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Artigo | Os três grandes mitos do marketing digital

Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.

De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Artigo | O futuro da sua empresa está no Facebook?

A mais recente pesquisa da ComScore revelou que a quantidade de usuários do Facebook no Brasil chegou a 19 milhões de pessoas em março, número três vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Se continuar nesse ritmo, o “Face” (como gostam de chamar os mais íntimos) tomará o lugar do Orkut como rede social mais usada pelos brasileiros.

Fenômeno semelhante ocorre em outros países, como os EUA. Lá, nem mesmo a News Corp., uma das maiores empresas de mídia do mundo e dona do MySpace, conseguiu segurar a ascensão do Facebook, que já reina absoluta. Pesquisa da empresa Edison Research, 51% dos cidadãos americanos com mais de 12 anos tem perfis no Facebook.

Marketing Digital | Artigo: Planejamento é tudo nas redes sociais

É fato o retorno que uma empresa tem ao investir nas mídias sociais. Todavia, para que realmente todo o esforço e o dinheiro investindo tenha valido a pena, é necessário antes de tudo um bom planejamento.

Como qualquer ação de marketing (aliás, não só de marketing, mas tudo deve ser detalhadamente planejado), devemos estabelecer passos e levantar o máximo de informações; além de se prevenir contra possíveis problemas que podem ocorrer (críticas, por exemplo).

O investimento em mídias sociais não gera milagres. Não é porque você vai estar lá que vai se tornar o líder de mercado (mas pode ser que funcione). O mais importante é que é um canal relativamente barato, que permite conhecer de forma mais detalhada seu cliente. E vender, é claro.

Bem, mas como planejar as ações de sua empresa nas mídias sociais? Vamos aos pontos que podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de sua ação.

Artigo | Seis formas infalíveis de fracassar nas redes sociais

Pesquisa recente do Ibope Media apontou que 87% dos internautas brasileiros estão presentes nas redes sociais e que, deste total, 60% aprovam que empresas divulguem seus produtos e serviços. Já uma pesquisa internacional realizada pelo Altmer Group para a revista Business Week destacou que empresas atuantes nas redes sociais tiveram crescimento em até 18% do seu faturamento. Não é à toa, portanto, que as redes sociais sejam o tema do momento e todo mundo queira participar e garantir o seu espaço de alguma forma.

O problema é quando as empresas se lançam nesse novo ambiente sem se preparar adequadamente, correndo o risco de gerar efeito contrário ao que esperavam: antipatia, reclamações e rejeição aos seus produtos. E isso é muito mais fácil de ocorrer do que se imagina.

Marketing Digital | Não se mede o valor de um relacionamento só com números

O “mercado” de internet vive de estatísticas. Semanalmente um instituto, empresa ou agência divulga um estudo relacionado a algum fenômeno da web. Dessa forma tomamos conhecimento, por exemplo, que 33% das mulheres da chamada classe média digital no Brasil, Argentina e México, prefere a internet à TV (Razorfish/Terra); que 60% dos internautas aprovam o uso das redes sociais como forma de promoção e divulgação de produtos (Ibope Nielsen Online); ou que o Facebook cresceu 102% no Brasil entre setembro de 2009 e maio de 2010 (Ibope).

As próprias plataformas da internet são fartas em fornecer números. Uma simples pesquisa do Google já mostra o número de referências de uma determinada palavra na web (marketing digital, por exemplo, possui 145.000.000 de resultados); o Google Analytics fornece inúmeras estatísticas sobre as visitas no seu site, o Linked In destaca quantas conexões você tem no mercado profissional; no Facebook você pode contar o número de amigos e, no Twitter, o de seguidores.

Marketing Digital | Cinco formas de participar (e ter resultados) nas redes sociais

Praticamente todos os internautas do Brasil acessam alguma rede social, sendo que as classes AB e C tem a mesma participação no acesso, revela pesquisa recente do Ibope Mídia. Se levarmos em consideração que o universo de internautas no país já chega a casa de 80 milhões de pessoas, fica fácil entender a ansiedade das empresas em estar presente nesse novo ambiente digital.

Até aí, nada de mais. O problema é quando, na pressa por resultados rápidos, elas acabam atropelando o processo. Querendo “faturar” de alguma forma logo de cara, insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazer propaganda descarada nos blogs, enviar mensagens comerciais sem permissão.

Artigo | Como investir em marketing digital em 2011

Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

Marketing Digital | Tendências para o e-commerce em 2011

O e-commerce cresce de forma consistente no País, entre 30 e 40% ao ano, devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital – afinal, boa parte da população ainda não navega, o que representa uma demanda de aproximadamente 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de R$ 15 bilhões de faturamento (desconsiderando as vendas de leilões, automóveis e viagens), esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas.

Um segmento que ganha destaque, embora ainda com menor representatividade em volumes, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor têm se movimentado para sanar essa questão, visto que ninguém quer ficar de fora dessa demanda. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos Estados Unidos, o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras à distância por catálogos há muito tempo.

Artigo | Sites de compras coletivas: oportunidade ou cilada para as PMEs

Como consultor de marketing digital, tenho recebido muitos questionamentos de empresários de pequenas e médias empresas interessados em investir nos sites de compras coletivas. Seduzidos pela rápida expansão desse segmento (que teve aumento de 231% de setembro a novembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online), perguntam se vale à pena investir, se são apenas moda ou vieram para ficar e se vão ter sucesso.

Em vez de me arriscar a fazer previsões, prefiro analisar exemplos do passado e aproveitar as lições que nos deixaram.

Um dos ancestrais dos sites de compras coletivas surgiu nos anos 80 e fez muito sucesso na TV em São Paulo. O programa era o Shop Tour (que ainda existe, comentaremos mais adiante) e se tornou rapidamente um fenômeno pelos super-descontos oferecidos, da mesma forma que os atuais sites de compras coletivas.

Artigo | Utilize o e-mail marketing para aumentar suas vendas nesse Natal

Uma das melhores ferramentas de marketing digital ainda é o e-mail marketing, é o que aponta um estudo da Econsultancy, que constatou que a maioria dos consumidores prefere receber notificações de publicidade e ofertas especiais por e-mail. O estudo, intitulado “How We Shop in 2010″, ouviu 1,4 mil pessoas nos Estados Unidos e constatou que 42% delas disseram preferir um e-mail, enquanto 33% optariam por uma ligação. Outro dado do estudo que chama a atenção, é que 36% dos entrevistados disseram que já realizaram compras on-line a partir de um e-mail marketing.

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