Arquivo para a categoria ‘e-Commerce’

Magazine Luiza cria venda direta pelas redes sociais

O Magazine Luiza promete revolucionar o varejo com o lançamento de uma venda direta pelas redes sociais, o clique a clique. Em um projeto inédito no Brasil, a empresa criou um novo canal de vendas em que qualquer pessoa poderá criar sua vitrine no Facebook e no Orkut com produtos da loja virtual da rede e vender a seus amigos. Chamado de Magazine Você, a novidade é uma aposta no social commerce.

No novo modelo, os consultores de vendas ganharam o nome de divulgador e receberão entre 2,5% e 4,5% de comissão por produto vendido aos amigos nas redes sociais. As pessoas poderão personalizar suas lojas com seus nomes, como, por exemplo, MagazinedoJoão. Com o lançamento previsto para até o fim de agosto, o projeto que levou um ano para ser concretizado – entre pesquisas e desenvolvimento – começa pelos funcionários da empresa.

e-Commerce | Pesquisa: 96% dos internautas brasileiros já realizaram compras pela internet

A GS&MD – Gouvêa de Souza anunciou os resultados do 2º Estudo Global Neoconsumidor, realizado em 15 países, incluindo o Brasil, em parceria com o Ebeltoft Group. A principal constatação é que 96% dos internautas brasileiros já realizaram compras pela Internet, o que coloca o Brasil no topo do ranking do consumo digital. A média mundial é de 90% e quase não cresceu nos últimos dois anos. Em 2009, na primeira edição, o índice do Brasil foi de 92% e a média dos demais países, 88%.

Segundo a pesquisa, os consumidores internautas estão mais confiantes e dispostos a aderir ao comércio eletrônico. Se, em 2009, 64% consideravam a Internet um ótimo ambiente de compras, este ano o número chegou a 71%. Mesmo aqueles que ainda não experimentaram a compra via Internet, no Brasil, 59% preferem tocar o produto antes da aquisição, 48% receiam fornecer informações bancárias na rede, 37% valorizam o contato pessoal com o vendedor, 41% evitam passar informações pessoais e 41% têm medo de não receber o produto após o pagamento.

Os desafios do e-commerce no Brasil

O varejo online ou o e-commerce tomou um rumo na sociedade moderna que não tem mais volta. Com a crescente oferta de produtos e serviços, ficar de fora do ambiente online pode representar um sério risco de perda de marketing share, como afirmam os especialistas.

No ano passado, as vendas online aumentaram mais de 30% e a expectativa é que os resultados melhorem ainda mais neste ano. As vendas em datas comemorativas são as que mais representam o uso do ambiente online para compras. O último Dia dos Namorados, por exemplo, apresentou faturamento no comércio eletrônico de quase R$ 700 milhões de reais, segundo dados da e-bit, consultoria no setor. O volume representou aumento de 15% em comparação ao ano anterior.

Comércio eletrônico deve fechar 2011 com faturamento de R$ 18,7 bilhões

O faturamento do setor durante o primeiro semestre foi de R$ 8,4 bilhões, segundo dados contidos na 24ª edição do relatório “WebShoppers”, realizado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Este volume é superior aos R$ 8,2 bilhões registrados durante todo o ano de 2008.

A entrada da baixa renda nesse canal de vendas é um dos fatores positivos que contrapõe com a pequena retração de crescimento sofrida no comparativo do ano passado.

Compras coletivas: acabou o gás?

Quem gosta de futebol e acompanha o Campeonato Brasileiro já percebeu a queda de rendimento do Corinthians, que disparou na liderança no início do torneio mas vem despencando nas últimas rodadas. É uma analogia que, literalmente, cai bem para o atual momento das compras coletivas. Depois de um espantoso crescimento em 2010 (em menos de um ano já havia 1,2 mil sites no país) e a euforia das empresas em aumentar as vendas com um novo modelo de negócios (com estimativa de faturamento de R$ 1 bilhão em 2011), o segmento vem sofrendo uma crise de credibilidade nos últimos meses.

E-mail marketing é a principal fonte de tráfego do e-commerce

Recentemente, a SeeWhy Software divulgou um estudo com base em 60.000 transações realizadas em sites de e-commerce nos Estados Unidos, que constatou que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras foi o Email Marketing.

Este estudo mostra que mais de 50% dos acessos em sites de e-commerce têm como origem uma campanha de email marketing. Quando se trata da conversão de visitas em compras online, o email marketing tem uma representatividade ainda maior, com 67% do total.

Onofre entra no ramo de e-commerce de eletrônicos

A rede de farmácias Onofre resolveu expandir seu horizonte de atuação na internet e por meio de um investimento inicial de R$ 10 milhões começa a disputar o mercado de vendas de produtos eletrônicos pela web.

A estratégia consiste na criação de um site de e-commerce diferente do atual comércio eletrônico da companhia, que comercializa produtos de farmácia. Batizado de Onofre Eletro, o negócio englobará a venda de produtos da linha marrom (TVs, DVDs, etc), produtos de telefonia, informática e utensílios domésticos. Entre os parceiros da companhia estão os fornecedores LG, Philco, Itautec, Panasonic, Multilaser, Mondial, Motorola.

e-Commerce | CCE vende direto de fábrica pela web

A CCE aderiu ao e-commerce: a companhia lança a CCE Shop, loja online para venda de equipamentos direto de fábrica para o consumidor final.
Com a loja virtual, que reúne celulares, desktops, netbooks, notebooks e Tvs de LCD, a meta é alcançar 25 milhões de usuários ainda este ano.

E-Commerce: Redes sociais e compras coletivas têm prazo de validade, diz especialista

A internet é, pela sua própria natureza, rápida. Esse mesmo conceito, então, vale para os negócios baseados na rede mundial. Com a experiência de quem criou a livraria virtual Booknet, primeiro case de sucesso do e-commerce brasileiro, vendido em 1999 ao GP Investimentos dando origem ao Submarino, Jack London recomenda que as empresas tenham cuidado ao ingressar em um negócio virtual. Consultor internacional e escritor, ele desaconselha veementemente os empresários a investirem em modelos que viram febre.

Seis regras essenciais para incrementar o e-commerce das pequenas e médias empresas

Se as previsões da e-Bit (empresa provedora de informações sobre o e-commerce no Brasil) se confirmarem, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.

Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir neste canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.

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