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	<title>clinicamarketing8ps.com.br &#187; e-Commerce</title>
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		<title>As novas tecnologias para o e-commerce</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o consumidor finaliza a compra de um produto por meio de uma loja virtual, nem imagina a quantidade de processos e tecnologias pelas quais passou para realizar a transação. Tanto antes quanto depois, na hora da entrega, há uma grande quantidade de ferramentas, funcionários, atividades e técnicas com as quais o varejista pode contar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Quando o consumidor finaliza a compra de um produto por meio de uma loja virtual, nem imagina a quantidade de processos e tecnologias pelas quais passou para realizar a transação. Tanto antes quanto depois, na hora da entrega, há uma grande quantidade de ferramentas, funcionários, atividades e técnicas com as quais o varejista pode contar para proporcionar a melhor experiência ao usuário e maior retorno financeiro.</span></p>
<p>Mas há ainda bastante espaço para aprimoramento. Ao menos segundo Norberto Torres, sócio-diretor da Uniconsult Sistemas, veremos em 2012 ainda mais evoluções tecnológicas no e-commerce. Durante o processo de pré-compra, isto é, antes de efetuar a transação pelo produto, há já uma série de &#8220;robôs&#8221; coletando informações e monitorando a navegação do consumidor.</p>
<p>&#8220;Tem muitas empresas fazendo coisas novas e desenvolvendo esses robôs&#8221;, conta o executivo, apesar de reconhecer as implicações na questão de privacidade para o usuário. De qualquer forma, isso possibilita a oferta personalizada de produtos e promoções. &#8220;Essa inteligência está sendo aperfeiçoada. Gerenciamento de catálogos é uma das coisas para dar sentido e acumular informações sobre os clientes e estabelecer relações entre produtos, o que há pouco tempo não se fazia&#8221;, explica o diretor da Uniconsult, afirmando hoje existirem tecnologias mais complexas em desenvolvimento na área.</p>
<p>De acordo com Torres, depois de efetuada a compra, há um processo de programação para e-commerce ainda &#8220;tradicional&#8221;. &#8220;Hoje, existe toda uma base para construir processos baseados especificamente nisso, tornando tudo flexível e mais fácil de entender e cobrir os gargalos&#8221;, afirma. Isso já existe, mas orientado a serviços para o varejo eletrônico, segundo ele, ainda é algo inédito no Brasil, com a Uniconsult como pioneira.</p>
<p>Ponto importante também é a automação, algo em fase de consolidação em 2012 no setor varejista brasileiro, segundo o executivo. Isso permite uma integração entre sistemas para realizar uma experiência de compra ágil e eficaz, mas ainda depende de um bom funcionamento da parte da entrega da mercadoria. &#8220;A logística melhorou um pouco de 2010 para cá, as empresas não deixam mais entrarem pedidos além da capacidade delas&#8221;, diz.</p>
<p>Para ele, a integração permite saber melhor quando há problemas. &#8220;Essa tecnologia de orientação de processos tem embutida um controle maior &#8211; se eu já tenho muitos pedidos, ela identifica a situação sem ser preciso um segundo software customizado para isso&#8221;, explica Norberto Torres.</p>
<p><strong>Novas modalidades</strong></p>
<p>Há também uma tendência capaz de ganhar força em 2012 no varejo eletrônico: o F2C, sigla em inglês para &#8220;Fabricante ao Consumidor&#8221;. Com as facilidades dos avanços tecnológicos atuais, fica mais fácil as próprias indústrias, como Dell e Apple, por exemplo, venderem diretamente ao usuário seus produtos.</p>
<p>Atrelado a isso, há o conceito de HUB de varejo, no qual um operador atua como intermediário, mas não como vendedor, com acesso a sistemas logísticos e gerenciadores de catálogos.</p>
<p>De qualquer forma, a grande bola da vez parece mesmo ser as plataformas móveis. &#8220;No Brasil há uma boa chance de prosperar por conta da disseminação de celulares comuns e smartphones&#8221;, afirma Torres. Quanto mais recursos e maior for a tela para a interface, maiores são as chances de atrair o consumidor. Somado a isso, com a Lei do Bem beneficiando tablets e, talvez, até mesmo os telefones inteligentes, o acesso à web por meio desses aparelhos deverá crescer ainda mais no País.</p>
<p><strong>Mercado</strong></p>
<p>Mas nada disso irá adiantar na loja virtual se não houver um cuidado com o chamado &#8220;damage control&#8221; para preservar a marca. &#8220;A melhor coisa que a empresa faz é aceitar os comentários negativos e responder a isso&#8221;, diz o sócio-diretor da Uniconsult. Para tanto, há recursos tecnológicos para filtrar o conteúdo de maneira a melhor estabelecer um monitoramento em redes sociais, blogs ou sites de reclamações de consumidores.</p>
<p>Mas Torres alerta para a necessidade de não só tomar conhecimento e entender o apelo do cliente, mas também não deixá-lo sem resposta. &#8220;Tem de usar bons recursos para ver o que está acontecendo, ter a capacidade de agir rápido e responder de forma adequada.&#8221;</p>
<p>Com isso, espera-se um crescimento significativo do e-commerce no Brasil. Para Norberto Torres, há uma prática de utilizar o passado para prever o futuro do mercado, algo, de fato, vantajoso para o varejo tradicional. No entanto, para o virtual, o crescimento histórico não representa, necessariamente, o futuro.</p>
<p>&#8220;Existem referenciais apontando o e-commerce como 1% do comércio total, com o varejo crescendo cerca de 5% ao ano no total. Se pensasse dessa forma, acreditaria em um crescimento idêntico&#8221;, explica. &#8220;Basta haver uma reestruturação do mercado e, mesmo com uma taxa baixa de crescimento do comércio tradicional, o digital pode ter projeções ainda muito grandes&#8221;, completa. &#8220;É inútil pensar assim&#8221;, determina.</p>
<p>Fonte:</p>
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		<title>Mais da metade dos consumidores nos EUA usa celular para pesquisa de compras</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais da metade dos usuários de celulares nos Estados Unidos utiliza o aparelho no momento da compra nas lojas. Uma pesquisa realizada pela Pew Internet &#38; American Life Project, no período anterior às compras de Natal, mapeou a maneira com os consumidores utilizam o aparelho e constatou que o uso real entre eles não está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais da metade dos usuários de celulares nos Estados Unidos utiliza o aparelho no momento da compra nas lojas. Uma pesquisa realizada pela Pew Internet &amp; American Life Project, no período anterior às compras de Natal, mapeou a maneira com os consumidores utilizam o aparelho e constatou que o uso real entre eles não está necessariamente relacionado a aplicativos ou emprego como meio de pagamento.</p>
<p>De acordo com os dados, 38% dos entrevistados usaram o celular para ligar para amigos em busca de recomendações de produtos. Além disso, cerca um quarto utilizou a internet móvel para pesquisar preços de produtos em lojas concorrentes. Por fim, 24% dos consumidores fizeram pesquisas online por meio do aparelho em busca de vantagens e desvantagens da compra pretendida.<span id="more-4729"></span></p>
<p>A pesquisa concluiu que 52% dos consumidores utilizaram o celular ao menos uma vez durante as compras. Um grupo menor, 33%, utilizou o aparelho apenas para acessar a internet para buscas de preços e recomendações.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/30/01/2012/mais-da-metade-dos-consumidores-nos-eua-usa-celular-para-pesquisa-de-compras/ti/259997/news.aspx">TI Inside</a></p>
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		<title>Tendências 2012: Jogos sociais como estratégia de marketing no e-commerce</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 10:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[jogos sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A cada ano, surge um artifício, uma promessa, para aumentar o engajamento dos consumidores e também as vendas do comércio eletrônico. Para 2012, a aposta está na ‘gameficação’ das plataformas de e-commerce. Esse já é um mercado promissor no Brasil. Segundo a Superdata, em apenas três anos, o faturamento dos jogos sociais vai saltar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada ano, surge um artifício, uma promessa, para aumentar o engajamento dos consumidores e também as vendas do comércio eletrônico. Para 2012, a aposta está na ‘gameficação’ das plataformas de e-commerce. Esse já é um mercado promissor no Brasil. Segundo a Superdata, em apenas três anos, o faturamento dos jogos sociais vai saltar para US$ 238 milhões, contra os US$ 136 milhões estimados para o ano que passou.</p>
<p>Jogos sociais funcionam atualmente como ferramentas de marketing para estimular a interação do público-alvo com a marca ou empresa e em breve devem começar a trajetória em lojas virtuais. “Games tornam a compra uma experiência mais divertida e, por isso, podem impactar diretamente no volume das vendas”, afirma o gerente de marketing da JET Tecnologia em Comércio Eletrônico, Marcelo F. Silva.<span id="more-4695"></span></p>
<p>Com 35 milhões de usuários no mercado – de acordo com estudo divulgado pela NewZoo –, os games virtuais atraem também pela facilidade de uso, um dos conceitos que devem permanecer quando aplicados ao e-commerce. A expertise da empresa precisa ser contemplada para garantir o envolvimento do consumidor com o produto de interesse. “Integrar jogos ao processo de compra é ainda uma tendência, projetada para começar a se difundir neste novo ano. A expectativa é que ela dê muito certo quando relacionada ao gosto do público-alvo.”</p>
<p><strong>Vida real</strong></p>
<p>Grande parte dos jogos sociais é desenvolvida para ser uma extensão da vida real. Assim também funcionam as redes de relacionamento, onde os games poderão repercutir positivamente para a marca. Algumas empresas enxergaram longe e já garantiram presença no ambiente de jogos populares em plataformas sociais, como o Facebook.</p>
<p>Para Silva, iniciativas que visam o engajamento do consumidor são fundamentais no comércio eletrônico, principalmente por conta da concorrência acirrada vivida pelos empresários do setor. “Com certeza, é preciso estar à frente das necessidades do consumidor. Os jogos sociais não precisam estar implementados direto na plataforma de vendas. Eles podem ser disponibilizados nas fan pages, por exemplo. O ambiente é propício para aumentar a interação do público e facilita a inserção de aplicativos. O que está claro é que eles podem ser aliados na hora da venda”, finaliza.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.inteligemcia.com.br/57943/2012/01/12/jogos-sociais-podem-se-tornar-uma-estrategia-de-marketing-no-e-commerce/">Inteligêmcia </a></p>
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		<title>e-Commerce fatura R$ 2,6 bilhões no Natal 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 10:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Natal de 2011 foi positivo para o comércio eletrônico. De acordo com a e-bit, a data sazonal cumpriu o previsto e teve um crescimento nominal de 20% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas em shoppings cresceram somente 5,5%, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Entre 15 de novembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Natal de 2011 foi positivo para o comércio eletrônico. De acordo com a e-bit, a data sazonal cumpriu o previsto e teve um crescimento nominal de 20% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas em shoppings cresceram somente 5,5%, segundo dados da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).</p>
<p>Entre 15 de novembro e 24 de dezembro de 2011, o faturamento do e-commerce chegou a R$ 2,6 bilhões e o ticket médio ficou em R$ 347. Além disso, o número de pedidos cresceu 27% em relação ao mesmo período de 2010, o que demonstra que os esforços dos lojistas para que problemas como os que ocorreram no Natal passado não voltassem a acontecer.<span id="more-4692"></span></p>
<p>Dentre as providências, as empresas investiram em logística, tecnologia, centros de distribuição e capacitação de profissionais. O resultado desse trabalho foi a redução na taxa de atrasos, que caiu de 17% em 2010 para 13% em 2011.</p>
<p>A categoria mais vendida foi “Eletrodomésticos”, seguida de “Saúde, Beleza e Medicamentos”, e “Informática”, “Moda &amp; Acessórios”. O grande volume de pedidos na categoria “Saúde, Beleza e Medicamentos” já era característico da data. Porém, “Moda &amp; Acessórios” se consolidou de vez entre os mais vendidos, revelando a preferência dos consumidores em presentear parentes e amigos com vestuário.</p>
<p>Por outro lado, “Livros e Assinaturas &amp; Revistas”, categoria tradicional do e-commerce, ficou de fora do Top 5, ocupando o 6° lugar. “Brinquedos &amp; Games” subiu uma posição em relação a 2010 e ficou na 8° posição do ranking.</p>
<p>“O Natal de 2011 foi muito positivo para o comércio eletrônico no Brasil, principalmente pelo recuo de 4 pontos percentuais nos atrasos, o que demonstra que o setor está amadurecido e mais bem preparado”, conclui Cris Rother, diretora da e-bit.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.revistanovarejo.com.br/varejo-em-foco/pesquisas-e-fluxo-do-varejo/2157-comercio-eletronico-faturou-r-26-bilhoes-no-ultimo-natal"> No Varejo</a></p>
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		<title>Brasil deve ser o 4º maior em comércio eletrônico até 2015</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo dados do índice estatístico de vendas online no mercado internaticional, o T-Index 2015, o Brasil aparece em 6º lugar entre as dez maiores nações que lidam com e-commerce, e deve subir para a quarta posição, influenciado pela crise mundial, associado à população na internet e ao PIB per capita estimado. No estudo, o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados do índice estatístico de vendas online no mercado internaticional, o T-Index 2015, o Brasil aparece em 6º lugar entre as dez maiores nações que lidam com e-commerce, e deve subir para a quarta posição, influenciado pela crise mundial, associado à população na internet e ao PIB per capita estimado.</p>
<p>No estudo, o Brasil aparece atualmente em sétimo lugar entre os dez países com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Segundo a projeção do T-Index 2015, os EUA que hoje é o primeiro colocado em vendas virtuais com participação de 24,4%, será desbancado nos próximos quatro anos pela China.<span id="more-4639"></span></p>
<p>O mercado chinês tem atualmente uma fatia de 11,5% do e-commerce mundial, mas em 2015 será responsável por 18,8% dos negócios na web, enquanto a fatia dos EUA será reduzida para 16,8%.  O Japão permanecerá no terceiro posto, porém apresentará uma queda, passando de uma participação de 6,6% em 2011 para 4,9% em 2015.</p>
<p>Já o Brasil, que aparece atualmente no estudo em sexto lugar, com participação de 3% aumentará sua fatia para 4,3%,também subirá no ranking. As previsões do T-Index 2015 apontam que o mercado brasileiro ocupará a quarta posição em quatro anos, com a queda dos EUA, Alemanha e Reino Unido.</p>
<p>Dentre os países emergentes de maior crescimento, figuram a China (63,4%), Brasil (43,3%), Rússia (27,5%), Índia (26,6%), Indonésia (20,8%) e a Turquia (20%). O cálculo da projeção supõe uma tendência de crescimento linear para todos os países. Se a China mantiver a taxa de aumento que apresentou desde 2005 até 2009, pode superar os Estados Unidos em 2015.</p>
<p>No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer uma leve queda que pode influenciar a sua projeção para 2015.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111229103546&amp;assunto=195&amp;onde=Ultimas">Diário de Pernambuco</a></p>
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		<item>
		<title>Social commerce representará de 10% a 15% do consumo mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo conspira para o social commerce. Primeiro, as compras on-line só crescem. Só entre novembro e o início de dezembro, com a Black Friday e a Black Monday, elas geraram US$ 24,6 bilhões nos Estados Unidos, segundo a consultoria comScore &#8211; US$ 3 bilhões a mais que no mesmo período em 2010. E, de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo conspira para o social commerce. Primeiro, as compras on-line só crescem. Só entre novembro e o início de dezembro, com a Black Friday e a Black Monday, elas geraram US$ 24,6 bilhões nos Estados Unidos, segundo a consultoria comScore &#8211; US$ 3 bilhões a mais que no mesmo período em 2010. E, de acordo com a consultoria IDC, nos próximos cinco anos, entre 10% e 15% do consumo mundial será feito nas redes sociais, especialmente o Facebook (agora com mais de 800 milhões de usuários).</p>
<p>E projeções da consultoria americana Booz &amp; Co. dizem que o social commerce vai faturar internacionalmente cerca de US$ 5 bilhões este ano e passar de US$ 30 bilhões em 2015. Segundo Tatiana Albuquerque, cofundadora da E-Like, desenvolvedora do aplicativo Meu Shopping, na rede de Mark Zuckerberg, se os internautas americanos já gastam mais de 30% de sua navegação no Facebook, dentro da rede a maior parte do tempo de um usuário (27%) é passado em seu próprio mural &#8211; daí a importância de as empresas aproveitarem esse espaço adequadamente do ponto de vista das compras on-line. O que nem todo mundo faz &#8211; até porque as compras sociais via web ainda são um fenômeno recente.<span id="more-4652"></span></p>
<p>- Veja bem, pesquisas nos Estados Unidos mostram que há entre 40 e 150 vezes mais chances de um usuário do Facebook consumir diretamente dentro de seu mural do que indo para um site de comércio eletrônico &#8211; diz Tatiana. &#8211; É também por esse motivo que não é o caso de simplesmente transpor uma loja de e-commerce para a rede social, já que a experiência de compra é diferente.</p>
<p>Para Daniel Deivisson, um dos sócios-diretores da plataforma de f-commerce Bee Social, lançada no Facebook recentemente (com um investimento de R$ 3 milhões), a diferença está na interação de fato do usuário com outros internautas.</p>
<p>- Diferentemente do comércio eletrônico tradicional, em que a compra é individual, e também das compras coletivas, em que se trata de comprar no atacado para obter descontos, uma ferramenta de social commerce investe na interação do consumidor com seus amigos, parentes, colegas e conhecidos &#8211; afirma Deivisson. &#8211; As iniciativas devem utilizar as novas possibilidades de interface dentro do Facebook (valendo-se da plataforma Open Graph, lançada no último encontro de desenvolvedores para a rede social, o F8) para criar novos botões e formas de fomento do consumo entre os usuários.</p>
<p>Um exemplo é a linha do tempo criada pela Bee Social sobre as ações do cliente na plataforma de social commerce, criando um &#8220;buzz&#8221; sobre as transações. Segundo João Monteiro, desenvolvedor da ferramenta, foram criadas várias funções para facilitar esse novo jeito de comprar.</p>
<p>Análise de dados avançada nas redes</p>
<p>Já o Meu Shopping conta com ferramentas como o E-Gift, presente em dinheiro que um usuário pode enviar a um amigo do Facebook para gastar numa loja. O botão &#8220;Curtir&#8221; ganhou variações como o &#8220;Quero&#8221; (no Meu Shopping, que pode servir de base para uma lista de produtos desejados acoplada ao perfil do usuário), o &#8220;Conferiu&#8221; e o &#8220;Comprou&#8221; (no BeeSocial, que atestam a visita de um usuário à página de uma oferta e listam o que ele adquiriu em suas compras).</p>
<p>- Outra funcionalidade interessante que agregamos é a chance de comparar dois produtos e jogar essa mensagem no mural para os amigos compararem. Por exemplo, uma TV LCD Samsung ou LG? É algo que já havia no e-commerce, mas que ganha viés social &#8211; explica João Monteiro, desenvolvedor do BeeSocial.</p>
<p>Flávio Berman, diretor da E-Like, diz que um dos mandamentos do social commerce é não enxergar o usuário apenas como um cliente, já que, no Facebook, ele aprendeu a &#8220;curtir&#8221; marcas além de posts.</p>
<p>- A marca deve oferecer tratamento especial para seus fãs. Como o próprio nome já diz, eles não são apenas interessados na sua marca, por isso devem ser recompensados, e o boca a boca, estimulado &#8211; diz.</p>
<p>Tatiana Albuquerque acrescenta que é preciso acompanhar cada movimento dos fãs dentro da loja virtual no Facebook ou outra rede.</p>
<p>- É preciso ouvi-los, ficar atento ao que eles estão dizendo sobre a marca e seus produtos &#8211; explica. &#8211; O que eles estão curtindo na sua loja? Antes de tudo, é preciso entender às necessidades deles e usar isso a favor da marca.</p>
<p>Tradicionalmente, o e-commerce procura colecionar informações sobre as preferências de seus consumidores. Mas nas redes sociais isso pode ser feito de maneira muito mais eficaz.</p>
<p>- O chamado data mining (garimpagem de dados, e sua análise) é enriquecido no social commerce &#8211; diz João Ricardo Matta, presidente do BeeSocial. &#8211; Você tem o perfil do usuário, dados dos amigos, e com isso pode aperfeiçoar bem a experiência de compra.</p>
<p>Isso, naturalmente, respeitando a privacidade do usuário. Esse é o lado espinhoso da coisa &#8211; já que os shoppings sociais são aplicativos e todo aplicativo no Facebook precisa de permissões dos usuários para funcionar, como acesso aos amigos, autorização para publicar posts em seu nome etc. Tatiana concorda que às vezes a batelada de permissões exigidas pode assustar um pouco.</p>
<p>- Mas, para uma integração completa ao processo, com todas as funções operantes, é preciso autorizar, do contrário a experiência não fica completa &#8211; pondera.</p>
<p>A maioria das iniciativas de e-commerce procura explorar as funções do Facebook, a maior rede social do mundo. Mas há quem aposte num esquema bem diferente. É o caso da eiBOW, empresa que desenvolveu uma rede social própria voltada para trocar experiências sobre compras. Diferentemente dos shoppings de social commerce no Facebook, a eiBOW não inclui o processo de compra dentro de seu ambiente, mas indica os links de lojas parceiras para a aquisição final dos produtos.</p>
<p>- Nosso ambiente funciona como um ponto de troca de opiniões sobre produtos entre os usuários &#8211; explica Guilherme Bastian, um dos sócios-diretores do site. &#8211; Tanto que, logo que se inscreve, o usuário passa por telas que o instam a definir sua personalidade e seus gostos pessoais, além de mencionar seu ramo de trabalho.</p>
<p>Além dessas telas, que já induzem a uma personalização das ofertas que posteriormente aparecerão no perfil do usuário, a eiBOW tem funcionalidades como Favoritos, onde se pode listar as ofertas desejadas; Rejeitados, em que o usuário descarta determinados produtos apresentados pelo site, o que melhora a inteligência da ferramenta ao sugerir novas opções; e Vamos Combinar, onde é possível combinar virtualmente com alguns amigos que itens mais têm a ver com você ou outros contatos.</p>
<p>Fonte: <a href="Tudo conspira para o social commerce. Primeiro, as compras on-line só crescem. Só entre novembro e o início de dezembro, com a Black Friday e a Black Monday, elas geraram US$ 24,6 bilhões nos Estados Unidos, segundo a consultoria comScore - US$ 3 bilhões a mais que no mesmo período em 2010. E, de acordo com a consultoria IDC, nos próximos cinco anos, entre 10% e 15% do consumo mundial será feito nas redes sociais, especialmente o Facebook (agora com mais de 800 milhões de usuários). E projeções da consultoria americana Booz &amp; Co. dizem que o social commerce vai faturar internacionalmente cerca de US$ 5 bilhões este ano e passar de US$ 30 bilhões em 2015. Segundo Tatiana Albuquerque, cofundadora da E-Like, desenvolvedora do aplicativo Meu Shopping, na rede de Mark Zuckerberg, se os internautas americanos já gastam mais de 30% de sua navegação no Facebook, dentro da rede a maior parte do tempo de um usuário (27%) é passado em seu próprio mural - daí a importância de as empresas aproveitarem esse espaço adequadamente do ponto de vista das compras on-line. O que nem todo mundo faz - até porque as compras sociais via web ainda são um fenômeno recente. - Veja bem, pesquisas nos Estados Unidos mostram que há entre 40 e 150 vezes mais chances de um usuário do Facebook consumir diretamente dentro de seu mural do que indo para um site de comércio eletrônico - diz Tatiana. - É também por esse motivo que não é o caso de simplesmente transpor uma loja de e-commerce para a rede social, já que a experiência de compra é diferente. Para Daniel Deivisson, um dos sócios-diretores da plataforma de f-commerce Bee Social, lançada no Facebook recentemente (com um investimento de R$ 3 milhões), a diferença está na interação de fato do usuário com outros internautas. - Diferentemente do comércio eletrônico tradicional, em que a compra é individual, e também das compras coletivas, em que se trata de comprar no atacado para obter descontos, uma ferramenta de social commerce investe na interação do consumidor com seus amigos, parentes, colegas e conhecidos - afirma Deivisson. - As iniciativas devem utilizar as novas possibilidades de interface dentro do Facebook (valendo-se da plataforma Open Graph, lançada no último encontro de desenvolvedores para a rede social, o F8) para criar novos botões e formas de fomento do consumo entre os usuários. Um exemplo é a linha do tempo criada pela Bee Social sobre as ações do cliente na plataforma de social commerce, criando um &quot;buzz&quot; sobre as transações. Segundo João Monteiro, desenvolvedor da ferramenta, foram criadas várias funções para facilitar esse novo jeito de comprar. Análise de dados avançada nas redes Já o Meu Shopping conta com ferramentas como o E-Gift, presente em dinheiro que um usuário pode enviar a um amigo do Facebook para gastar numa loja. O botão &quot;Curtir&quot; ganhou variações como o &quot;Quero&quot; (no Meu Shopping, que pode servir de base para uma lista de produtos desejados acoplada ao perfil do usuário), o &quot;Conferiu&quot; e o &quot;Comprou&quot; (no BeeSocial, que atestam a visita de um usuário à página de uma oferta e listam o que ele adquiriu em suas compras). - Outra funcionalidade interessante que agregamos é a chance de comparar dois produtos e jogar essa mensagem no mural para os amigos compararem. Por exemplo, uma TV LCD Samsung ou LG? É algo que já havia no e-commerce, mas que ganha viés social - explica João Monteiro, desenvolvedor do BeeSocial. Flávio Berman, diretor da E-Like, diz que um dos mandamentos do social commerce é não enxergar o usuário apenas como um cliente, já que, no Facebook, ele aprendeu a &quot;curtir&quot; marcas além de posts. - A marca deve oferecer tratamento especial para seus fãs. Como o próprio nome já diz, eles não são apenas interessados na sua marca, por isso devem ser recompensados, e o boca a boca, estimulado - diz. Tatiana Albuquerque acrescenta que é preciso acompanhar cada movimento dos fãs dentro da loja virtual no Facebook ou outra rede. - É preciso ouvi-los, ficar atento ao que eles estão dizendo sobre a marca e seus produtos - explica. - O que eles estão curtindo na sua loja? Antes de tudo, é preciso entender às necessidades deles e usar isso a favor da marca. Tradicionalmente, o e-commerce procura colecionar informações sobre as preferências de seus consumidores. Mas nas redes sociais isso pode ser feito de maneira muito mais eficaz. - O chamado data mining (garimpagem de dados, e sua análise) é enriquecido no social commerce - diz João Ricardo Matta, presidente do BeeSocial. - Você tem o perfil do usuário, dados dos amigos, e com isso pode aperfeiçoar bem a experiência de compra. Isso, naturalmente, respeitando a privacidade do usuário. Esse é o lado espinhoso da coisa - já que os shoppings sociais são aplicativos e todo aplicativo no Facebook precisa de permissões dos usuários para funcionar, como acesso aos amigos, autorização para publicar posts em seu nome etc. Tatiana concorda que às vezes a batelada de permissões exigidas pode assustar um pouco. - Mas, para uma integração completa ao processo, com todas as funções operantes, é preciso autorizar, do contrário a experiência não fica completa - pondera. A maioria das iniciativas de e-commerce procura explorar as funções do Facebook, a maior rede social do mundo. Mas há quem aposte num esquema bem diferente. É o caso da eiBOW, empresa que desenvolveu uma rede social própria voltada para trocar experiências sobre compras. Diferentemente dos shoppings de social commerce no Facebook, a eiBOW não inclui o processo de compra dentro de seu ambiente, mas indica os links de lojas parceiras para a aquisição final dos produtos. - Nosso ambiente funciona como um ponto de troca de opiniões sobre produtos entre os usuários - explica Guilherme Bastian, um dos sócios-diretores do site. - Tanto que, logo que se inscreve, o usuário passa por telas que o instam a definir sua personalidade e seus gostos pessoais, além de mencionar seu ramo de trabalho. Além dessas telas, que já induzem a uma personalização das ofertas que posteriormente aparecerão no perfil do usuário, a eiBOW tem funcionalidades como Favoritos, onde se pode listar as ofertas desejadas; Rejeitados, em que o usuário descarta determinados produtos apresentados pelo site, o que melhora a inteligência da ferramenta ao sugerir novas opções; e Vamos Combinar, onde é possível combinar virtualmente com alguns amigos que itens mais têm a ver com você ou outros contatos.">Yahoo</a></p>
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		<title>Fipe e Buscapé lançam índice de preços para o e-commerce</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 10:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O Buscapé e a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), entidade que realiza pesquisas econômicas no Brasil, lançaram o Índice Fipe Buscapé. A nova métrica tem como objetivo analisar o comportamento dos preços das lojas online no país. A cada mês, as empresas prometem fazer uma radiografia de mais de 1,3 milhão de produtos à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Buscapé e a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), entidade que realiza pesquisas econômicas no Brasil, lançaram o Índice Fipe Buscapé. A nova métrica tem como objetivo analisar o comportamento dos preços das lojas online no país. A cada mês, as empresas prometem fazer uma radiografia de mais de 1,3 milhão de produtos à venda no e-commerce brasileiro.<span id="more-4573"></span></p>
<p>Desenvolvido com metodologia da Fipe a partir de uma análise detalhada de dados recolhidos do Buscapé e da e-bit &#8211; o que representa mais de 50 mil lojas listadas -, o Índice tem a intenção de atender o interesse tanto dos compradores quanto dos vendedores, que não tinham acesso a dados detalhados de preços praticados nas lojas online. As compras no comércio eletrônico vêm crescendo fortemente nos últimos anos e estava mais do que na hora de criarmos um índice como este”, assinala Romero Rodrigues, presidente do Buscapé Company.<br />
&#8220;A composição das compras no comércio eletrônico é bastante diferente da estrutura de pesos dos IPCs&#8221;, assinala o professor Dr. Sérgio Crispim, da Fipe. &#8220;De acordo com a e-bit, entre 2001 e 2011 o e-commerce cresceu uma média de 43,5% ao ano e o Índice nos ajudará justamente a acompanhar a variação dos preços de produtos em 10 categorias e 156 subcategorias que representam cerca de 80% das compras feitas online. São produtos muito expressivos que justificam um monitoramento específico e aprofundado de preços&#8221;, explica,</p>
<p><strong>10 categorias</strong></p>
<p>A análise foi dividida em 10 categorias: Fotografia, Telefonia, Eletrônicos, Moda e Acessórios, Informática, Esportes e Lazer, Eletrodomésticos, Cosméticos e Perfumaria, Casa e Decoração, e Brinquedos e Games.</p>
<p>De acordo com o Índice, no geral, os preços ao consumidor no comércio eletrônico apresentaram deflação de 9,6% entre janeiro e novembro deste ano. Ainda de acordo com o Índice, a categoria que apresentou maior queda nos preços, de 21,8%, foi Fotografia, e a que registrou maior elevação, de 6,6%, foi Brinquedos e Games. Em termos reais, com o deflator Fipe Buscapé, o Índice indica também que o comércio eletrônico deverá crescer 39,1% em 2011 em relação ao ano passado.  Desta forma será possível avaliar a partir de agora o crescimento real do e-commerce brasileiro.</p>
<p>De acordo com o professor Sérgio Crispim, as 10 categorias acompanhadas pelo Índice Fipe Buscapé devem representar cerca de R$ 270 bilhões em consumo das famílias brasileiras em 2011 e os 156 produtos monitorados diretamente, em torno de R$ 150 bilhões. &#8220;O Índice será um importante indicador do movimento dos preços no e-commerce brasileiro&#8221;, pontua</p>
<p>Entre os Eletrodomésticos, que tiveram deflação média de 2,8% no período de janeiro a novembro de 2011, os produtos que sofreram maior queda nos preços foram os Condicionadores de Ar, com 9,6% de redução, enquanto os que apresentaram maior elevação foram os Aspiradores de Pó, com 6,9% de aumento.</p>
<p>No caso dos Eletrônicos, que tiveram queda média nos preços de 13,4% no período, o produto que teve maior deflação foi o Conversor Digital, com 23,5% de redução, e o que demonstrou maior inflação foi o Auto DVD Player, com 6,9% de aumento.</p>
<p>Em Informática, o Índice Fipe Buscapé mostra que os preços médios caíram 5,4%, sendo que Placa de Vídeo lidera o ranking de queda com 31,3% e PC / Desktop foi o que mais apresentou crescimento, mas com apenas 1% de elevação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/fipe-e-buscape-lancam-indice-de-precos-para-o-e-commerce,-que-aponta-deflacao-de-9,6-em-1-ano">Olhar Digital</a></p>
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		<title>E-commerce registra mais de 32 milhões de usuários no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 11:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sites de comércio eletrônico no Brasil registraram mais de 32 milhões usuários únicos no mês de outubro, de acordo com dados da consultoria Ibope Nielsen Online. O número é um pouco maior do que os 30,8 milhões de usuários registrados em setembro para esse mesmo segmento. O maior aumento aconteceu nas lojas de varejo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Os sites de comércio eletrônico no Brasil registraram mais de 32 milhões usuários únicos no mês de outubro, de acordo com dados da consultoria Ibope Nielsen Online. O número é um pouco maior do que os 30,8 milhões de usuários registrados em setembro para esse mesmo segmento.</p>
<p>O maior aumento aconteceu nas lojas de varejo, que atingiram 27,5 milhões de pessoas em outubro, contra 25,8 milhões no mês anterior. Com um salto de mais dois milhões de usuários no período – (de 8,2 milhões em setembro para 10,5 mi em outubro), as lojas de calçados, roupas e acessórios de moda foram algumas das principais responsáveis por esse crescimento no comércio eletrônico no país. Um pouco atrás ficaram os sites de cupons/recompensas, guias/shoppings/comparação de preços, e gratuitos/promocionais.<span id="more-4564"></span></p>
<p>Além disso, as lojas online de calçados também ficaram entre as que mais anunciaram na web no mês. De acordo com dados do serviço de monitoramento AdRelevance, o segmento conseguiu emplacar nada menos que três varejistas entre os 10 maiores anunciantes de outubro – esses três sites foram responsáveis por mais de 1 300 banners publicitários no período.</p>
<p><strong>Número de internautas cresce</strong><br />
O número total de usuários ativos brasileiros na web também cresceu no último mês de outubro. No período, foram registrados 46,7 milhões de usuários ativos de um total de 61,2 milhões com acesso a Internet em casa ou no trabalho. Esse número representou aumento de 0,8% em relação a setembro deste ano e cerca de 12% contra outubro de 2010.</p>
<p>Já o número total de brasileiros com acesso a rede a partir de qualquer ambiente (incluindo domicilio, trabalho, escolas e lan houses, etc) registrou 78,5 milhões de pessoas no terceiro trimestre deste ano, 6% a mais em relação ao mesmo período de 2010 e 18% superior ao Q3 de 2009.</p>
<p>Fonte: IDG Now!</p>
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		<title>Mais de 50% dos e-consumidores têm gasto médio de até R$ 500</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 01:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais da metade dos brasileiros que realizam compras pela internet (54,2%) tem um gasto médio entre R$ 100 e R$ 500, de acordo com pesquisa encomendada à OH!Panel pelo Mercado Pago. O levantamento constatou que 21,6% dos usuários de comércio eletrônico estariam dispostos a desembolsar mais de R$ 1,5 mil. Além disso, revela ainda que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais da metade dos brasileiros que realizam compras pela internet (54,2%) tem um gasto médio entre R$ 100 e R$ 500, de acordo com pesquisa encomendada à OH!Panel pelo Mercado Pago. O levantamento constatou que 21,6% dos usuários de comércio eletrônico estariam dispostos a desembolsar mais de R$ 1,5 mil. Além disso, revela ainda que 80% utilizam plataformas de pagamento para efetuar a compra – eles citam comos principais razões para o uso do e-commerce a comodidade (62,4%), segurança (60,6%) e confiança no sistema (50,8%).</p>
<p>Em relação aos produtos preferidos, 51,9% dos entrevistados informaram que comprariam eletrônicos usando meios de pagamento on-line, seguido por vestuário e acessórios (9,1%), informática (7,8%), música, filmes e livros (3,8%) e viagens e turismo (2,1%).<span id="more-4559"></span></p>
<p>Para a pesquisa, foram entrevistados 1.023 brasileiros que usam serviços de comércio eletrônico. Ela foi realizada durante os meses de agosto e setembro deste ano.</p>
<p>&#8220;Os números da pesquisa comprovam a tendência de que os meios de pagamento on-line vão continuar a crescer exponencialmente e ganhar cada vez mais a confiança do consumidor. Chegamos a um nível de maturidade no comércio eletrônico que permite atingirmos números significativos na adoção dessas ferramentas&#8221;, explica Marcelo Coelho, diretor do MercadoPago.</p>
<p>Além do Brasil, a pesquisa também foi aplicada na Argentina, Chile, Colômbia, México e Venezuela. No tocante às vendas on-line, do total de entrevistados nos seis países, quatro em cada dez (37,7%) venderam produtos e serviços por meio da internet. Destes, sete em cada dez (71,7%) utilizaram plataformas de pagamento on-line para realizar as cobranças. Dos brasileiros, 46% venderam produtos e serviços via web ao menos uma vez no ano. Quando questionados sobre a experiência em usar meios de pagamento on-line, 66,5% dos entrevistados afirmaram que a experiência foi muito boa. Entre os motivos citados estão a comodidade (66,3%), rapidez (49,7%) e segurança (39,2%).</p>
<p>No que diz respeito ao tíquete médio aferido pelos vendedores on-line, 26,5% indicaram que fazem transações de até R$ 100 e 45%, entre R$ 100 e R$ 500. Quando questionados sobre o valor máximo que estariam dispostos a cobrar em uma venda on-line, 23,2% responderam entre R$ 101 e R$ 500 e 37%, mais de R$ 1,5 mil.</p>
<p>No Brasil, os produtos mais vendidos por meio de plataformas on-line de pagamento foram eletrônicos (53,1%); vestuários e acessórios (16,4%); itens de computação (15,4%); automóveis (15,2%) e livros (10,9%).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/24/11/2011/mais-de-50-dos-e-consumidores-tem-gasto-medio-de-ate-r-500/ti/251257/news.aspx">TI Inside</a></p>
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		<title>5 tendências de e-commerce para PMEs em 2012</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/e-commerce/5-tendencias-de-e-commerce-para-pmes-em-2012/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 02:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[A CEO Diane Buzzeo, da Ability Commerce, vê o comércio móvel ser chutado em alta velocidade rumo ao próximo ano. “Em 2012, se você não tiver mobilidade ficará para trás”, declarou Diane. “Esta questão não se refere apenas em continuar crescendo, mas em permanecer nos negócios”. Isso significa mais do que simplesmente otimizar o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A CEO Diane Buzzeo, da Ability Commerce, vê o comércio móvel ser chutado em alta velocidade rumo ao próximo ano. “Em 2012, se você não tiver mobilidade ficará para trás”, declarou Diane. “Esta questão não se refere apenas em continuar crescendo, mas em permanecer nos negócios”.<span id="more-4555"></span></p>
<p>Isso significa mais do que simplesmente otimizar o seu site para iOS, Android, e outros dispositivos. A mobilidade não é apenas a única frente que PMEs devem atacar em particular. Comércio Social, HTML5, e envolvimento popular nas classificações dos usuários e revisões devem estar no topo da lista. Leia a seguir as dicas de Diane sobre o que PMEs precisam pensar sobre suas lojas online em 2012.</p>
<p><strong>1. Considere preços para vendas coletivas:</strong> Quando se trata de negócios sociais, Diane pensa que mais e mais lojas estão transformando seus consumidores em força de venda, oferecendo descontos – ou, como gostam de chamar, ‘preço para vendas coletivas’, – similares aos da vida social e outros sites de acordos diários, onde a intenção é atrair compradores por meio do livre acordo de conseguir mais três amigos para comprar a mesma oferta. O conceito não é novo – é essencialmente um desconto em grupo com base na nova proposta da era do Facebook. Mas, segundo Diane, esse conceito será ultrapassado em 2012. Por exemplo: você oferece um produto com um preço determinado, mas as vendas apenas são concluídas caso alcance um número X de vendas. O interessante é que essa estratégia pode trazer ganhos colaterais para os departamentos de vendas e marketing, na forma de endereços de e-mails e outros dados. “Nós acreditamos que esta é uma boa forma de monetizar mídias sociais”, explicou Diane.</p>
<p><strong>2. Todos querem HTML5:</strong> Assim como muitos outros, Diane e companhia estão em HTML5, especialmente agora que Adobe admitiu superioridade de desenvolvimento e matou o Flash móvel. Diane, em particular, está interessada em HTML5 para fazer vídeos para lojas online. “Muitas pessoas estão fazendo seus vídeos em Flash, mas você não pode vê-los em Ipads”, explicou. “Neste caso você não precisa tomar a decisão de usar: VHS ou Beta”? “Em HTML5 você pode colocar tudo o que é do seu interesse junto”.</p>
<p><strong>3. Aposte no comércio em vídeo:</strong> Diane pensa que a possibilidade de compra a partir de um produto ou vídeo será maior em 2012. Ela citou um exemplo do mercado de moda: se um cliente estiver assistindo um vídeo de alguém desfilando uma roupa os clientes podem clicar em cima da blusa e arrastá-la para o carrinho de compras. Mas também vão oferecer a chance de comprar outros produtos como, chapéus, luvas, botas e outros itens disponíveis no vídeo.<br />
4. Procure e irá encontrar – ou estaremos quebrados: “Os dias de navegação estão no fim”, revelou Diane. Isso é crítico para PMEs e suas vendas online por meio de múltiplos canais e dispositivos. “Seu site, seu Ipad (experiência) e smartphone (interface) devem pesquisar muito bem para trazer pessoas para o lugar certo. Além de estar disponível para checar facilmente aquilo que importa independente de qual tipo de dispositivo você tenha”.</p>
<p><strong>4. Não esqueça os suspeitos de costume:</strong> Usar sistema de classificação de opinião online sobre produtos e serviços não será tendência em 2012, mas Diane disse que está mais popular do que nunca, graças ao alcance das mídias sociais e dispositivos móveis em torno dos consumidores. Isso é mais importante do que nunca – tenha certeza que suas classificações e pesquisas já estejam habilitadas para os dispositivos móveis.</p>
<p><strong>5. Evite aplicativos: </strong>Isso é sério: HTML5. Além do reinado do vídeo, HTML5 provê as PMEs – e outros desenvolvedores – à oportunidade de construir uma simples plataforma sem se preocupar com aplicações nativas como myriad nos dispositivos e sistemas operacionais. Caso você não tenha, Diane recomenda abandonar o paradigma do aplicativo – ao menos, no sistema e-commerce – até o próximo ano.</p>
<p>“Existem muitas razões para ter aplicações móveis. A loja online não é uma delas”, disse Diane. “Tudo está em torno de disponibilizar a sua loja na web em um smartphone e a necessidade de ser um pouco mais dinâmico do que o laptop”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://informationweek.itweb.com.br/5798/5-tendencias-de-e-commerce-para-pmes-em-2012/">Information Week</a></p>
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