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Pesquisa revela que executivos brasileiros estão mais interessados em redes sociais

Uma pesquisa realizada pela IBM revelou que, no Brasil, 80% dos executivos de marketing querem usar a tecnologia de análise de dados para lidar com o elevado volume de informações disponíveis nas mídias sociais. O número supera a média global, que é de 65%. As informações são do site InfoMoney.

Isabela Martins, líder da consultoria da IBM Brasil para Gestão de Relacionamento com o Cliente, explica que os brasileiros compartilham “cada vez mais” suas experiências por meio das redes sociais, o que lhes dá “maior influência” dobre as marcas.

Pesquisa revela panorama do e-commerce no Brasil e no mundo

Uma nova pesquisa realizada pela Pitney Bowes, intitulada “Pitney Bowes Global Online Shopping Survey”, revela que o tamanho não é tudo o que importa, quando se trata das preferências mundiais dos consumidores online. Foi o que anunciou Oscar Vazquez, Vice Presidente e General Manager da PBBI para a América Latina e Caribe, em visita ao Brasil. Enquanto as empresas de e-commerce internacionais compartilham algumas características, a pesquisa revela diferenças importantes entre os consumidores em muitos países. Os varejistas que pretendem expandir seus mercados de negócios online devem considerar os diferentes comportamentos de compras do consumidor e as preferências de cada país.

Encomendado pela Pitney Bowes, o estudo foi realizado pela ORC International, que pesquisou as preferências e hábitos de compras de 10 mil adultos, em 10 países diferentes. Os consumidores foram entrevistados na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e EUA.

Pesquisa desvenda hábitos de compra on-line da mulher brasileira

Uma pesquisa encomendada pelo portal M de Mulher, da editora Abril, e conduzida pela ComScore e o Movimento Habla, traz uma resposta ampla sobre o comportamento feminino na internet. Tudo aquilo que os empreendedores virtuais sempre quiseram saber para conduzir suas ações de marketing digital e também para posicionar no mercado a loja virtual.

Mais de 90% dos brasileiros conectados acessam redes sociais

A comScore divulgou nesta terça-feira uma pesquisa que aponta que 90,8% dos brasileiros com acesso à internet usam redes sociais. O relatório, que faz uma análise do mercado de mídias sociais na América Latina, mostra que o uso das redes cresceu 16% na região no ano passado, enquanto o tempo gasto nesse tipo de serviço aumentou 88%.

De acordo com o relatório, o País teve 43,9 milhões de usuários em junho, com um tempo total de 12,5 bilhões de minutos gastos no período em sites como Orkut, Facebook e Twitter. Cada usuário fica, em média, 4,7 horas por mês conectado nas redes sociais. O Google+, que atingiu 28 milhões de usuários no primeiro mês de funcionamento, tem no Brasil o seu sexto maior mercado global, com quase 8 milhões de membros.

Coca Cola lidera em redes sociais no Brasil

A Coca Cola é a marca com maior presença em redes sociais do Brasil, segundo aponta um estudo do Grupo ECC, realizado em todo o país de março a julho deste ano, em parceria com a E-Consulting.

e-Commerce | Pesquisa: 96% dos internautas brasileiros já realizaram compras pela internet

A GS&MD – Gouvêa de Souza anunciou os resultados do 2º Estudo Global Neoconsumidor, realizado em 15 países, incluindo o Brasil, em parceria com o Ebeltoft Group. A principal constatação é que 96% dos internautas brasileiros já realizaram compras pela Internet, o que coloca o Brasil no topo do ranking do consumo digital. A média mundial é de 90% e quase não cresceu nos últimos dois anos. Em 2009, na primeira edição, o índice do Brasil foi de 92% e a média dos demais países, 88%.

Segundo a pesquisa, os consumidores internautas estão mais confiantes e dispostos a aderir ao comércio eletrônico. Se, em 2009, 64% consideravam a Internet um ótimo ambiente de compras, este ano o número chegou a 71%. Mesmo aqueles que ainda não experimentaram a compra via Internet, no Brasil, 59% preferem tocar o produto antes da aquisição, 48% receiam fornecer informações bancárias na rede, 37% valorizam o contato pessoal com o vendedor, 41% evitam passar informações pessoais e 41% têm medo de não receber o produto após o pagamento.

Marketing Digital | Como CEOs das grandes empresas utilizam as redes sociais

Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, e Eike Batista, do Grupo EBX, são os CEOs brasileiros que mais utilizam as redes sociais como ferramenta de marketing digital para falar com acionistas, admiradores e até com familiares. Esta é uma das revelações da pesquisa “O CEO nas Mídias Sociais”, realizado pela Midialogue. O estudo mostra como os presidentes de 50 grandes companhias (além das já citadas, também estão incluídas Petrobrás, General Motors, CSN, Ambev, TAM e Braken) são apresentados nos sites oficiais das empresas e como informações sobre esses executivos podem ser encontradas nas redes sociais.

Foram analisadas as referências de 50 presidentes de empresas nas redes sociais, como Linkedin, Youtube, Orkut, Facebook, Twitter e Flickr, em canais colaborativos como Wikipedia, além do resultado de busca no Google, Google Imagens e no site da companhia que dirigem.

Pesquisa: perfil dos maiores de 16 anos não mudou mas o acesso móvel dobrou

A oitava edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca com o apoio operacional do Datafolha, constatou que 47% dos brasileiros com mais de 16 anos têm o costume de acessar a internet, mesmo percentual de março de 2008.

No mesmo período, porém, a posse de banda larga em casa saltou de 12% para 29% da população, o que indica melhoria na qualidade da navegação entre aqueles que já se conectavam à rede. Pela primeira vez o acesso em casa passou a ser tão relevante quanto em lan houses. Além disso, a parcela daqueles que frequentam a internet diariamente subiu desde então de 32% para 44% dos internautas.

Nova classe média movimenta R$ 273 bilhões na internet por ano

A classe ‘C’ não é exceção, não é um nicho de mercado, é a realidade brasileira. A opinião é do sócio-diretor de A Ponte Estratégia, André Torreta, que, a convite da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), se reuniu ontem (25), com especialistas do setor de tecnologia para debater sobre “A Classe Média na Internet”. “A novidade não está na chegada da Classe C no varejo digital, mas na força com que eles chegaram a esse mercado”, afirma o presidente do Conselho de Tecnologia da Informação e Comunicação da Fecomercio, Renato Opice Blum. “O faturamento do e-commerce já é maior do que a soma de todos os shoppings de São Paulo”, Blum contextualiza com dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV), realizada pela Fecomercio em parceria com a e-Bit.

Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisa Data Popular, avalia que “a internet radicalizou o poder de escolha e de comparação de preços e produtos que o controle da inflação concedeu há 15 anos”. Segundo ele, houve uma democratização da informação e, com ela, do poder de compra. “Há quatro anos, as pessoas se perguntavam se a classe ‘C’ estava na internet. Hoje, é impossível fazer qualquer plano de comércio sem considerar esta classe”.

Redes sociais influenciam 44% das empresas brasileiras a desclassificar candidatos

As redes sociais passam a exercer um papel decisivo também nos processos seletivos de empresas. É o que afirma a Pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com 2.525 executivos das áreas de finanças e de recursos humanos de 10 países. Para 44% dos brasileiros entrevistados, aspectos negativos encontrados em redes como Facebook, Twitter e Orkut seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção. “A principal preocupação dessas empresas é constatar que o perfil nesses meios é muito diferente do que foi descrito no currículo”, afirma Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina. Apenas 17% afirmam não se deixar influenciar pelas redes sociais, enquanto os 39% restantes dizem que fariam uma entrevista antes de tomar a decisão final.

Os executivos brasileiros também afirmaram que utilizam a rede LinkedIn para verificar a veracidade das referências apresentadas nos currículos dos candidatos a uma vaga de emprego. 46% deles fazem isso sempre, enquanto 43% fazem essa verificação apenas com os candidatos que já foram entrevistados. Mas como discernir que aspectos da rede fazem parte apenas da vida pessoal da pessoa? “ Quem contrata sempre busca aspectos profissionais na hora de descartar o candidato; as questões pessoais são analisadas em outro nível, como, por exemplo, saber se o candidato faz algum tipo de trabalho voluntário, o que com certeza conta como um ponto positivo”, afirma Bevilacqua. “Os temas que mais causam desclassificação são relacionados a sexo e a qualquer tipo de discriminação.”

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