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	<title>clinicamarketing8ps.com.br &#187; Artigos</title>
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		<title>Artigo &#124; Os três grandes mitos do marketing digital</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 12:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.

De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.</p>
<p>De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.<span id="more-3428"></span></p>
<p><strong>Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing</strong></p>
<p>Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.</p>
<p>Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.</p>
<p>Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais este Marketing estiver estruturado, maior o potencial da publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.</p>
<p><strong>Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas</strong></p>
<p>O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam “bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.</p>
<p>Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.</p>
<p>No caso em particular detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.</p>
<p>Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.</p>
<p><strong>3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça</strong></p>
<p>Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.</p>
<p>“Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”</p>
<p>Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.</p>
<p>Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.</p>
<p>Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.</p>
<p>Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.</p>
<p>Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.</p>
<p>Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.</p>
<p><em>Silvio Tanabe (</em><a href="mailto:silvio.sp@magoweb.com.br"><em>silvio.sp@magoweb.com.br</em></a><em>) é consultor de marketing digital da Magoweb, autor do blog Clínica Marketing Digital (</em><a href="../../clinicadigital"><em>www.magoweb.com/clinicadigital</em></a><em>) e um dos autores do e-book Caia na Rede – 12 Maneiras de Planejar e Fazer Sucesso nas Redes Sociais </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Artigo &#124; O futuro da sua empresa está no Facebook?</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/artigo-o-futuro-da-sua-empresa-esta-no-facebook/</link>
		<comments>http://clinicamarketing8ps.com.br/artigo-o-futuro-da-sua-empresa-esta-no-facebook/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 12:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A mais recente pesquisa da ComScore revelou que a quantidade de usuários do Facebook no Brasil chegou a 19 milhões de pessoas em março, número três vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Se continuar nesse ritmo, o “Face” (como gostam de chamar os mais íntimos) tomará o lugar do Orkut como rede social mais usada pelos brasileiros.

Fenômeno semelhante ocorre em outros países, como os EUA. Lá, nem mesmo a News Corp., uma das maiores empresas de mídia do mundo e dona do MySpace, conseguiu segurar a ascensão do Facebook, que já reina absoluta. Pesquisa da empresa Edison Research, 51% dos cidadãos americanos com mais de 12 anos tem perfis no Facebook.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mais recente pesquisa da ComScore revelou que a quantidade de usuários do Facebook no Brasil chegou a 19 milhões de pessoas em março, número três vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Se continuar nesse ritmo, o “Face” (como gostam de chamar os mais íntimos) tomará o lugar do Orkut como rede social mais usada pelos brasileiros.</p>
<p>Fenômeno semelhante ocorre em outros países, como os EUA. Lá, nem mesmo a News Corp., uma das maiores empresas de mídia do mundo e dona do MySpace, conseguiu segurar a ascensão do Facebook, que já reina absoluta. Pesquisa da empresa Edison Research, 51% dos cidadãos americanos com mais de 12 anos tem perfis no Facebook.<span id="more-3015"></span></p>
<p>Para os negócios, esta tendência significa um impacto semelhante ao provocado pelo Google pouco mais de uma década atrás. Ou seja, a criação de um revolucionário modelo de publicidade online que trará oportunidades para empresas dos mais diversos portes e segmentos. Tanto que na terra de Barack Obama já existem companhias que estão abandonando seus sites institucionais para se concentrar em fan pages, exemplo já seguido pelos mais ousados no Brasil, caso da agência de publicidade África (www.africa.com.br).</p>
<p>Há três boas razões para acreditar que o Facebook tem condições de se tornar uma nova plataforma de negócios na internet, rivalizando com o Google. Primeiro pela grande escala mundial de usuários, que cresce a um ritmo acelerado. Segundo porque vem se mostrando bastante lucrativa e, portanto, sustentável (o site levantou US$ 1,9 bilhão em 2010, enquanto o faturamento do badalado Twitter não passou de US$ 45 milhões). Terceiro, e o mais importante para as empresas, é que a cada dia a rede de Mark Zuckerberg vem se aprimorando como plataforma de mídia, marketing e negócios.</p>
<p>Ao contrário de outras redes como o Orkut, desde o início a proposta do Facebook foi mais “amigável” para que as empresas se relacionassem com os participantes de forma natural, sem grandes apelações comerciais e de propaganda. O que a equipe de desenvolvimento do site vem fazendo é aperfeiçoar o acesso e as formas de interação. E, pelo que mostra o crescimento da plataforma no mundo corporativo, marcar presença no Facebook certamente parece ser um bom negócio. Algumas das vantagens mais evidentes são:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>•	Estar presente na rede social que mais cresce no mundo e que conta atualmente com 600 milhões de usuários.</p>
<p>•	Atuar em uma rede social como uma “pessoa jurídica” e não disfarçada de “pessoa física” como em outras redes, conferindo mais naturalidade e transparência ao diálogo.</p>
<p>•	Disponibilizar diversos aplicativos e games, que podem ser incorporados à fan page como forma de interação com os visitantes. Estima-se que hoje nada menos do que 2,5 milhões de desenvolvedores criem aplicativos para a rede.</p>
<p>•	Integrar de forma mais natural, dentro de sua fan page, outras mídias sociais complementares, como o YouTube, Flickr, Twitter e blogs, facilitando o acesso dos “fãs” a estes conteúdos e aumentando a interatividade.</p>
<p>•	Disseminar mensagens virais, por meio dos comentários. Gostou desse artigo? Clique em Curtir e não só seus fãs no Facebook mas também em outras redes sociais dos quais você participa também ficarão sabendo. Esse recurso, o Facebook Connect, rapidamente copiado por outros grandes sites como o Google e Yahoo!, permite que o conteúdo de qualquer site se torne social.</p>
<p>Então quer dizer que o negócio é aposentar meu site e partir para o Facebook direto? Calma, também não é assim.</p>
<p>O site institucional continua sendo muito importante no Brasil. Embora não tenha a fluidez das redes sociais, continua sendo a principal referência de uma empresa na internet, transmitindo credibilidade justamente por sua “solidez”. Por esse motivo acredito que ainda vá ter vida longa, embora deva sem dúvida passar por uma evolução até ser totalmente incorporado ao ambiente social da web.</p>
<p>Fortalecer a presença no Facebook deve ser encarado como mais um passo da empresa em sua estratégia de marketing digital. Assim como outras ações nas redes sociais, os resultados nesse tipo de empreendimento devem ser pautados pelo conhecimento do público-alvo, definição clara dos objetivos, planejamento, definição de uma estratégia própria e monitoramento dos resultados.</p>
<p>Pelas características da rede, o Facebook é o ambiente perfeito para disseminar rapidamente novidades relacionadas a lançamentos, campanhas de engajamento e para relacionamento direto com o público. Nesse sentido, o site norte-americano Mashable publicou um artigo esclarecedor mostrando as estratégias diferenciadas e bem-sucedidas de cinco grandes marcas (Cola-Cola, Pringle’s, Adidas, Starbucks e Red Bull) para conquistar o público das redes sociais.</p>
<p>O Facebook Marketing está apenas em seu princípio e, longe de esgotar o assunto, este artigo tem por objetivo ser um ponto de partida, contribuindo para que os empresários e profissionais de marketing comecem a planejar como inserir suas empresas de vez nas redes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Silvio Tanabe (silvio.sp@magoweb.com.br) é consultor de marketing digital da Magoweb, autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital) e um dos autores do e-book Caia na Rede – 12 Maneiras de Planejar e Fazer Sucesso nas Redes Sociais</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marketing Digital &#124; Artigo: Planejamento é tudo nas redes sociais</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/marketing-digital-artigo-planejamento-e-tudo-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 11:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[É fato o retorno que uma empresa tem ao investir nas mídias sociais. Todavia, para que realmente todo o esforço e o dinheiro investindo tenha valido a pena, é necessário antes de tudo um bom planejamento.

Como qualquer ação de marketing (aliás, não só de marketing, mas tudo deve ser detalhadamente planejado), devemos estabelecer passos e levantar o máximo de informações; além de se prevenir contra possíveis problemas que podem ocorrer (críticas, por exemplo).

O investimento em mídias sociais não gera milagres. Não é porque você vai estar lá que vai se tornar o líder de mercado (mas pode ser que funcione). O mais importante é que é um canal relativamente barato, que permite conhecer de forma mais detalhada seu cliente. E vender, é claro.

Bem, mas como planejar as ações de sua empresa nas mídias sociais? Vamos aos pontos que podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de sua ação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É fato o retorno que uma empresa tem ao investir nas mídias sociais.  Todavia, para que realmente todo o esforço e o dinheiro investindo tenha valido a pena, é necessário antes de tudo um bom planejamento.</p>
<p>Como qualquer ação de marketing (aliás, não só de marketing, mas tudo deve ser detalhadamente planejado), devemos estabelecer passos e levantar o máximo de informações; além de se prevenir contra possíveis problemas que podem ocorrer (críticas, por exemplo).</p>
<p>O investimento em mídias sociais não gera milagres. Não é porque você vai estar lá que vai se tornar o líder de mercado (mas pode ser que funcione). O mais importante é que é um canal relativamente barato, que permite conhecer de forma mais detalhada seu cliente. E vender, é claro.</p>
<p>Bem, mas como planejar as ações de sua empresa nas mídias sociais? Vamos aos pontos que podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de sua ação.<span id="more-2767"></span></p>
<p>Briefing</p>
<p>Planejamento é a peça-chave para mapear as ações que serão realizadas durante todas as etapas.</p>
<p>Penso que para uma campanha nas mídias sociais, as seguintes informações são cruciais:</p>
<p>•	Particularidades do segmento;</p>
<p>•	Público-alvo;</p>
<p>•	Objetivos da estratégia;</p>
<p>•	Análise da concorrência;</p>
<p>•	Itens a serem mensurados (chaves para mensuração do sucesso);</p>
<p>•	Pontos fortes;</p>
<p>•	Pontos fracos.</p>
<p>Escolha dos canais</p>
<p>Será que criar perfis em todas as redes sociais adianta? Bem, eu acho que não.</p>
<p>Não é todo negócio que funciona nessa ou naquela rede. Deve-se realizar uma análise baseada principalmente no público-alvo e nos objetivos pretendidos para se chegar à decisão se vale à pena.</p>
<p>Vamos dar um exemplo: sua empresa trabalha exclusivamente com material esportivo. Será que ter perfis em mídias como o Facebook ou Formspring? Não seria bem mais interessante ter apenas um perfil na Kigol (http://kigol.com.br/)?</p>
<p>Analise bem quais canais podem ser mais interessantes para seu negócio. Assim você não perde tempo e dinheiro.</p>
<p>Responsáveis</p>
<p>Quem vai ser responsável pelo gerenciamento? Deve-se definir a(s) pessoa(s) que será(ão) responsável(is) pela função. Dependendo do tamanho de sua empresa, é melhor contratar uma agência para realizar o serviço, pois o custo é menor e o resultado é bem melhor (pois a empresa é especializada no serviço).</p>
<p>Cenário</p>
<p>Qual é o cenário de seu segmento nas mídias sociais? Pesquise bastante, assim você poderá avaliar melhor as formas de atuação que serão mais interessantes para seu negócio.</p>
<p>Conteúdo</p>
<p>Uma das formas mais interessantes de interagir com seu público-alvo é através da produção de conteúdo.</p>
<p>Como fazer isso? Se você tem um blog, já é meio caminho andado. Se não, você pode informar as pessoas sobre novidades de seu segmento, informações sobre seus serviços ou produtos e outras informações relacionadas ao seu negócio.</p>
<p>Portanto, deve produzido um planejamento para geração de conteúdo que deve ser respeitado severamente, principalmente na freqüência.</p>
<p>Relacionamento</p>
<p>Planeje como será o relacionamento com seus clientes. Você pode criar promoções, conteúdo e novidades exclusivos. O importante é que eles se sintam especiais e ganhem algo em troca da fidelidade.</p>
<p>Pense que as mídias sociais têm a melhor relação custo/benefício no que se diz respeito a pesquisas e opinião. Só de acompanhar discussões você já consegue saber as preferências dessas pessoas.</p>
<p>Críticas</p>
<p>Talvez o ponto mais complicado e que mais dores de cabeça lhe darão. Como você reagirá às críticas abertas e calorosas direcionadas para sua empresa?</p>
<p>Muitos acham que estão preparados para tal, mas posso garantir que quando chegar a hora, você ficará perdido.</p>
<p>Portanto, meu conselho é rever este ponto pelo menos três vezes.</p>
<p>Monitoramento</p>
<p>O monitoramento é muito importante para saber se a estratégia está dando certo ou errado.</p>
<p>Se a intenção é direcionar o fluxo para seu site ou blog, é importante ter uma ferramenta de web analytics instalada para mensurar corretamente o quanto cada estratégia ou mídia está dando de retorno para seu negócio.</p>
<p>Existem também ferramentas para se monitorar o “buzz” gerado pela sua marca ou produto nas redes sociais, como o TwitRadar (http://www.twitradar.com/) e o Scup (http://www.scup.com.br/).</p>
<p>Basicamente, o planejamento se resume a estes pontos. Parece fácil, mas é bem mais complexo do que você imagina. Toma tempo, dinheiro, dedicação e raciocínio. Mas se bem feito, a recompensa vele muito a pena. Basta ver os case de sucesso que não param de surgir no meio.</p>
<p><em> Mayko Franceschi é consultor de marketing digital da Magoweb</em></p>
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Name="Medium Grid 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="62" 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Name="Medium List 2 Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent<br />
2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"<br />
 UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"    UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography" /> <w:lsdexception Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading" /> </w:latentstyles> </xml>< ![endif]--><!--[if gte mso 10]> <mce:style>< !   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Arial Narrow","sans-serif"; 	mso-fareast-language:EN-US;} --> <!--[endif] --></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">É fato o retorno que uma empresa tem ao investir nas mídias sociais.  Todavia, para que realmente todo o esforço e o dinheiro investindo tenha valido a pena, é necessário antes de tudo um bom planejamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Como qualquer ação de <strong>marketing </strong>(aliás, não só de <strong>marketing</strong>, mas tudo deve ser detalhadamente planejado), devemos estabelecer passos e levantar o máximo de informações; além de se prevenir contra possíveis problemas que podem ocorrer (críticas, por exemplo).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">O investimento em <strong>mídias sociais</strong> não gera milagres. Não é porque você vai estar lá que vai se tornar o líder de mercado (mas pode ser que funcione). O mais importante é que é um canal relativamente barato, que permite conhecer de forma mais detalhada seu cliente. E vender, é claro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Bem, mas como planejar as ações de sua <strong>empresa</strong> nas <strong>mídias sociais</strong>? Vamos aos pontos que podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de sua ação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Briefing</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Planejamento é a peça-chave para mapear as ações que serão realizadas durante todas as etapas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Penso que para uma campanha nas <strong>mídias sociais</strong>, as seguintes informações são cruciais:</span></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Particularidades do segmento;</span></li>
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Público-alvo;</span></li>
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Objetivos da estratégia;</span></li>
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Análise da concorrência;</span></li>
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Itens a serem mensurados (chaves para mensuração do sucesso);</span></li>
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Pontos fortes;</span></li>
<li class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Pontos fracos.</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Escolha dos canais</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Será que criar perfis em todas as <strong>redes sociais</strong> adianta? Bem, eu acho que não.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Não é todo negócio que funciona nessa ou naquela rede. Deve-se realizar uma análise baseada principalmente no público-alvo e nos objetivos pretendidos para se chegar à decisão se vale à pena.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Vamos dar um exemplo: sua empresa trabalha exclusivamente com material esportivo. Será que ter perfis em mídias como o Facebook ou Formspring? Não seria bem mais interessante ter apenas um perfil na Kigol (</span><a href="http://kigol.com.br/" target="_blank"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; color: blue; mso-fareast-language: PT-BR;">http://kigol.com.br/</span></a><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">)? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Analise bem quais canais podem ser mais interessantes para seu negócio. Assim você não perde tempo e dinheiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Responsáveis</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Quem vai ser responsável pelo gerenciamento? Deve-se definir a(s) pessoa(s) que será(ão) responsável(is) pela função. Dependendo do tamanho de sua empresa, é melhor contratar uma agência para realizar o serviço, pois o custo é menor e o resultado é bem melhor (pois a empresa é especializada no serviço).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Cenário</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Qual é o cenário de seu segmento nas <strong>mídias sociais</strong>? Pesquise bastante, assim você poderá avaliar melhor as formas de atuação que serão mais interessantes para seu negócio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Conteúdo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Uma das formas mais interessantes de interagir com seu <strong>público-alvo</strong> é através da produção de conteúdo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Como fazer isso? Se você tem um blog, já é meio caminho andado. Se não, você pode informar as pessoas sobre novidades de seu segmento, informações sobre seus serviços ou produtos e outras informações relacionadas ao seu negócio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Portanto, deve produzido um planejamento para geração de conteúdo que deve ser respeitado severamente, principalmente na freqüência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Relacionamento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Planeje como será o relacionamento com seus clientes. Você pode criar promoções, conteúdo e novidades exclusivos. O importante é que eles se sintam especiais e ganhem algo em troca da fidelidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Pense que as <strong>mídias sociais</strong> têm a melhor relação custo/benefício no que se diz respeito a pesquisas e opinião. Só de acompanhar discussões você já consegue saber as preferências dessas pessoas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Críticas</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Talvez o ponto mais complicado e que mais dores de cabeça lhe darão. Como você reagirá <span style="color: red;">às</span> críticas abertas e calorosas direcionadas para sua empresa?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Muitos acham que estão preparados para tal, mas posso garantir que quando chegar a hora, você ficará perdido.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Portanto, meu conselho é rever este ponto pelo menos três vezes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><strong><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Monitoramento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">O monitoramento é muito importante para saber se a estratégia está dando certo ou errado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Se a intenção é direcionar o fluxo para seu site ou blog, é importante ter uma ferramenta de web analytics instalada para mensurar corretamente o quanto cada estratégia ou mídia está dando de retorno para seu negóc</span></p>
<p>É fato o retorno que uma empresa tem ao investir nas mídias sociais.  Todavia, para que realmente todo o esforço e o dinheiro investindo tenha valido a pena, é necessário antes de tudo um bom planejamento.</p>
<p>Como qualquer ação de marketing (aliás, não só de marketing, mas tudo deve ser detalhadamente planejado), devemos estabelecer passos e levantar o máximo de informações; além de se prevenir contra possíveis problemas que podem ocorrer (críticas, por exemplo).</p>
<p>O investimento em mídias sociais não gera milagres. Não é porque você vai estar lá que vai se tornar o líder de mercado (mas pode ser que funcione). O mais importante é que é um canal relativamente barato, que permite conhecer de forma mais detalhada seu cliente. E vender, é claro.</p>
<p>Bem, mas como planejar as ações de sua empresa nas mídias sociais? Vamos aos pontos que podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de sua ação.</p>
<p>Briefing</p>
<p>Planejamento é a peça-chave para mapear as ações que serão realizadas durante todas as etapas.</p>
<p>Penso que para uma campanha nas mídias sociais, as seguintes informações são cruciais:</p>
<p>•	Particularidades do segmento;</p>
<p>•	Público-alvo;</p>
<p>•	Objetivos da estratégia;</p>
<p>•	Análise da concorrência;</p>
<p>•	Itens a serem mensurados (chaves para mensuração do sucesso);</p>
<p>•	Pontos fortes;</p>
<p>•	Pontos fracos.</p>
<p>Escolha dos canais</p>
<p>Será que criar perfis em todas as redes sociais adianta? Bem, eu acho que não.</p>
<p>Não é todo negócio que funciona nessa ou naquela rede. Deve-se realizar uma análise baseada principalmente no público-alvo e nos objetivos pretendidos para se chegar à decisão se vale à pena.</p>
<p>Vamos dar um exemplo: sua empresa trabalha exclusivamente com material esportivo. Será que ter perfis em mídias como o Facebook ou Formspring? Não seria bem mais interessante ter apenas um perfil na Kigol (http://kigol.com.br/)?</p>
<p>Analise bem quais canais podem ser mais interessantes para seu negócio. Assim você não perde tempo e dinheiro.</p>
<p>Responsáveis</p>
<p>Quem vai ser responsável pelo gerenciamento? Deve-se definir a(s) pessoa(s) que será(ão) responsável(is) pela função. Dependendo do tamanho de sua empresa, é melhor contratar uma agência para realizar o serviço, pois o custo é menor e o resultado é bem melhor (pois a empresa é especializada no serviço).</p>
<p>Cenário</p>
<p>Qual é o cenário de seu segmento nas mídias sociais? Pesquise bastante, assim você poderá avaliar melhor as formas de atuação que serão mais interessantes para seu negócio.</p>
<p>Conteúdo</p>
<p>Uma das formas mais interessantes de interagir com seu público-alvo é através da produção de conteúdo.</p>
<p>Como fazer isso? Se você tem um blog, já é meio caminho andado. Se não, você pode informar as pessoas sobre novidades de seu segmento, informações sobre seus serviços ou produtos e outras informações relacionadas ao seu negócio.</p>
<p>Portanto, deve produzido um planejamento para geração de conteúdo que deve ser respeitado severamente, principalmente na freqüência.</p>
<p>Relacionamento</p>
<p>Planeje como será o relacionamento com seus clientes. Você pode criar promoções, conteúdo e novidades exclusivos. O importante é que eles se sintam especiais e ganhem algo em troca da fidelidade.</p>
<p>Pense que as mídias sociais têm a melhor relação custo/benefício no que se diz respeito a pesquisas e opinião. Só de acompanhar discussões você já consegue saber as preferências dessas pessoas.</p>
<p>Críticas</p>
<p>Talvez o ponto mais complicado e que mais dores de cabeça lhe darão. Como você reagirá às críticas abertas e calorosas direcionadas para sua empresa?</p>
<p>Muitos acham que estão preparados para tal, mas posso garantir que quando chegar a hora, você ficará perdido.</p>
<p>Portanto, meu conselho é rever este ponto pelo menos três vezes.</p>
<p>Monitoramento</p>
<p>O monitoramento é muito importante para saber se a estratégia está dando certo ou errado.</p>
<p>Se a intenção é direcionar o fluxo para seu site ou blog, é importante ter uma ferramenta de web analytics instalada para mensurar corretamente o quanto cada estratégia ou mídia está dando de retorno para seu negócio.</p>
<p>Existem também ferramentas para se monitorar o “buzz” gerado pela sua marca ou produto nas redes sociais, como o TwitRadar (http://www.twitradar.com/) e o Scup (http://www.scup.com.br/).</p>
<p>Basicamente, o planejamento se resume a estes pontos. Parece fácil, mas é bem mais complexo do que você imagina. Toma tempo, dinheiro, dedicação e raciocínio. Mas se bem feito, a recompensa vele muito a pena. Basta ver os case de sucesso que não param de surgir no meio.</p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">io.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Existem também ferramentas para se monitorar o “buzz” gerado pela sua marca ou produto nas <strong>redes sociais</strong>, como o TwitRadar (</span><a href="http://www.twitradar.com/" target="_blank"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; color: blue; mso-fareast-language: PT-BR;">http://www.twitradar.com/</span></a><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">) e o Scup (</span><a href="http://www.scup.com.br/" target="_blank"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; color: blue; mso-fareast-language: PT-BR;">http://www.scup.com.br/</span></a><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; line-height: normal;"><span style="mso-fareast-font-family: &amp;amp;quot; mso-fareast-language: PT-BR;">Basicamente, o planejamento se resume a estes pontos. Parece fácil, mas é bem mais complexo do que você imagina. Toma tempo, dinheiro, dedicação e raciocínio. Mas se bem feito, a recompensa vele muito a pena. Basta ver os case de sucesso que não param de surgir no meio.</span></p>
<p></mce:style></div>
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		<title>Artigo &#124; Seis formas infalíveis de fracassar nas redes sociais</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/artigo-seis-formas-infaliveis-de-fracassar-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 12:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa recente do Ibope Media apontou que 87% dos internautas brasileiros estão presentes nas redes sociais e que, deste total, 60% aprovam que empresas divulguem seus produtos e serviços. Já uma pesquisa internacional realizada pelo Altmer Group para a revista Business Week destacou que empresas atuantes nas redes sociais tiveram crescimento em até 18% do seu faturamento. Não é à toa, portanto, que as redes sociais sejam o tema do momento e todo mundo queira participar e garantir o seu espaço de alguma forma.

O problema é quando as empresas se lançam nesse novo ambiente sem se preparar adequadamente, correndo o risco de gerar efeito contrário ao que esperavam: antipatia, reclamações e rejeição aos seus produtos. E isso é muito mais fácil de ocorrer do que se imagina.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa recente do Ibope Media apontou que 87% dos internautas brasileiros estão presentes nas redes sociais e que, deste total, 60% aprovam que empresas divulguem seus produtos e serviços. Já uma pesquisa internacional realizada pelo Altmer Group para a revista Business Week destacou que empresas atuantes nas redes sociais tiveram crescimento em até 18% do seu faturamento. Não é à toa, portanto, que as redes sociais sejam o tema do momento e todo mundo queira participar e garantir o seu espaço de alguma forma.</p>
<p>O problema é quando as empresas se lançam nesse novo ambiente sem se preparar adequadamente, correndo o risco de gerar efeito contrário ao que esperavam: antipatia, reclamações e rejeição aos seus produtos. E isso é muito mais fácil de ocorrer do que se imagina.<span id="more-2618"></span></p>
<p>Pela facilidade e aparente simplicidade com que é possível criar um perfil, uma comunidade ou uma página e iniciar ações promocionais, as empresas ficam expostas a erros que podem comprometer toda a campanha e inclusive a sua imagem no mercado. É só pesquisar nas próprias redes sociais para conhecer as iniciativas mal sucedidas tanto no Brasil quanto em outros países.</p>
<p>O mais grave é que não se percebe o que está sendo feito de errado. Tudo parece normal até se verificar que a promoção ser um fracasso ou, pior, gerou inimigos insatisfeitos ao invés de amigos e fãs.</p>
<p>A maioria desses problemas poderia ser evitada se houvesse uma preocupação inicial com o planejamento, avaliação do público-alvo, perfil do responsável pela atuação nas redes sociais, definição das estratégias, política de atuação, ações e indicadores de resultados. Com base em nossa experiência e no acompanhamento de outros casos, levantamos seis destas situações aparentemente comuns mas capazes de comprometer uma campanha ou a própria atuação da empresa nas redes sociais. São elas:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ignore o que falam sobre você</strong> – A primeira ação das empresas nas redes sociais geralmente é criar o seu perfil nos principais sites para postagem de conteúdo. Poucas se preocupam em fazer antes um monitoramento prévio para saber o que as pessoas falam sobre ela e seus concorrentes para definir de forma mais precisa onde e como atuar.</p>
<p><strong>Chame o “sobrinho”</strong> – A prioridade é ter um “rato” em redes sociais, aquela pessoa que é mestre em conseguir milhares de seguidores e fãs em poucos dias. O problema é quando algo sai do roteiro, como por exemplo lidar com clientes insatisfeitos, esclarecer dúvidas técnicos ou mesmo critérios da própria promoção nas redes sociais. Nesse momento a empresa vai sentir falta de um profissional com conhecimento e experiência em comunicação empresarial, marketing ou atendimento ao cliente preparado para lidar com situações que não se restrinjam à atualização do perfil no Twitter ou Facebook.</p>
<p><strong>Comece imediatamente</strong> – Na internet ninguém tem paciência para esperar um site abrir, uma imagem carregar ou aguardar mais de um dia além do prazo para receber um produto adquirido em uma loja online. Então também temos de correr para criar nossa presença nas redes sociais e iniciar uma campanha, certo? Nem sempre. O que adianta ser rápido se não se sabe onde se quer chegar?</p>
<p><strong>Crie metas fora da realidade</strong> – A empresa não faz nenhum tipo de publicidade ou propaganda, não tem presença na internet além do site institucional e de um mês para outro quer ter milhares de seguidores e fãs. Para isso, decidiu sortear um (isso mesmo, um) pen drive para cada 5 mil seguidores novos (este é um caso real), considerando que as pessoas ficariam muito contentes somente em participar da promoção e concorrer a um brinde. Como não foi feito um monitoramento prévio para se ter uma referência sobre quais promoções faziam mais sucesso nas redes sociais, todos ficaram espantados com a falta de êxito da campanha.</p>
<p><strong>Nossa promoção é tão boa que nem precisa de divulgação</strong> &#8211; Também é bastante comum a opinião de que uma promoção não precisa de publicidade. As pessoas ficarão tão contentes em participar que espalharão a campanha umas para as outras. Por não terem feito um monitoramento anterior, não tomaram conhecimento de que a sua campanha pode ser mais uma entre centenas e que por si só não seja capaz de chamar a atenção.</p>
<p><strong>Deixe os responsáveis se virarem</strong> – O responsável pela atuação nas redes sociais (seja ele um colaborador interno, um profissional de uma agência especializada ou o “sobrinho”) tem pouco ou nenhum contato com profissionais de atendimento ao consumidor, vendas e logística que poderiam orientá-lo a responder rapidamente reclamações ou dúvidas técnicas. É comum inclusive que estas áreas sequer saibam das atividades da empresa nas redes sociais.</p>
<p>Estes são apenas exemplos que estão longe de esgotar o assunto. Existem diversas outras situações que podem contribuir para o fracasso de uma campanha. Se você conhece ou já passou por uma, deixe seu comentário.</p>
<p><em>Silvio Tanabe é jornalista e consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital)</em></p>
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<p class="MsoNormal">Pesquisa recente do Ibope Media apontou que 87% dos internautas brasileiros estão presentes nas redes sociais e que, deste total, 60% aprovam que empresas divulguem seus produtos e serviços. Já uma pesquisa internacional realizada pelo Altmer Group para a revista Business Week destacou que empresas atuantes nas redes sociais tiveram crescimento em até 18% do seu faturamento. Não é à toa, portanto, que as redes sociais sejam o tema do momento e todo mundo queira participar e garantir o seu espaço de alguma forma.</p>
<p class="MsoNormal">O problema é quando as empresas se lançam nesse novo ambiente sem se preparar adequadamente, correndo o risco de gerar efeito contrário ao que esperavam: antipatia, reclamações e rejeição aos seus produtos. E isso é muito mais fácil de ocorrer do que se imagina.</p>
<p class="MsoNormal">Pela facilidade e aparente simplicidade com que é possível criar um perfil, uma comunidade ou uma página e iniciar ações promocionais, as empresas ficam expostas a erros que podem comprometer toda a campanha e inclusive a sua imagem no mercado. É só pesquisar nas próprias redes sociais para conhecer as iniciativas mal sucedidas tanto no Brasil quanto em outros países. <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">O mais grave é que não se percebe o que está sendo feito de errado. Tudo parece normal até se verificar que a promoção ser um fracasso ou, pior, gerou inimigos insatisfeitos ao invés de amigos e fãs.</p>
<p class="MsoNormal">A maioria desses problemas poderia ser evitada se houvesse uma preocupação inicial com o planejamento, avaliação do público-alvo, perfil do responsável pela atuação nas redes sociais, definição das estratégias, política de atuação, ações e indicadores de resultados. Com base em nossa experiência e no acompanhamento de outros casos, levantamos seis destas situações aparentemente comuns mas capazes de comprometer uma campanha ou a própria atuação da empresa nas redes sociais. São elas:</p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ignore o que falam sobre você</strong> – A primeira ação das empresas nas redes sociais geralmente é criar o seu perfil nos principais sites para postagem de conteúdo. Poucas se preocupam em fazer antes um monitoramento prévio para saber o que as pessoas falam sobre ela e seus concorrentes para definir de forma mais precisa onde e como atuar.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Chame o “sobrinho”</strong> – A prioridade é ter um “rato” em redes sociais, aquela pessoa que é mestre em conseguir milhares de seguidores e fãs em poucos dias. O problema é quando algo sai do roteiro, como por exemplo lidar com clientes insatisfeitos, esclarecer dúvidas técnicos ou mesmo critérios da própria promoção nas redes sociais. Nesse momento a empresa vai sentir falta de um profissional com conhecimento e experiência em comunicação empresarial, marketing ou atendimento ao cliente preparado para lidar com situações que não se restrinjam à atualização do perfil no Twitter ou Facebook.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Comece imediatamente</strong> – Na internet ninguém tem paciência para esperar um site abrir, uma imagem carregar ou aguardar mais de um dia além do prazo para receber um produto adquirido em uma loja online. Então também temos de correr para criar nossa presença nas redes sociais e iniciar uma campanha, certo? Nem sempre. O que adianta ser rápido se não se sabe onde se quer chegar? <span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Crie metas fora da realidade</strong> – A empresa não faz nenhum tipo de publicidade ou propaganda, não tem presença na internet além do site institucional e de um mês para outro quer ter milhares de seguidores e fãs. Para isso, decidiu sortear um (isso mesmo, um) pen drive para cada 5 mil seguidores novos (este é um caso real), considerando que as pessoas ficariam muito contentes somente em participar da promoção e concorrer a um brinde. Como não foi feito um monitoramento prévio para se ter uma referência sobre quais promoções faziam mais sucesso nas redes sociais, todos ficaram espantados com a falta de êxito da campanha.</p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Nossa promoção é tão boa que nem precisa de divulgação</strong> &#8211; Também é bastante comum a opinião de que uma promoção não precisa de publicidade. As pessoas ficarão tão contentes em participar que espalharão a campanha umas para as outras. Por não terem feito um monitoramento anterior, não tomaram conhecimento de que a sua campanha pode ser mais uma entre centenas e que por si só não seja capaz de chamar a atenção.<span style="mso-spacerun: yes;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Deixe os responsáveis se virarem</strong> – O responsável pela atuação nas redes sociais (seja ele um colaborador interno, um profissional de uma agência especializada ou o “sobrinho”) tem pouco ou nenhum contato com profissionais de atendimento ao consumidor, vendas e logística que poderiam orientá-lo a responder rapidamente reclamações ou dúvidas técnicas. É comum inclusive que estas áreas sequer saibam das atividades da empresa nas redes sociais.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Estes são apenas exemplos que estão longe de esgotar o assunto. Existem diversas outras situações que podem contribuir para o fracasso de uma campanha. Se você conhece ou já passou por uma, deixe seu comentário.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">Silvio Tanabe é jornalista e consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital)</em></p>
<p></mce:style></div>
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		<title>Marketing Digital &#124; Não se mede o valor de um relacionamento só com números</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 10:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O “mercado” de internet vive de estatísticas. Semanalmente um instituto, empresa ou agência divulga um estudo relacionado a algum fenômeno da web. Dessa forma tomamos conhecimento, por exemplo, que 33% das mulheres da chamada classe média digital no Brasil, Argentina e México, prefere a internet à TV (Razorfish/Terra); que 60% dos internautas aprovam o uso das redes sociais como forma de promoção e divulgação de produtos (Ibope Nielsen Online); ou que o Facebook cresceu 102% no Brasil entre setembro de 2009 e maio de 2010 (Ibope).

As próprias plataformas da internet são fartas em fornecer números. Uma simples pesquisa do Google já mostra o número de referências de uma determinada palavra na web (marketing digital, por exemplo, possui 145.000.000 de resultados); o Google Analytics fornece inúmeras estatísticas sobre as visitas no seu site, o Linked In destaca quantas conexões você tem no mercado profissional; no Facebook você pode contar o número de amigos e, no Twitter, o de seguidores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O “mercado” de internet vive de estatísticas. Semanalmente um instituto, empresa ou agência divulga um estudo relacionado a algum fenômeno da web. Dessa forma tomamos conhecimento, por exemplo, que 33% das mulheres da chamada classe média digital no Brasil, Argentina e México, prefere a internet à TV (Razorfish/Terra); que 60% dos internautas aprovam o uso das redes sociais como forma de promoção e divulgação de produtos (Ibope Nielsen Online); ou que o Facebook cresceu 102% no Brasil entre setembro de 2009 e maio de 2010 (Ibope).</p>
<p>As próprias plataformas da internet são fartas em fornecer números. Uma simples pesquisa do Google já mostra o número de referências de uma determinada palavra na web (marketing digital, por exemplo, possui 145.000.000 de resultados); o Google Analytics fornece inúmeras estatísticas sobre as visitas no seu site, o Linked In destaca quantas conexões você tem no mercado profissional; no Facebook você pode contar o número de amigos e, no Twitter, o de seguidores.<span id="more-2465"></span></p>
<p>Se há tantos números para usar e é tão fácil “medir”, é natural se empregar as várias estatísticas existentes para avaliar os resultados da atuação das empresas nas redes sociais. Esse recurso serve inclusive para concretizar os resultados sempre tão intangíveis do marketing e justificar os investimentos, não é mesmo?</p>
<p>Infelizmente, a “equação” não é tão simples de resolver. Lembre-se, estamos falando justamente de “redes sociais”, interação entre pessoas, e não se mede o valor de um relacionamento somente com números.</p>
<p>É claro que em uma campanha as estatísticas são essenciais para se quantificar os resultados e a evolução do trabalho. Porém, não se pode esquecer do lado qualitativo, o que nas redes sociais é o que faz a diferença. Vale mais ter um punhado de amigos e seguidores que conhecem o seu produto, compram, interagem, compartilham e o elogiam para toda a comunidade do que um milhão de seguidores sem nenhum vínculo com o seu produto e que estão na lista somente para retribuir o “follow”.</p>
<p>Empresas e agências que atuam há mais tempo nas redes já utilizam indicadores qualitativos, baseados em três conceitos básicos: relevância, influência e engajamento. Uma ação é relevante quando consegue ter receptividade do púlbico-alvo e influente ao estimular as pessoas a acompanhar as ações da empresa e tornarem-se clientes. Por sua vez, engajamento é a capacidade de transformar seguidores e fãs em defensoras da empresa, do produto ou da marca.</p>
<p>E termos práticos isso significa desenvolver não apenas novos parâmetros de avaliação das ações mas também repensar os objetivos e estratégias. Como este ainda é um campo novo onde o que funciona ou não é aprendido no dia a dia, ainda há poucas referências. Uma proposta realista é apresentada pelo consultor José Antonio Ramalho, autor de <em>Mídias Sociais na Prática</em>, que defende o ROE (Return Of Engagement) como indicador qualitativo para avaliar o retorno das campanhas. Formular o ROE depende de questionamentos, entre eles: Como é possível medir o índice de satisfação de um cliente, investidor ou empregado que participa das mídias sociais? Como medir o quanto as mídias sociais estão ajudando o SAC da empresa? Qual o ROI de um gerenciamento de crise? O peso de cada indicador vai variar de acordo com o segmento de atuação, objetivos, perfil da empresa e dos públicos a serem atingidos.</p>
<p>Avaliar o trabalho realizado nas redes sociais pelo lado qualitativo pode ser complexo, mas em compensação gera uma percepção muito mais completa sobre a influência da empresa e, por conseqüência, na fidelização de seus clientes e consumidores.</p>
<p><em>Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital) </em></p>
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		<title>Marketing Digital &#124; Cinco formas de participar (e ter resultados) nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 10:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Praticamente todos os internautas do Brasil acessam alguma rede social, sendo que as classes AB e C tem a mesma participação no acesso, revela pesquisa recente do Ibope Mídia. Se levarmos em consideração que o universo de internautas no país já chega a casa de 80 milhões de pessoas, fica fácil entender a ansiedade das empresas em estar presente nesse novo ambiente digital.

Até aí, nada de mais. O problema é quando, na pressa por resultados rápidos, elas acabam atropelando o processo. Querendo “faturar” de alguma forma logo de cara, insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazer propaganda descarada nos blogs, enviar mensagens comerciais sem permissão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Praticamente todos os internautas do Brasil acessam alguma rede social, sendo que as classes AB e C tem a mesma participação no acesso, revela pesquisa recente do Ibope Mídia. Se levarmos em consideração que o universo de internautas no país já chega a casa de 80 milhões de pessoas, fica fácil entender a ansiedade das empresas em estar presente nesse novo ambiente digital.</p>
<p>Até aí, nada de mais. O problema é quando, na pressa por resultados rápidos, elas acabam atropelando o processo. Querendo “faturar” de alguma forma logo de cara, insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazer propaganda descarada nos blogs, enviar mensagens comerciais sem permissão.</p>
<p>A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.</p>
<p>Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:</p>
<p><strong>1. Entenda como as mídias sociais funcionam </strong>– Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.</p>
<p><strong>2. Entenda como o seu público-alvo interage</strong> – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?</p>
<p><strong>3. Defina a estratégia</strong> – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)</p>
<p><strong>4. Crie um diferencial</strong> – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.</p>
<p><strong>5. Tenha objetivos claros e mensure os resultados</strong> – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claras para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.</p>
<p>Silvio Tanabe é consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet. (<a href="../../clinicadigital">www.magoweb.com/clinicadigital</a>)</p>
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		<title>Artigo &#124; Como investir em marketing digital em 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 23:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.magoweb.com/clinicadigital/?p=2222</guid>
		<description><![CDATA[Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.</p>
<p>Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:<span id="more-2222"></span></p>
<ul>
<li>94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).</li>
<li>Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).</li>
<li>Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).</li>
<li>60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.</li>
<li>Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).</li>
</ul>
<p>Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de <strong>se</strong> (vale a pena), <strong>quando</strong> ou <strong>quanto</strong>, mas de <strong>como</strong>. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:</p>
<p><strong>e-Commerce</strong>: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.</p>
<p><strong>Publicidade online</strong>: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.</p>
<p><strong>Redes socias</strong>: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, esclarecendo dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.</p>
<p><strong>Tendências</strong>: na internet as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.</p>
<p><strong>Profissionalização</strong>: O último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.</p>
<p>Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (<a href="../../clinicadigital">www.magoweb.com/clinicadigital</a>)</p>
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		<title>Marketing Digital &#124; Tendências para o e-commerce em 2011</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/marketing-digital-tendencias-para-o-e-commerce-em-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 02:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[O e-commerce cresce de forma consistente no País, entre 30 e 40% ao ano, devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital - afinal, boa parte da população ainda não navega, o que representa uma demanda de aproximadamente 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo em torno de R$ 15 bilhões de faturamento (desconsiderando as vendas de leilões, automóveis e viagens), esse valor supera as vendas do varejo nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de pessoas.

Um segmento que ganha destaque, embora ainda com menor representatividade em volumes, é o de vestuário. Isto se deve a um problema de padronização, mas os players do setor têm se movimentado para sanar essa questão, visto que ninguém quer ficar de fora dessa demanda. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em centímetros. Nos Estados Unidos, o faturamento com roupas em 2009 foi US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras à distância por catálogos há muito tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O e-commerce cresce de forma consistente no País, entre 30 e 40% ao ano,  devido, principalmente, ao aumento da inclusão digital &#8211; afinal, boa  parte da população ainda não navega, o que representa uma demanda de  aproximadamente 128 milhões de pessoas. Com previsões para 2010 de algo  em torno de R$ 15 bilhões de faturamento (desconsiderando as vendas de  leilões, automóveis e viagens), esse valor supera as vendas do varejo  nos shoppings paulistas. O número de e-buyers hoje é de 23 milhões de  pessoas.</p>
<p>Um segmento que ganha destaque, embora ainda com menor  representatividade em volumes, é o de vestuário. Isto se deve a um  problema de padronização, mas os players do setor têm se movimentado  para sanar essa questão, visto que ninguém quer ficar de fora dessa  demanda. Uma das iniciativas que tem sido tomada é o uso de tamanhos em  centímetros. Nos Estados Unidos, o faturamento com roupas em 2009 foi  US$ 27 bilhões, pois já existe a cultura de compras à distância por  catálogos há muito tempo.</p>
<p><a href="http://www.mundodomarketing.com.br/16809,46,artigos,tendencias-para-o-e-commerce-em-2011.htm">Veja o artigo completo</a></p>
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		<item>
		<title>Artigo &#124; Sites de compras coletivas: oportunidade ou cilada para as PMEs</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/artigo-sites-de-compras-coletivas-oportunidade-ou-cilada-para-as-pmes/</link>
		<comments>http://clinicamarketing8ps.com.br/artigo-sites-de-compras-coletivas-oportunidade-ou-cilada-para-as-pmes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 11:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Compras coletivas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como consultor de marketing digital, tenho recebido muitos questionamentos de empresários de pequenas e médias empresas interessados em investir nos sites de compras coletivas. Seduzidos pela rápida expansão desse segmento (que teve aumento de 231% de setembro a novembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online), perguntam se vale à pena investir, se são apenas moda ou vieram para ficar e se vão ter sucesso.

Em vez de me arriscar a fazer previsões, prefiro analisar exemplos do passado e aproveitar as lições que nos deixaram.

Um dos ancestrais dos sites de compras coletivas surgiu nos anos 80 e fez muito sucesso na TV em São Paulo. O programa era o Shop Tour (que ainda existe, comentaremos mais adiante) e se tornou rapidamente um fenômeno pelos super-descontos oferecidos, da mesma forma que os atuais sites de compras coletivas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como consultor de marketing digital, tenho recebido muitos questionamentos de empresários de pequenas e médias empresas interessados em investir nos sites de compras coletivas. Seduzidos pela rápida expansão desse segmento (que teve aumento de 231% de setembro a novembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online), perguntam se vale à pena investir, se são apenas moda ou vieram para ficar e se vão ter sucesso.</p>
<p>Em vez de me arriscar a fazer previsões, prefiro analisar exemplos do passado e aproveitar as lições que nos deixaram.</p>
<p>Um dos ancestrais dos sites de compras coletivas surgiu nos anos 80 e fez muito sucesso na TV em São Paulo. O programa era o Shop Tour (que ainda existe, comentaremos mais adiante) e se tornou rapidamente um fenômeno pelos super-descontos oferecidos, da mesma forma que os atuais sites de compras coletivas.</p>
<p>O programa passava no pior horário possível, na madrugada de sexta para sábado, e ainda assim era campeão de audiência. Até mesmo os baladeiros não perdiam o programa, tudo mundo esperava o final para sair!</p>
<p>Nele se oferecia de tudo: roupas, sapatos, móveis, objetos de decoração, brindes, jóias, material de construção, papelaria e até fraldas. O apresentador e o dono ou gerente da loja iam mostrando os produtos e os preços, sempre com descontos inacreditáveis. O apresentador, muitas vezes não satisfeito reduzia ainda mais o preço, com a relutância do lojista.</p>
<p>O resultado acontecia no ínicio do final de semana. Filas se formavam logo no início da manhã e antes do meio-dia já haviam esgotado seus estoques!</p>
<p>Shop Tour existe até hoje, embora com outro formato. Da mesma forma, inúmeras empresas passaram pelo programa, mas poucas se sobressaíram além dos descontos que ofereciam. Quando pararam de oferecer produtos com preços muito abaixo da média de mercado, simplesmente sumiram.</p>
<p>Versão moderna do formato, os sites de compras coletivas também têm nos preços baixos o seu maior diferencial, e é aí que mora o perigo. Para chamar a atenção dos consumidores, as empresas focam excessivamente nos descontos, incorrendo em dois grandes riscos. O primeiro é sustentar essa estratégia. Afinal, até quando é possível manter descontos agressivos para se manter em evidência? Mesmo aceitando o argumento de que as “compras coletivas” compensam o desconto, é bom fazer as contas. Quantas pessoas precisam participar para viabilizar um desconto razoável de 30%? E de 90%?</p>
<p>O segundo risco é criar o chamado “caçador de promoções”, o cliente cujo único interesse é aproveitar o seu desconto. Ele não é fiel à sua marca, produto ou loja, mas aos preços baixos. Se você diminuir a oferta, ele imediatamente vai procurar quem ofereça descontos mais atrativo.</p>
<p>Há ainda um agravante. A proliferação dos sites de compra (levantamento do site Bolsa de Ofertas constatou a existência de 246 sites do gênero até o final de novembro) banaliza as promoções, provocando uma saturação. São tantas as ofertas que eles começam a perder o interesse (talvez você mesmo já esteja passando por isso pessoalmente).</p>
<p>Nesse sentido, investir em sites de compras coletivas se torna um círculo vicioso. É necessário oferecer descontos cada vez maiores para manter o interesse e as vendas, enquanto as margens e a sustentabilidade do negócio diminuem.</p>
<p>Não está se fazendo aqui uma crítica aos sites de compra, muito menos que nelas investe. O modelo de negócios é sério e há vários exemplos de sucesso no Brasil e exterior. Quero apenas fazer um alerta. As empresas não podem escorar sua estratégia unicamente em descontos agressivos. Quando o fôlego para oferecer estas promoções se esgotar, sua empresa volta à estaca zero!</p>
<p>Ao analisar o que foi feito no passado também é possível descobrir como evitar cair nesse círculo vicioso. Percebe-se que as empresas bem-sucedidas foram as que fizeram dos descontos um trampolim para tornarem-se mais conhecidas em um curto espaço de tempo.</p>
<p>E não se limitaram a isso. Investiram em outros canais de publicidade e propaganda, no aprimoramento e diversificação, nos diferenciais e atributos dos produtos, enfim, na criação de uma identidade para suas marcas. Desta forma, deixaram de depender dos descontos para atrair consumidores.</p>
<p>Portanto, se há uma lição para ser aproveitada no presente é que o investimento nos sites de compras coletivas seja uma opção dentro de uma estratégia mais abrangente, de longo prazo, que possa ser sustentável e oferecer outros atrativos além dos preços baixos. Para isso, seguem três questionamentos básicos, mas que não deixam de ser importantes:</p>
<p>1) Qual o objetivo da sua promoção? Ter uma fila de clientes atrás do seu produto/serviço ou do desconto que está oferecendo?</p>
<p>2) Sua promoção é viável, você está pronto para atendê-la em termos operacionais para satisfazer os seus clientes? Visite o Reclame Aqui (<a href="http://www.reclameaqui.com.br/">www.reclameaqui.com.br</a>), veja quantas empresas não pensaram nisso e agora estão arcando com as conseqüências.</p>
<p>3) Qual o próximo passo? Ou seja, chamando a atenção com a promoção, o que você vai oferecer em termos de diferenciais para fidelizar os clientes e fazer com que eles comprem novamente?</p>
<p><em>Silvio Tanabe é consultor de marketing digital da Magoweb e autor do blog Clínica Marketing Digital (www.magoweb.com/clinicadigital)</em></p>
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		<title>Artigo &#124; Utilize o e-mail marketing para aumentar suas vendas nesse Natal</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/artigo-utilize-o-e-mail-marketing-para-aumentar-suas-vendas-nesse-natal/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 12:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das melhores ferramentas de marketing digital ainda é o e-mail marketing, é o que aponta um estudo da Econsultancy, que constatou que a maioria dos consumidores prefere receber notificações de publicidade e ofertas especiais por e-mail. O estudo, intitulado “How We Shop in 2010″, ouviu 1,4 mil pessoas nos Estados Unidos e constatou que 42% delas disseram preferir um e-mail, enquanto 33% optariam por uma ligação. Outro dado do estudo que chama a atenção, é que 36% dos entrevistados disseram que já realizaram compras on-line a partir de um e-mail marketing.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Natal desse ano promete, é o que dizem os economistas. Estudo recente, realizado pela consultoria econômica MB Associados, indica que o Natal 2010 poderá ser o melhor de todos os tempos.</p>
<p>Então aproveite para planejar suas estratégias de marketing para este Natal, e contemple campanhas de e-mail marketing, pois além ser uma excelente oportunidade para conquistar novos clientes, cativam e agradam os clientes antigos.<span id="more-1645"></span></p>
<p>Uma das melhores ferramentas de marketing digital ainda é o e-mail marketing, é o que aponta um estudo da Econsultancy, que constatou que a maioria dos consumidores prefere receber notificações de publicidade e ofertas especiais por e-mail. O estudo, intitulado “How We Shop in 2010″, ouviu 1,4 mil pessoas nos Estados Unidos e constatou que 42% delas disseram preferir um e-mail, enquanto 33% optariam por uma ligação. Outro dado do estudo que chama a atenção, é que 36% dos entrevistados disseram que já realizaram compras on-line a partir de um e-mail marketing.</p>
<p>Os números são favoráveis, entretanto, uma a ação de e-mail marketing efetiva requer trabalho e planejamento, pois a comunicação digital utilizada de forma adequada e eficiente possibilita incremento nas vendas.</p>
<p>Para que sua campanha de e-mail marketing neste Natal seja um sucesso, alguns cuidados são essenciais;</p>
<ul>
<li>O primeiro passo: estabeleça os objetivos e estratégias da sua campanha.</li>
<li>É fundamental que você conheça seu público alvo e ofereça o que for de seu interesse forma coerente e responsável.</li>
<li>O título da mensagem é extremamente importante, capriche. Mas lembre-se, o título precisa ter relação com o conteúdo da mensagem.</li>
<li>Elabore o conteúdo, um belo design dá um toque especial e uma boa redação estimula o interesse do leitor.</li>
<li>O e-mail marketing pode ter diferentes propósitos, então aproveite o momento e ofereça uma promoção ou uma condição especial, como benefícios e descontos, por exemplo.</li>
<li>Destaque os diferenciais de seus produtos e serviços, pois nesse período haverão muitas promoções, e só preço pode não ser um fator determinante para a compra.</li>
<li>E, não se esqueça do carinhoso voto de “Boas Festas”.</li>
</ul>
<p>Mas lembre-se, as campanhas de email marketing precisam ser éticas e feitas com responsabilidade, sempre dando ao usuário a opção de descadastramento da lista de destinatários. Confira as regras do uso correto e-mail marketing, <a href="http://www.abemd.org.br/AutoRegulamentacao/AutoRegulamentacaoEmailMkt.aspx">http://www.abemd.org.br/AutoRegulamentacao/AutoRegulamentacaoEmailMkt.aspx</a>.</p>
<p>Com perspectivas de um Natal promissor e a utilização adequada desta excelente ferramenta de marketing, você deverá colher bons resultados. Aproveite.</p>
<p><em>Cindy Krug nawa é consultora de marketing digital da Magoweb</em></p>
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