As novas tecnologias para o e-commerce

Quando o consumidor finaliza a compra de um produto por meio de uma loja virtual, nem imagina a quantidade de processos e tecnologias pelas quais passou para realizar a transação. Tanto antes quanto depois, na hora da entrega, há uma grande quantidade de ferramentas, funcionários, atividades e técnicas com as quais o varejista pode contar para proporcionar a melhor experiência ao usuário e maior retorno financeiro.

Mas há ainda bastante espaço para aprimoramento. Ao menos segundo Norberto Torres, sócio-diretor da Uniconsult Sistemas, veremos em 2012 ainda mais evoluções tecnológicas no e-commerce. Durante o processo de pré-compra, isto é, antes de efetuar a transação pelo produto, há já uma série de “robôs” coletando informações e monitorando a navegação do consumidor.

“Tem muitas empresas fazendo coisas novas e desenvolvendo esses robôs”, conta o executivo, apesar de reconhecer as implicações na questão de privacidade para o usuário. De qualquer forma, isso possibilita a oferta personalizada de produtos e promoções. “Essa inteligência está sendo aperfeiçoada. Gerenciamento de catálogos é uma das coisas para dar sentido e acumular informações sobre os clientes e estabelecer relações entre produtos, o que há pouco tempo não se fazia”, explica o diretor da Uniconsult, afirmando hoje existirem tecnologias mais complexas em desenvolvimento na área.

De acordo com Torres, depois de efetuada a compra, há um processo de programação para e-commerce ainda “tradicional”. “Hoje, existe toda uma base para construir processos baseados especificamente nisso, tornando tudo flexível e mais fácil de entender e cobrir os gargalos”, afirma. Isso já existe, mas orientado a serviços para o varejo eletrônico, segundo ele, ainda é algo inédito no Brasil, com a Uniconsult como pioneira.

Ponto importante também é a automação, algo em fase de consolidação em 2012 no setor varejista brasileiro, segundo o executivo. Isso permite uma integração entre sistemas para realizar uma experiência de compra ágil e eficaz, mas ainda depende de um bom funcionamento da parte da entrega da mercadoria. “A logística melhorou um pouco de 2010 para cá, as empresas não deixam mais entrarem pedidos além da capacidade delas”, diz.

Para ele, a integração permite saber melhor quando há problemas. “Essa tecnologia de orientação de processos tem embutida um controle maior – se eu já tenho muitos pedidos, ela identifica a situação sem ser preciso um segundo software customizado para isso”, explica Norberto Torres.

Novas modalidades

Há também uma tendência capaz de ganhar força em 2012 no varejo eletrônico: o F2C, sigla em inglês para “Fabricante ao Consumidor”. Com as facilidades dos avanços tecnológicos atuais, fica mais fácil as próprias indústrias, como Dell e Apple, por exemplo, venderem diretamente ao usuário seus produtos.

Atrelado a isso, há o conceito de HUB de varejo, no qual um operador atua como intermediário, mas não como vendedor, com acesso a sistemas logísticos e gerenciadores de catálogos.

De qualquer forma, a grande bola da vez parece mesmo ser as plataformas móveis. “No Brasil há uma boa chance de prosperar por conta da disseminação de celulares comuns e smartphones”, afirma Torres. Quanto mais recursos e maior for a tela para a interface, maiores são as chances de atrair o consumidor. Somado a isso, com a Lei do Bem beneficiando tablets e, talvez, até mesmo os telefones inteligentes, o acesso à web por meio desses aparelhos deverá crescer ainda mais no País.

Mercado

Mas nada disso irá adiantar na loja virtual se não houver um cuidado com o chamado “damage control” para preservar a marca. “A melhor coisa que a empresa faz é aceitar os comentários negativos e responder a isso”, diz o sócio-diretor da Uniconsult. Para tanto, há recursos tecnológicos para filtrar o conteúdo de maneira a melhor estabelecer um monitoramento em redes sociais, blogs ou sites de reclamações de consumidores.

Mas Torres alerta para a necessidade de não só tomar conhecimento e entender o apelo do cliente, mas também não deixá-lo sem resposta. “Tem de usar bons recursos para ver o que está acontecendo, ter a capacidade de agir rápido e responder de forma adequada.”

Com isso, espera-se um crescimento significativo do e-commerce no Brasil. Para Norberto Torres, há uma prática de utilizar o passado para prever o futuro do mercado, algo, de fato, vantajoso para o varejo tradicional. No entanto, para o virtual, o crescimento histórico não representa, necessariamente, o futuro.

“Existem referenciais apontando o e-commerce como 1% do comércio total, com o varejo crescendo cerca de 5% ao ano no total. Se pensasse dessa forma, acreditaria em um crescimento idêntico”, explica. “Basta haver uma reestruturação do mercado e, mesmo com uma taxa baixa de crescimento do comércio tradicional, o digital pode ter projeções ainda muito grandes”, completa. “É inútil pensar assim”, determina.

Fonte:

Métricas de redes sociais conquistam empresários

Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em relação ao ano passado.

Essas métricas variam de acordo com a rede social usada e o que a empresa pretende avaliar.

Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência de marketing especializada em ações de performance, conta que a métrica mais comum do Twitter, por exemplo, é o levantamento do número de menções com o auxílio de ferramentas de monitoramento. Continue lendo »

Acesso a redes sociais já supera ferramentas de busca

Entre todos os acessos à internet no Brasil feitos em dezembro do ano passado, as redes sociais e fóruns de discussão foram responsáveis por 19,38% das visitas, segundo levantamento da Experian Hitwise. O número foi superior, inclusive, aos acessos a ferramentas de buscas, que ficaram em segundo, com 13,87% do total de conexões. A consultoria ressalta, o poder dos sites de relacionamento no Brasil, que continuam crescendo rapidamente. Continue lendo »

Mais da metade dos consumidores nos EUA usa celular para pesquisa de compras

Mais da metade dos usuários de celulares nos Estados Unidos utiliza o aparelho no momento da compra nas lojas. Uma pesquisa realizada pela Pew Internet & American Life Project, no período anterior às compras de Natal, mapeou a maneira com os consumidores utilizam o aparelho e constatou que o uso real entre eles não está necessariamente relacionado a aplicativos ou emprego como meio de pagamento.

De acordo com os dados, 38% dos entrevistados usaram o celular para ligar para amigos em busca de recomendações de produtos. Além disso, cerca um quarto utilizou a internet móvel para pesquisar preços de produtos em lojas concorrentes. Por fim, 24% dos consumidores fizeram pesquisas online por meio do aparelho em busca de vantagens e desvantagens da compra pretendida. Continue lendo »

e-Book ensina técnicas de SEO para jornalistas

Educar os profissionais do jornalismo no uso das técnicas de SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization, ou otimização de mecanismos de busca, em tradução livre) é o objetivo da “Cartilha de recomendações de SEO para jornalistas”, publicação da brasileira Barbara Zamberlan, que está disponível gratuitamente para download em português no endereço http://seonojornalismo.com.br/. Fonte: Terra

O e-book também está disponível para download no biblioteca da Clínica Marketing Digital

Tabasco: marketing digital também alimenta!

Nunca gostei de comida apimentada até descobrir a Tabasco. Virei não só apreciador, mas um fã do sabor diferenciado e da marca. Em casa não deixo faltar e em qualquer restaurante a primeira coisa que procuro é o vidrinho característico.

Bom, você deve estar pensando, mas o que tem isso a ver com marketing digital? Explico: A Aurora, importadora do produto no Brasil, achou um forma bastante inusitada e diferenciada para divulgar a marca. Transformou as embalagens de pizza delivery em um anúncio.

 

 

Além de ser direcionada para um público qualificado, a mensagem também chega na hora certa!

 

 

O anúncio apresenta a linha de produtos e a sugestão de consumo, já com uma amostra grátis para saborear na hora. E o mote do marketing digital vai para a promoção no Facebook, Pizza Ama Tabasco.

Aproveite também para conhecer a fan page americana da Tabasco, onde a marca possui uma legião de fãs. Em um post recente tem até uma maluca que tatuou um vidro de tabasco no braço!

 

ZMOT – Momento Zero da Verdade define decisão de compra do consumidor

A maneira como compramos está mudando e as antigas estratégias de marketing não conseguem acompanhar o ritmo. Não importa que tipo de produto compramos, de cereais a ingressos para shows ou uma viagem de lua de mel para Paris, a Internet mudou o modo como decidimos o que comprar. Hoje, somos todos exploradores digitais, buscando na web avaliações e opiniões de colegas em redes sociais e vídeos, e levantando muitas informações sobre os produtos antes de comprá-los. O marketing evoluiu e as estratégias modernas devem evoluir de acordo com as mudanças no comportamento antes da compra.

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Google+ chega 90 milhões de usuários com dúvidas sobre sua expansão

O Google+ chegou a 90 milhões de usuários, de acordo com dados da própria empresa. O número, divulgado durante a apresentação dos resultados financeiros do Google, superou todas as estimativas dos institutos de pesquisas. A comScore, por exemplo, em uma das projeções mais otimistas, estimou em 67 milhões o número de usuários do Google+ em novembro do ano passado. Continue lendo »

Acesso à internet por banda larga cresce 70% em 2011

O Brasil encerrou 2011 com quase 58 milhões de acessos em banda larga, fixa e móvel, o que representa um crescimento de cerca de 70% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), divulgado na última quinta-feira, 19. Cerca de 23,3 milhões de novos acessos foram ativados ao longo do ano.

Do total de acessos registrados no ano, 16,7 milhões foram de banda larga fixa e 41,1 milhões de banda larga móvel. A banda larga fixa teve expansão de 20,6% nos últimos 12 meses, tendo sido adicionadas nesse período 2,8 milhões de novas conexões. Já a banda larga móvel praticamente dobrou o número de acessos, com crescimento de 99,3%, acrescentando 19,4 milhões de novas conexões. Do número total de banda larga móvel, 7,9 milhões são de modems de acesso à internet e 33,2 milhões, de celulares de terceira geração (3G), incluindo smartphones. No ano passado, o número de modems cresceu 31% e o de celulares 3G, 128%. Continue lendo »

O que o marketing digital tem a aprender com o case LuizaestanoCanada?

Estava passando a semana de férias quando fui bombardeado por mensagens sobre o viral Luiza está no Canadá, que em dias se transformou em um fenômeno de mídia no Brasil e tem despertado até a ira de intelectuais, jornalistas e sociólogos, preocupados com o nível de cultura do povo brasileiro.

A essa altura do campeonato não é mais preciso explicar o fenômeno em si, tal a sua repercussão, mas fica aqui  uma rápida reflexão sob o ponto de vista do marketing digital:

1. Por mais que os marketeiros e especialistas busquem a fórmula ideal para desencadear uma campanha viral, o inusitado e o espontâneo continuam sendo insuperáveis.

2. Qualquer empresa que mantenha uma campanha de marketing precisa estar atenta à repercussão nas redes sociais e reagir rapidamente. Caso, a construtora detectou rapidamente a reação irônica dos internautas sobre o comentário do pai de Luiza. Em vez de ignorar o fato, já que os comentários nada tinham a ver com o principal da propaganda (venda de apartamentos), a equipe de marketing digital da empresa viu rapidamente uma oportunidade de explorar o momento a favor de seu cliente.

3. Também é preciso destacar a sintonia e a agilidade das ações entre o marketing online e o offline, que rapidamente produziu uma campanha com a própria Luiza fazendo a propaganda do apartamento, com amplo sucesso.

4. Mesmo empresas que não tem nada a ver com a história podem explorar o fenômeco, como é o caso de diversas empresas, de restaurantes a magazines.

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