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	<title>clinicamarketing8ps.com.br &#187; Redes Sociais</title>
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		<title>Redes sociais e e-mail viciam mais do que álcool e cigarros</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 23:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Twittar ou checar os e-mails pode ser mais viciante do que cigarros e álcool, de acordo com pesquisadores que estudaram o controle dos desejos. E eles ainda descobriram que apesar do sono e do sexo serem necessidades maiores, as pessoas tendem a deixar isso de lado para entrar nas redes sociais ou outras mídias. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Twittar ou checar os e-mails pode ser mais viciante do que cigarros e álcool, de acordo com pesquisadores que estudaram o controle dos desejos.</p>
<p>E eles ainda descobriram que apesar do sono e do sexo serem necessidades maiores, as pessoas tendem a deixar isso de lado para entrar nas redes sociais ou outras mídias.</p>
<p>Uma equipe liderada por Wilhelm Hofmann, da Universidade de Chicago, afirma que seu experimento, que usou BlackBerrys para entender o comportamento de 205 pessoas com 18 a 85 anos, é o primeiro a monitorar as repostas “em campo”, fora do laboratório.<span id="more-4739"></span></p>
<p>Os participantes recebiam uma mensagem sete vezes ao dia, em um período de 14 horas e por sete dias consecutivos, para que respondessem se estavam sentindo algum desejo na hora ou nos últimos 30 minutos, de que tipo era, a força (até irresistível), se entrava em conflito com outros desejos, e se eles resistiram ou não. No fim, os pesquisadores receberam 10.558 respostas e 7.827 “episódios de desejo” confirmados.</p>
<p>“A vida moderna é um conjunto de desejos marcados por conflito e resistência constantes”, afirma Hofmann. Sono e lazer foram os desejos mais problemáticos, sugerindo uma “permanente tensão entre as inclinações naturais para o descanso e o relaxamento e a quantidade de trabalho e obrigações”.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que conforme o dia passava, o poder de escolha diminuía. “Resistir ao desejo de trabalhar era quase certo de falhar. Em contraste, as pessoas conseguiam com relativo sucesso resistir às inclinações para atividade física, sexo e gasto de dinheiro, o que é surpreendente já que a cultura moderna parece falhar no controle sexual e na vontade de consumir”.</p>
<p>O estudo ainda consta que o desejo para tabaco, álcool e café foi relativamente baixo, desafiando aparentemente o “estereótipo de vícios que temos”.</p>
<p>Eles adicionam: “Resistir ao desejo de trabalhar quando ele entra em conflito com outros objetivos, como socializar ou relaxar, pode ser difícil porque o trabalho define a identidade das pessoas, dita muitos aspectos da vida, e invoca penalidades quando alguns deveres não são feitos”.</p>
<p>“Desejos por mídias podem ser comparativamente difíceis de resistir por causa de sua grande difusão, e porque parece não ‘custar muito’ para fazer essas atividades, mesmo que a pessoa queira resistir”, comenta Hofmann.</p>
<p>Com cigarros e álcool existem mais custos – de longo termo e monetários – e a oportunidade pode não ser sempre a certa. “Então, mesmo que as mídias tragam menos consequências, o uso frequente pode ‘roubar’ muito tempo de alguém”, explica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hypescience.com/redes-sociais-e-e-mail-viciam-mais-do-que-alcool-e-cigarros/">Hypescience</a></p>
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		<title>Métricas de redes sociais conquistam empresários</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em relação ao ano passado.</p>
<p>Essas métricas variam de acordo com a rede social usada e o que a empresa pretende avaliar.</p>
<p>Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência de marketing especializada em ações de performance, conta que a métrica mais comum do Twitter, por exemplo, é o levantamento do número de menções com o auxílio de ferramentas de monitoramento.<span id="more-4734"></span></p>
<p>Isto pode ser feito antes mesmo da empresa ter um perfil na rede social. &#8221;Essa é a primeira coisa a fazer para saber qual o status da discussão que a marca tem nas redes sociais e identificar possíveis ameaças&#8221;, explica Bacchin.</p>
<p>De acordo com ele, essa sondagem permite até saber quais prejuízos uma empresa pode ter se demorar em responder alguma solicitação ou reclamação feita via rede social.</p>
<p>Após o estabelecimento da marca na rede social, Bacchin explica que a próxima etapa engloba a mensuração da quantidade de pessoas que efetivamente tem relação com a marca. No Twitter, essa medida se dá pelo número de seguidores, e no Facebook, pela quantidade de fãs que a página da empresa possui.</p>
<p>&#8220;Isso não significa que elas estão interagindo e nem qual o nível de engajamento. Não adianta ter 50 mil fãs e quase ninguém interagindo&#8221;, pondera Bacchin.</p>
<p>Quando há interação, o cálculo para diagnosticar o número de pessoas que estão postando coisas positivas sobre a empresa também não é simplista.</p>
<p>&#8220;O ideal é tentar identificar o segmento e comparar com os similares. Existem empresas com mais de um milhão de fãs no Facebook com pouca interação e outras que fazem um trabalho enorme com seus dois mil fãs&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/metricas-de-redes-sociais-conquistam-empresarios_112363.html">Brasil Econômico</a></p>
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		<title>Acesso a redes sociais já supera ferramentas de busca</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/marketing-digital/acesso-a-redes-sociais-ja-supera-ferramentas-de-busca/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de busca]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre todos os acessos à internet no Brasil feitos em dezembro do ano passado, as redes sociais e fóruns de discussão foram responsáveis por 19,38% das visitas, segundo levantamento da Experian Hitwise. O número foi superior, inclusive, aos acessos a ferramentas de buscas, que ficaram em segundo, com 13,87% do total de conexões. A consultoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre todos os acessos à internet no Brasil feitos em dezembro do ano passado, as redes sociais e fóruns de discussão foram responsáveis por 19,38% das visitas, segundo levantamento da Experian Hitwise. O número foi superior, inclusive, aos acessos a ferramentas de buscas, que ficaram em segundo, com 13,87% do total de conexões. A consultoria ressalta, o poder dos sites de relacionamento no Brasil, que continuam crescendo rapidamente.<span id="more-4732"></span></p>
<p>Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando as redes sociais ocupavam a vice-liderança, atrás dos mecanismos de buscas, houve uma mudança significativa dentre a distribuição do tráfego, que permaneceu relativamente estável nas outras subdivisões. Os dois segmentos fazem parte da categoria internet e computadores, com 49,62% das visitas online no último mês do ano passado. Bem atrás das redes sociais estão sites relacionados a entretenimento, com 11,86% de market share. Plataformas online de e-mail apareceram na quarta posição, com 6,75% dos acessos, seguidos pelas páginas iniciais de portais (5,51%).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/30/01/2012/acesso-a-redes-sociais-e-superior-a-ferramentas-de-buscas-no-brasil/ti/260073/news.aspx">TI Inside</a></p>
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		<title>Google+ chega 90 milhões de usuários com dúvidas sobre sua expansão</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 10:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google+ chegou a 90 milhões de usuários, de acordo com dados da própria empresa. O número, divulgado durante a apresentação dos resultados financeiros do Google, superou todas as estimativas dos institutos de pesquisas. A comScore, por exemplo, em uma das projeções mais otimistas, estimou em 67 milhões o número de usuários do Google+ em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google+ chegou a 90 milhões de usuários, de acordo com dados da própria empresa. O número, divulgado durante a apresentação dos resultados financeiros do Google, superou todas as estimativas dos institutos de pesquisas. A comScore, por exemplo, em uma das projeções mais otimistas, estimou em 67 milhões o número de usuários do Google+ em novembro do ano passado.<span id="more-4706"></span></p>
<p>Apesar da expansão, o Google  acumula incertezas em relação a adesão das pessoas à rede social. O CEO do Google, Larry Page, garantiu que &#8220;mais de 60% dos usuários acessam o Google+ diariamente e mais de 80% o fazem toda semana&#8221;. Embora não tenha sido questionado, Page poderia estar se referindo à assiduidade do internauta na rede – uma vez cadastrado e feito o login, caso ele tenha optado por salvar sua senha, o usuário permanece logado na rede social e conectado mesmo quando usa serviços fora dela como, por exemplo, o buscador ou o e-mail. Assim, ele não estaria errado, mas não seria preciso sobre o uso do Google+ pelas pessoas.</p>
<p>O Google+ é uma das apostas para a expansão do Google, cujo objetivo no mercado social é impulsionar sua rede social e fazer concorrência direta ao Facebook, hoje com cerca de 800 milhões de usuários.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/20/01/2012/google+-chega-90-milhoes-de-usuarios-com-duvidas-sobre-sua-expansao/ti/258737/news.aspx">TI Inside</a></p>
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		<title>Uso de redes sociais nas empresas dobra em 2011</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/redes-sociais/uso-de-redes-sociais-nas-empresas-dobra-em-2011/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 21:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Já é realidade. Cada vez mais profissionais usam rede sociais para fins corporativos. Estudo recente realizado pela consultoria IDC a pedido da Unisys comprova e aponta que a utilização destes sites no trabalho foi duas vezes maior em 2011 em comparação com o ano anterior. E esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos meses. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é realidade. Cada vez mais profissionais usam rede sociais <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/10/26/cresce-uso-de-redes-sociais-para-fins-profissionais-diz-estudo/">para fins corporativos</a>. Estudo recente realizado pela consultoria IDC a pedido da Unisys comprova e aponta que a utilização destes sites no trabalho foi duas vezes maior em 2011 em comparação com o ano anterior. E esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos meses.</p>
<p>“Todos os segmentos de mercado estão caminhando para essa direção, porque é um movimento que vem de baixo para cima”, opina Paulo Roberto Carvalho, diretor de negócios de outsourcing da Unisys na América Latina.<span id="more-4681"></span></p>
<p>De acordo com o levantamento, no Brasil, 34% dos empregados consultados afirmaram utilizar o Facebook para trabalho, ante 16% dos consultados em 2010. O LinkedIn é opção de 36%, sendo que no ano anterior foi apontado por 28% dos entrevistados.</p>
<p>“Em 2010 o uso já era significativo, mas não era necessariamente patrocinado pela companhia. Em 2011, os usuários começaram a usar mais ainda as mídias sociais para executar tarefas profissionais e chamou a atenção das corporações, que passaram a ver os sites de relacionamento com outros olhos”, afirma Carvalho.</p>
<p>Por outro lado, prossegue, é curioso que as empresas usem as mídias sociais para iniciativas de marketing e propaganda dos produtos e serviços e ainda não tenham aprendido a extrair todos os benefícios das tecnologias. “As redes sociais vão além e podem ser parte estratégica, uma forma de se aproximar e escutar os clientes, ampliar a produtividade e competitividade e ainda assumir a função de ferramenta de colaboração entre os empregados”, avalia.</p>
<p>O executivo aponta que nos Estados Unidos e na Europa as redes sociais já são parte da estratégia dos negócios e os resultados podem ser observados no aumento das oportunidades, fidelização do cliente, feedback imediato dos consumidores e aproximação com o público-alvo. Segundo ele, o consumidor não se contenta mais com uma página da empresa na web, estática. “É por isso que essa comunicação interativa passa a ser vital”, assinala.</p>
<p><strong>Receio das empresas</strong></p>
<p>Há ainda uma parte significativa de corporações que proíbe o uso, por não saber lidar com esse novo mundo e as ameaças relacionadas, como divulgação de informação confidencial ou riscos à segurança corporativa, comenta. “As redes invadiram as empresas pela porta dos fundos e por isso foram consideradas vilãs e acabam sendo desconsideradas como parte das atividades”, diz.</p>
<p>Para Carvalho, a melhor maneira de lidar com esse quadro não é negar ou proibir, mas, sim, tratar e suportar o ambiente de forma adequada. Criar políticas e termos de compromissos para evitar o vazamento de informações também fazem parte da lista. Essa é uma ação, pontua, que envolve toda a companhia, pois requer preparação da área de TI, RH, Jurídica e outras.<!--more--></p>
<p>O diretor de negócios de outsourcing da Unisys na América Latina acredita que o caminho é sem volta. A própria Unisys aderiu à tendência e passou a disponibilizar, há cerca de dois meses, uma rede social interna para aumentar a produtividade dos funcionários.</p>
<p>Segundo Carvalho, no My Site, rede social da Unisys, que já conta com 18 mil adeptos [de um universo de 23 mil funcionários], é possível tirar, por exemplo, dúvidas com colegas de todo o mundo e ampliar o conhecimento sobre um determinado tema. O executivo explica que com o recurso &#8220;Ask me About&#8221;, os colaboradores podem responder perguntas de outros colegas sobre suas áreas. “Estamos criando uma cultura de colaboração e relacionamento”, assinala.</p>
<p>Fonte: <a href="http://cio.uol.com.br/noticias/2012/01/06/uso-das-redes-sociais-para-fins-profissionais-dobra-em-2011/">CIO</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rede social Facebook cresce 300% no Brasil em 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook durante o ano de 2011. Segundo números do especialista Nick Burcher, o país saltou de 8,8 milhões de usuários da rede social em 2010 para 35,1 milhões em 2011 – acréscimo de 298%. Com isso, o Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários, atrás somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil foi o país líder em crescimento no <a href="http://exame.com.br/topicos/facebook"><strong>Facebook </strong></a>durante o ano de 2011. Segundo números do especialista Nick Burcher, o país saltou de 8,8 milhões de usuários da rede social em 2010 para 35,1 milhões em 2011 – acréscimo de 298%.</p>
<p>Com isso, o Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões).<span id="more-4676"></span></p>
<p>Segundo os <a href="http://www.nickburcher.com/2012/01/facebook-usage-statistics-by-country.html?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+NickBurcher+%28nick+burcher%29&amp;mid=56" target="_blank">números </a>de Burcher, obtidos no próprio Facebook, em 2008, o Brasil contava apenas com 209 mil usuários cadastrados na rede social contra 2,4 milhões em 2009.</p>
<p>Entre os cinco primeiros países em número de usuários, os Estados Unidos cresceram apenas 8% em 2011, contra 30% da Indonésia, 139% da Indonésia e 67% do quinto colocado México.</p>
<p>Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.</p>
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		<title>Internautas da América Latina são os que ficam mais tempo nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da consultoria comScore indica os internautas da América Latina são os que ficam mais tempo em redes sociais no mundo. No total, 28% do tempo gasto na internet na região é usado nesse tipo de site. Os homens latino-americanos ficam em média 8,2 horas por mês nesses sites, enquanto as mulheres passam 6,9 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da consultoria comScore indica os internautas da América Latina são os que ficam mais tempo em redes sociais no mundo. No total, 28% do tempo gasto na internet na região é usado nesse tipo de site.</p>
<p>Os homens latino-americanos ficam em média 8,2 horas por mês nesses sites, enquanto as mulheres passam 6,9 horas. Na Europa, o tempo gasto é de 8,2 horas para os homens e 6,3 horas para as mulheres. Na América do Norte, são 7,9 horas para eles e 6 horas para elas. Na média mundial, os homens usam as redes sociais 6,5 horas por mês, enquanto as mulheres ficam conectadas por 5 horas.<span id="more-4635"></span></p>
<p>A empresa diz que, &#8220;usuários intensos de outros tipos de meios de comunicação, como programas de mensagem instantânea e chats, os latino-americanos adotaram as redes sociais de um modo que reflete a cultura social efusiva da região&#8221;.</p>
<p>Na região, os argentinos são os segundos no mundo nesse quesito, com cada usuário gastando em média 10,7 horas por mês nesse tipo de site. Israel lidera a lista, com 11,1 horas. O Brasil não aparece na lista dos dez primeiros, que tem outros quatro países da América Latina: Chile (9,8 horas), Colômbia (8,5 horas), Peru (8,3 horas) e Venezuela (7,9 horas).</p>
<p>Apesar disso, os brasileiros só perdem para os americanos, britânicos e espanhóis no índice de internautas que usam redes sociais. No Brasil, 97% das pessoas que usam a internet estão conectadas a algum desses serviços, como Facebook, Orkut ou Twitter – nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Espanha esse índice é de 98%.</p>
<p>Na América Latina, todos os países têm taxas de ao menos 90% nesse quesito. Na Argentina, por exemplo, o índice é apenas um pouco menor que no Brasil (96%).</p>
<p>Neste ano, a comScore destaca o significativo aumento do uso do Facebook no Brasil, ameaçando a liderança do Orkut, do Google. De acordo com a empresa, a rede social de Mark Zuckerberg ainda não é líder por aqui, mas isso deve mudar em breve.</p>
<p>– Apesar de o Orkut ainda liderar no Brasil em termos de audiência e de engajamento, o Facebook está chegando perto nesses dois quesitos.</p>
<p>Prova disso é que, em janeiro de 2010, o Facebook tinha em torno de 5 milhões de acessos únicos, número que saltou para algo próximo de 30 milhões em outubro deste ano. Enquanto isso, o Orkut passou de cerca de 25 milhões para 35 milhões de acessos únicos.</p>
<p>A empresa diz que em apenas sete países (Brasil, China, Japão, Polônia, Rússia, Coreia do Sul e Vietnã) o Facebook não é líder, mas o cenário deve mudar muito rápido na Polônia e no Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/97-dos-internautas-brasileiros-usam-redes-sociais-20111230.html">R7</a></p>
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		<item>
		<title>Facebook registra saturação em 2011 nos EUA</title>
		<link>http://clinicamarketing8ps.com.br/redes-sociais/facebook-registra-saturacao-em-2011-nos-eua/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Após crescer exponencialmente por anos, o Facebook parece estar próximo de seu limite nos Estados Unidos. De acordo com dados da comScore, o crescimento da rede social em 2011 em seu país natal foi menor do que o registrado em anos anteriores. Em novembro de 2009, o Facebook anotou 102,9 milhões de usuários únicos nos EUA. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após crescer exponencialmente por anos, o <a href="http://exame.com.br/topicos/facebook" target="_blank"><strong>Facebook </strong></a>parece estar próximo de seu limite nos Estados Unidos. De acordo com dados da comScore, o crescimento da rede social em 2011 em seu país natal foi menor do que o registrado em anos anteriores.</p>
<p>Em novembro de 2009, o Facebook anotou 102,9 milhões de usuários únicos nos EUA. Um ano depois, em novembro de 2010, foram 151,7 milhões – um salto de quase 50 milhões. Em novembro passado, o serviço fechou o mês com 166 milhões de usuários – crescimento de apenas 15 milhões, segundo a comScore.<span id="more-4637"></span></p>
<p>Os Estados Unidos possuem cerca de 221 milhões de usuários, o que indica que 75% deles estão no Facebook. Isso coloca a rede social na liderança em penetração entre a população somando todos os serviços online ofertados no país.</p>
<p>Em junho deste ano, o blog Inside Facebook apontou que o Facebook já havia perdido 6 milhões de usuários nos Estados Unidos, caindo de 155 milhões para 149 milhões de clientes.</p>
<p>O próprio Mark Zuckerberg é consciente do fato. Durante o último f8, conferência anual da empresa voltada para desenvolvedores, o CEO afirmou que “mais do que continuar crescendo, o objetivo agora é manter os usuários engajados na plataforma”. Esse foi um dos motivos que levou a criação da Timeline, novo modelo de layout da rede social.</p>
<p>Por outro lado, o Facebook ainda pode crescer em mercados tardios, como o Brasil, onde apenas cerca de 6% da população utiliza o serviço.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/facebook/noticias/facebook-registra-saturacao-nos-eua-em-2011?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=e-mail&amp;utm_campaign=ne">Exame</a></p>
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		<title>Internautas passam 20% do seu tempo em redes sociais, revela estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[2012 vai ser o ano das redes sociais, com sites que chegam a 1,2 bilhão de usuários, 82% da população online do mundo. Um relatório recente afasta qualquer dúvida sobre a influência do Facebook, Twitter, LinkedIn e outras redes sociais com a revelação de que esses sites contam por quase 1 em cada 5 minutos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012 vai ser o ano das redes sociais, com sites que chegam a 1,2 bilhão de usuários, 82% da população online do mundo.</p>
<p>Um relatório recente afasta qualquer dúvida sobre a influência do Facebook, Twitter, LinkedIn e outras redes sociais com a revelação de que esses sites contam por quase 1 em cada 5 minutos online.</p>
<p>Segundo o relatório, o Facebook alcança mais da metade da audiência global do mundo (55%), sendo responsável por aproximadamente 3 em cada 4 minutos gastos em sites de redes sociais e 1 em cada 7 minutos gastos online em todo o mundo.<span id="more-4641"></span></p>
<p>Seu domínio no mundo é muito grande, com apenas sete países onde não tem a maior audiência nesta categoria: Brasil, Japão, Polônia, Rússia, Coreia do Sul, Vietnã e China (sendo que alguns desses países bloqueiam o site).</p>
<p>Junto com o Facebook, o Twitter é uma força a ser contada que atinge 1 em cada 10 utilizadores da internet em todo o mundo, se classificando entre as redes sociais mais tops, com uma taxa de crescimento impressionante de 59% em relação ao ano passado. Seu equivalente chinês, Sina Weibo, apresentou o maior crescimento (181%) desde outubro de 2010.</p>
<p>O relatório também mostra o alcance das redes sociais em diferentes grupos etários, e revela que o grupo com o maior ganho é o de 55 anos, com quase 80% conectados a esses sites, em comparação com um pouco mais de 70% em julho de 2010.</p>
<p>Ainda assim, os mais jovens ainda tendem a gastar mais tempo na mídia social, com mulheres de 15 a 24 anos gastando 8,6 horas em média (1,1 horas a mais do que seus colegas do sexo masculino) na internet.</p>
<p>E mais pessoas estão usando seus celulares para navegar nesses sites. As duas principais atividades são ler as mensagens de amigos pessoais e atualizar status.</p>
<p>O Google + é mencionado no relatório como um “disruptor” potencial para a ordem mundial de rede social, com seus 65 milhões de visitantes globais, ou 5% da audiência global de redes sociais.</p>
<p>Fonte:</p>
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		<title>Pesquisa revela que 40% dos usuários de Facebook acessam via mobile</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 11:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Em dezembro, o Facebook ultrapassou a marca de 300 milhões de usuários que acessam a rede social por meio de aplicativos móveis. Isso representa cerca de 40% dos seus 800 milhões de perfis cadastrados, de acordo com pesquisa feita pela Enders Analytics. Os dados são relevantes porque, no modelo atual, tanto os aplicativos para smartphones [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em dezembro, o Facebook ultrapassou a marca de 300 milhões de usuários que acessam a rede social por meio de aplicativos móveis. Isso representa cerca de 40% dos seus 800 milhões de perfis cadastrados, de acordo com pesquisa feita pela Enders Analytics.</p>
<p>Os dados são relevantes porque, no modelo atual, tanto os aplicativos para smartphones da rede social quanto a versão para navegadores de internet móvel não exibem anúncios, principal fonte de receita do Facebook. Isso significa que uma parcela significativa de internautas acessam a rede social sem se expor à publicidade. É importante ressaltar que a pesquisa não mensura se tais pessoas também acessam a rede social da maneira tradicional, via navegador.<span id="more-4665"></span></p>
<p>Ao cruzar os dados oficiais do Facebook, datados de setembro de 2011, com os números da pesquisa referentes ao mesmo mês, a Enders Analytics estima em 350 milhões os usuários móveis da rede social, sendo 250 milhões via aplicativos e 100 milhões que utilizaram o site via navegador móvel. No último trimestre do ano passado, a pesquisa indicava que a rede social ganhou 50 milhões de novos usuários de aplicativos.</p>
<p>As plataformas dominantes são o iPod Touch e o iPhone, com 100,4 milhões de usuários mensais, seguidas do Android, com 87,8 milhões.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/02/01/2012/facebook-tem-cerca-de-40-dos-usuarios-por-meio-de-aplicativos-moveis/ti/255697/news.aspx">TI Inside</a></p>
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