecnológicas no e-commerce. Durante o processo de pré-compra, isto é, antes de efetuar a transação pelo produto, há já uma série de “robôs” coletando informações e monitorando a navegação do consumidor.

“Tem muitas empresas fazendo coisas novas e desenvolvendo esses robôs”, conta o executivo, apesar de reconhecer as implicações na questão de privacidade para o usuário. De qualquer forma, isso possibilita a oferta personalizada de produtos e promoções. “Essa inteligência está sendo aperfeiçoada. Gerenciamento de catálogos é uma das coisas para dar sentido e acumular informações sobre os clientes e estabelecer relações entre produtos, o que há pouco tempo não se fazia”, explica o diretor da Uniconsult, afirmando hoje existirem tecnologias mais complexas em desenvolvimento na área.

De acordo com Torres, depois de efetuada a compra, há um processo de programação para e-commerce ainda “tradicional”. “Hoje, existe toda uma base para construir processos baseados especificamente nisso, tornando tudo flexível e mais fácil de entender e cobrir os gargalos”, afirma. Isso já existe, mas orientado a serviços para o varejo eletrônico, segundo ele, ainda é algo inédito no Brasil, com a Uniconsult como pioneira.

Ponto importante também é a automação, algo em fase de consolidação em 2012 no setor varejista brasileiro, segundo o executivo. Isso permite uma integração entre sistemas para realizar uma experiência de compra ágil e eficaz, mas ainda depende de um bom funcionamento da parte da entrega da mercadoria. “A logística melhorou um pouco de 2010 para cá, as empresas não deixam mais entrarem pedidos além da capacidade delas”, diz.

Para ele, a integração permite saber melhor quando há problemas. “Essa tecnologia de orientação de processos tem embutida um controle maior – se eu já tenho muitos pedidos, ela identifica a situação sem ser preciso um segundo software customizado para isso”, explica Norberto Torres.

Novas modalidades

Há também uma tendência capaz de ganhar força em 2012 no varejo eletrônico: o F2C, sigla em inglês para “Fabricante ao Consumidor”. Com as facilidades dos avanços tecnológicos atuais, fica mais fácil as próprias indústrias, como Dell e Apple, por exemplo, venderem diretamente ao usuário seus produtos.

Atrelado a isso, há o conceito de HUB de varejo, no qual um operador atua como intermediário, mas não como vendedor, com acesso a sistemas logísticos e gerenciadores de catálogos.

De qualquer forma, a grande bola da vez parece mesmo ser as plataformas móveis. “No Brasil há uma boa chance de prosperar por conta da disseminação de celulares comuns e smartphones”, afirma Torres. Quanto mais recursos e maior for a tela para a interface, maiores são as chances de atrair o consumidor. Somado a isso, com a Lei do Bem beneficiando tablets e, talvez, até mesmo os telefones inteligentes, o acesso à web por meio desses aparelhos deverá crescer ainda mais no País.

Mercado

Mas nada disso irá adiantar na loja virtual se não houver um cuidado com o chamado “damage control” para preservar a marca. “A melhor coisa que a empresa faz é aceitar os comentários negativos e responder a isso”, diz o sócio-diretor da Uniconsult. Para tanto, há recursos tecnológicos para filtrar o conteúdo de maneira a melhor estabelecer um monitoramento em redes sociais, blogs ou sites de reclamações de consumidores.

Mas Torres alerta para a necessidade de não só tomar conhecimento e entender o apelo do cliente, mas também não deixá-lo sem resposta. “Tem de usar bons recursos para ver o que está acontecendo, ter a capacidade de agir rápido e responder de forma adequada.”

Com isso, espera-se um crescimento significativo do e-commerce no Brasil. Para Norberto Torres, há uma prática de utilizar o passado para prever o futuro do mercado, algo, de fato, vantajoso para o varejo tradicional. No entanto, para o virtual, o crescimento histórico não representa, necessariamente, o futuro.

“Existem referenciais apontando o e-commerce como 1% do comércio total, com o varejo crescendo cerca de 5% ao ano no total. Se pensasse dessa forma, acreditaria em um crescimento idêntico”, explica. “Basta haver uma reestruturação do mercado e, mesmo com uma taxa baixa de crescimento do comércio tradicional, o digital pode ter projeções ainda muito grandes”, completa. “É inútil pensar assim”, determina.

Fonte:

Métricas de redes sociais conquistam empresários

Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em relação ao ano passado.

Essas métricas variam de acordo com a rede social usada e o que a empresa pretende avaliar.

Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência de marketing especializada em ações de performance, conta que a métrica mais comum do Twitter, por exemplo, é o levantamento do número de menções com o auxílio de ferramentas de monitoramento. Continue lendo »

Acesso a redes sociais já supera ferramentas de busca

Entre todos os acessos à internet no Brasil feitos em dezembro do ano passado, as redes sociais e fóruns de discussão foram responsáveis por 19,38% das visitas, segundo levantamento da Experian Hitwise. O número foi superior, inclusive, aos acessos a ferramentas de buscas, que ficaram em segundo, com 13,87% do total de conexões. A consultoria ressalta, o poder dos sites de relacionamento no Brasil, que continuam crescendo rapidamente. Continue lendo »

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