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		<title>Empreendedor Digital é iniciativa do Pay Pal para acelerar e-commerce no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 00:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor digital]]></category>
		<category><![CDATA[Pay Pal]]></category>

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		<description><![CDATA[Acaba de entrar no ar, no Brasil, o portal Empreendedor Digital, iniciativa do Pay Pal para auxiliar pequenos empresários a ingressarem no comércio eletrônico e adotarem as melhores práticas já aplicadas por grandes varejistas online. O objetivo do PayPal é atuar como parceiro dos pequenos empreendedores que desejam abrir uma loja virtual e para isso buscam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de entrar no ar, no Brasil, o portal <a href="www.paypal-brasil.com.br/empreendedor/">Empreendedor Digital</a>, iniciativa do Pay Pal para auxiliar pequenos empresários a ingressarem no comércio eletrônico e adotarem as melhores práticas já aplicadas por grandes varejistas online.</p>
<p>O objetivo do PayPal é atuar como parceiro dos pequenos empreendedores que desejam abrir uma loja virtual e para isso buscam obter conhecimento sobre a área, já que a literatura a respeito é escassa.&#8221;Isso nos motivou a reunir esse conteúdo, bem como dividir as experiências bem sucedidas dos que utilizam a ferramenta PayPal nas suas lojas”, explica Mario Mello, presidente do PayPal no Brasil.<span id="more-4783"></span></p>
<p>O portal foi produzido pela Gmattos, empresa especializada em comércio eletrônico, que gerou e organizou o conteúdo em capítulos que apresentam desde informações de mercado para construção de casos de sucesso, até um capítulo sobre logística, passando também por técnicas de marketing digital, entre outros assuntos. Para atualizar os conteúdos relevantes ao comércio eletrônico, a iniciativa ainda inclui um blog com análises de temas não contemplados nos capítulos fixos do site.</p>
<p>A iniciativa não é a primeira do gênero no Brasil. Já há algum tempo o Pagseguro, do UOL, mantém a enciclopédia <a href="http://www.pagpedia.com/" target="_blank">PagPedia</a>, que reúne ferramentas e informações sobre todos os tipos de meios de pagamento, como cartões de crédito e débito, boleto, transferência bancária e soluções para pagamentos online.</p>
<p><strong>Webconferências</strong></p>
<p>Ao longo de 2012, o Pay Pal pretende ainda realizar webconferências abertas e gratuitassobre os mais diversos temas relacionados ao comércio eletrônico. Até o momento, já foram realizadas três sessões, respectivamente, ‘logística’, ‘social commerce’ e ‘balanço e perspectivas em e-commerce’. As webconferências são mediadas por Gastão Mattos &#8211; CEO da Braspag, provedora de plataformas para vendas via e-commerce &#8211; e sempre trazem convidados, além do presidente do PayPal, Mario Mello. As primeiras edições contaram com a participação de instituições como IBOPE, Polishop, UpaLupa, Buzz Social Media, Walmart, Total Express, Correios e Câmara-e.net.</p>
<p>“Todas essas ferramentas têm a intenção de apoiar o empreendedor a ter sucesso na iniciativa, estimulando o crescimento do comércio eletrônico”, completa Mario. Os relatórios podem ser encontrados no portal, no menu “relatórios de mercado”.</p>
<p>As vendas online no Brasil fecharam o ano de 2011 com cerca de R$ 20 bilhões – 30% a mais do que em 2010. segundo dados divulgados pela Câmara-e.net.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/02/08/paypal-investe-em-portal-educativo-para-novatos-em-comercio-eletronico/">IDG Now!</a></p>
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		<item>
		<title>Sua empresa investe em SEO ou em propaganda enganosa?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 01:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[SEO / SEM]]></category>

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		<description><![CDATA[A rigor, quem infringe as regras do Google praticando truques para colocar o seu site entre os primeiros lugares nas pesquisas relacionadas às palavras-chave de seu interesse (o famigerado black hat) não está cometendo um crime previsto no código penal. Mas eticamente sua atitude é bastante discutível. Afinal, o Google estabeleceu critérios para definir se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A rigor, quem infringe as regras do Google praticando truques para colocar o seu site entre os primeiros lugares nas pesquisas relacionadas às palavras-chave de seu interesse (o famigerado <em>black hat</em>) não está cometendo um crime previsto no código penal. Mas eticamente sua atitude é bastante discutível.</p>
<p>Afinal, o Google estabeleceu critérios para definir se um site é importante ou não baseado na relevância de seu conteúdo para quem o consulta. Não para ela mesma, mas para os potenciais clientes e consumidores das empresas. Então enganar o Google é, de certa forma, enganar seus próprios clientes e consumidores.</p>
<p>Um exemplo claro disso são os diversos sites que aparecem em primeiro lugar nas pesquisas mas que, em termos de conteúdo e relevância, são vazios. Como cliente e consumidor já me deparei com vários destes sites ao longo de minhas pesquisas na internet e em todos os casos a sensação que me causam é de frustração (e imagino que não seja somente eu). Por isso considero que empresas praticam black hat não deixam de fazer propaganda enganosa para o seu público.</p>
<p>Conteúdo de qualidade é imprescindível para o SEO. Além da ajudar a posicionar o site nas pesquisas, ele é a essência do que as pessoas procuram. Textos, imagens, vídeos,  apresentações e avaliações deveria ser a prioridade de um trabalho de otimização e  não um complemento, como acontece na maioria dos casos.</p>
<p>Não é à toa que nos EUA o chamado marketing de conteúdo (content marketing) é algo de grande atenção por parte das empresas. Semana passada escrevi um artigo sobre o tema (<a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/marketing-digital/5-regras-para-gerar-resultados-com-o-marketing-de-conteudo/">5 Regras para gerar resultados com marketing de conteúdo</a>) que vale como minha contribuição para o tema.</p>
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		<title>Lista de livros sobre marketing nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 19:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A estudante Elen Deise, da Unies de São Paulo, entrou em contato pedindo referências de livros relacionados ao marketing nas redes sociais para o TCC que estão realizando. Como a resposta pode ajudar a outras pessoas que buscam mais informações sobre o assunto, resolvi transformá-la em um post. Seguem abaixo as referências: Os 8Ps do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estudante Elen Deise, da Unies de São Paulo, entrou em contato pedindo referências de livros relacionados ao marketing nas redes sociais para o TCC que estão realizando. Como a resposta pode ajudar a outras pessoas que buscam mais informações sobre o assunto, resolvi transformá-la em um post. Seguem abaixo as referências:</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/18Ps1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4763" title="18Ps" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/18Ps1.jpg" alt="" width="76" height="106" /></a></p>
<p><strong>Os 8Ps do Marketing Digital</strong><br />
Conrado Adolpho<br />
Novatec<br />
O livro é uma referência sobre como utilizar as ações nas redes sociais integradas a uma metodologia de marketing digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/A-biblia-da-Midia-Social.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4764" title="A-biblia-da-Midia-Social" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/A-biblia-da-Midia-Social-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong>A Bíblia da Mídia Social</strong><br />
Lon Safko, David Brake<br />
Ed. Blucher<br />
Como o próprio nome diz, o livro pretende ser a principal referência no tema, reunindo todo o tipo de informação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Inbound.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4765" title="Inbound" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Inbound.jpg" alt="" width="81" height="122" /></a><strong>Inbound Marketing</strong><br />
Brian Halligan, Dharmesh Shah<br />
Alta Books<br />
O livro é uma referência na área, abordando não só estratégias de marketing nas redes sociais mas também sua ação conjunta com outras ferramentas, como o e-mail marketing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/As-novas-regras.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4766" title="As novas regras" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/As-novas-regras.jpg" alt="" width="95" height="137" /></a>As novas regras das Mídia Sociais<br />
David Meernman Scott<br />
Alta Books<br />
Aborda como a comunicação e o relacionamento das empresas com consumidores e clientes muda no ambiente das redes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Viral.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4767" title="Viral" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Viral.jpg" alt="" width="89" height="118" /></a><strong>Viral Loop</strong><br />
Adam Penenberg<br />
Campus<br />
O livro analista o potencial das redes sociais em aumentar sua base de usuários em escala exponencial, e o potencial desse fenômeno para o marketing.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Fenomenos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4768" title="Fenomenos" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Fenomenos.jpg" alt="" width="91" height="130" /></a><strong>Fenômenos Sociais nos Negócios</strong><br />
Charlene Li, Josh Bernoff<br />
Campus<br />
Charlene Li é hoje a principal referência em marketing nas redes sociais, tendo trabalhando como consultora em projetos de grandes empresas nos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Estrategias.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4769" title="Estrategias" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Estrategias.jpg" alt="" width="88" height="126" /></a><strong>Estratégias em Mídias Sociais</strong><br />
Fabio Cipriani<br />
Campus<br />
Fabio Cipriani desenvolveu uma metodologia, mostrando como a participação efetiva das grandes empresas nas redes sociais pode gerar resultados em diversas áreas da organização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Midias.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4770" title="Midias" src="http://clinicamarketing8ps.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Midias.jpg" alt="" width="78" height="110" /></a></p>
<p><strong>Mídias Sociais na Prática</strong><br />
Ramalho<br />
Campus<br />
Manual prático de como desenvolver ações de marketing digital nas principais redes sociais. Ramalho é um consagrado escritor de temas de tecnologia e suas explicações são claras e didáticas.</p>
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		<title>Baixe o e-book gratuito &#8220;5 Passos para vender mais pela internet&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 23:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[venda pela internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Empreendemia é a rede social especializada em negócios e networking do Brasil. Seu funcionamento é simples. Você faz um cadastro gratuito e pode criar o perfil da empresa, com apresentação de produtos e serviços. A rede disponibiliza ferramentas de publicidade para aumentar a exposição da sua marca e aumentar o relacionamento com outras empresas. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.empreendemia.com.br/">Empreendemia</a> é a rede social especializada em negócios e networking do Brasil. Seu funcionamento é simples. Você faz um <a href="http://www.empreendemia.com.br/cadastre-se">cadastro gratuito</a> e pode criar o perfil da empresa, com apresentação de produtos e serviços. A rede disponibiliza ferramentas de publicidade para aumentar a exposição da sua marca e aumentar o relacionamento com outras empresas. Ao mesmo tempo, incentiva aos membros da rede a também buscarem fornecedores na própria comunidade. Atualmente, o site já conta com quase 12 mil empresas cadastradas em todo o país.</p>
<p>Uma das iniciativas do Empreendemia é o e-Book <strong><a href="http://clinicamarketing8ps.com.br/e-books-gratuitos/">Saia do Lugar &#8211; 5 Passos para vender mais pela internet</a></strong>, já disponível para download gratuito na biblioteca da Clínica Marketing Digital.</p>
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		<title>5 regras para gerar resultados com o marketing de conteúdo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[content marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de conteúdo]]></category>

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		<description><![CDATA[Publish or perish (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publish or perish</em> (traduzido em português para “publique ou morra”) é um jargão cunhado nas universidades, mas poderia muito bem ter sido criado para as empresas que investem em marketing digital. Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.</p>
<p>Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta.<span id="more-4747"></span></p>
<p>Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o <em>content marketing</em>, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (<a href="http://www.joepulizzi.com/">www.joepulizzi.com</a>), autor do livro <em>Get Content</em>, <em>Get Customers</em> (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o <em>content marketing</em> ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.</p>
<p>Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.</p>
<p>Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. Tenha uma mensagem principal: </strong>O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.</p>
<p><strong>2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa</strong>: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você.</p>
<p><strong>3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial</strong>: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (<a href="http://www.idgnow.uol.com.br/">www.idgnow.uol.com.br</a>), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.</p>
<p><strong>4. “Espalhe” conteúdo pela internet: </strong>Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (<a href="http://www.tecnisa.com.br/">www.tecnisa.com.br</a>), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais. <strong></strong></p>
<p><strong>5. Incentive o compartilhamento e a participação</strong>: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Silvio Tanabe (</em><a href="mailto:silvio.sp@magoweb.com.br"><em>silvio.sp@magoweb.com.br</em></a><em>) é consultor de marketing digital da Magoweb, autor do blog Clínica Marketing Digital (</em><a href="http://www.magoweb.com/clinicadigital"><em>www.magoweb.com/clinicadigital</em></a><em>) e um dos autores do e-book Caia na Rede – 12 Maneiras de Planejar e Fazer Sucesso nas Redes Sociais  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Novo endereço da Magoweb em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Magoweb]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A Magoweb, responsável pela edição do blog Clínica Marketing Digital, está ampliando sua equipe de atendimento em São Paulo. Por isso estamos de endereço novo: Av. Denne, 163, sala 17 &#8211; São Paulo. Tel: 4146-2900. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A Magoweb, responsável pela edição do blog Clínica Marketing Digital, está ampliando sua equipe de atendimento em São Paulo. Por isso estamos de endereço novo: Av. Denne, 163, sala 17 &#8211; São Paulo. Tel: 4146-2900.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Redes sociais e e-mail viciam mais do que álcool e cigarros</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 23:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Twittar ou checar os e-mails pode ser mais viciante do que cigarros e álcool, de acordo com pesquisadores que estudaram o controle dos desejos. E eles ainda descobriram que apesar do sono e do sexo serem necessidades maiores, as pessoas tendem a deixar isso de lado para entrar nas redes sociais ou outras mídias. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Twittar ou checar os e-mails pode ser mais viciante do que cigarros e álcool, de acordo com pesquisadores que estudaram o controle dos desejos.</p>
<p>E eles ainda descobriram que apesar do sono e do sexo serem necessidades maiores, as pessoas tendem a deixar isso de lado para entrar nas redes sociais ou outras mídias.</p>
<p>Uma equipe liderada por Wilhelm Hofmann, da Universidade de Chicago, afirma que seu experimento, que usou BlackBerrys para entender o comportamento de 205 pessoas com 18 a 85 anos, é o primeiro a monitorar as repostas “em campo”, fora do laboratório.<span id="more-4739"></span></p>
<p>Os participantes recebiam uma mensagem sete vezes ao dia, em um período de 14 horas e por sete dias consecutivos, para que respondessem se estavam sentindo algum desejo na hora ou nos últimos 30 minutos, de que tipo era, a força (até irresistível), se entrava em conflito com outros desejos, e se eles resistiram ou não. No fim, os pesquisadores receberam 10.558 respostas e 7.827 “episódios de desejo” confirmados.</p>
<p>“A vida moderna é um conjunto de desejos marcados por conflito e resistência constantes”, afirma Hofmann. Sono e lazer foram os desejos mais problemáticos, sugerindo uma “permanente tensão entre as inclinações naturais para o descanso e o relaxamento e a quantidade de trabalho e obrigações”.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que conforme o dia passava, o poder de escolha diminuía. “Resistir ao desejo de trabalhar era quase certo de falhar. Em contraste, as pessoas conseguiam com relativo sucesso resistir às inclinações para atividade física, sexo e gasto de dinheiro, o que é surpreendente já que a cultura moderna parece falhar no controle sexual e na vontade de consumir”.</p>
<p>O estudo ainda consta que o desejo para tabaco, álcool e café foi relativamente baixo, desafiando aparentemente o “estereótipo de vícios que temos”.</p>
<p>Eles adicionam: “Resistir ao desejo de trabalhar quando ele entra em conflito com outros objetivos, como socializar ou relaxar, pode ser difícil porque o trabalho define a identidade das pessoas, dita muitos aspectos da vida, e invoca penalidades quando alguns deveres não são feitos”.</p>
<p>“Desejos por mídias podem ser comparativamente difíceis de resistir por causa de sua grande difusão, e porque parece não ‘custar muito’ para fazer essas atividades, mesmo que a pessoa queira resistir”, comenta Hofmann.</p>
<p>Com cigarros e álcool existem mais custos – de longo termo e monetários – e a oportunidade pode não ser sempre a certa. “Então, mesmo que as mídias tragam menos consequências, o uso frequente pode ‘roubar’ muito tempo de alguém”, explica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hypescience.com/redes-sociais-e-e-mail-viciam-mais-do-que-alcool-e-cigarros/">Hypescience</a></p>
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		<title>As novas tecnologias para o e-commerce</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-Commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o consumidor finaliza a compra de um produto por meio de uma loja virtual, nem imagina a quantidade de processos e tecnologias pelas quais passou para realizar a transação. Tanto antes quanto depois, na hora da entrega, há uma grande quantidade de ferramentas, funcionários, atividades e técnicas com as quais o varejista pode contar para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span>Quando o consumidor finaliza a compra de um produto por meio de uma loja virtual, nem imagina a quantidade de processos e tecnologias pelas quais passou para realizar a transação. Tanto antes quanto depois, na hora da entrega, há uma grande quantidade de ferramentas, funcionários, atividades e técnicas com as quais o varejista pode contar para proporcionar a melhor experiência ao usuário e maior retorno financeiro.</span></p>
<p>Mas há ainda bastante espaço para aprimoramento. Ao menos segundo Norberto Torres, sócio-diretor da Uniconsult Sistemas, veremos em 2012 ainda mais evoluções tecnológicas no e-commerce. Durante o processo de pré-compra, isto é, antes de efetuar a transação pelo produto, há já uma série de &#8220;robôs&#8221; coletando informações e monitorando a navegação do consumidor.</p>
<p>&#8220;Tem muitas empresas fazendo coisas novas e desenvolvendo esses robôs&#8221;, conta o executivo, apesar de reconhecer as implicações na questão de privacidade para o usuário. De qualquer forma, isso possibilita a oferta personalizada de produtos e promoções. &#8220;Essa inteligência está sendo aperfeiçoada. Gerenciamento de catálogos é uma das coisas para dar sentido e acumular informações sobre os clientes e estabelecer relações entre produtos, o que há pouco tempo não se fazia&#8221;, explica o diretor da Uniconsult, afirmando hoje existirem tecnologias mais complexas em desenvolvimento na área.</p>
<p>De acordo com Torres, depois de efetuada a compra, há um processo de programação para e-commerce ainda &#8220;tradicional&#8221;. &#8220;Hoje, existe toda uma base para construir processos baseados especificamente nisso, tornando tudo flexível e mais fácil de entender e cobrir os gargalos&#8221;, afirma. Isso já existe, mas orientado a serviços para o varejo eletrônico, segundo ele, ainda é algo inédito no Brasil, com a Uniconsult como pioneira.</p>
<p>Ponto importante também é a automação, algo em fase de consolidação em 2012 no setor varejista brasileiro, segundo o executivo. Isso permite uma integração entre sistemas para realizar uma experiência de compra ágil e eficaz, mas ainda depende de um bom funcionamento da parte da entrega da mercadoria. &#8220;A logística melhorou um pouco de 2010 para cá, as empresas não deixam mais entrarem pedidos além da capacidade delas&#8221;, diz.</p>
<p>Para ele, a integração permite saber melhor quando há problemas. &#8220;Essa tecnologia de orientação de processos tem embutida um controle maior &#8211; se eu já tenho muitos pedidos, ela identifica a situação sem ser preciso um segundo software customizado para isso&#8221;, explica Norberto Torres.</p>
<p><strong>Novas modalidades</strong></p>
<p>Há também uma tendência capaz de ganhar força em 2012 no varejo eletrônico: o F2C, sigla em inglês para &#8220;Fabricante ao Consumidor&#8221;. Com as facilidades dos avanços tecnológicos atuais, fica mais fácil as próprias indústrias, como Dell e Apple, por exemplo, venderem diretamente ao usuário seus produtos.</p>
<p>Atrelado a isso, há o conceito de HUB de varejo, no qual um operador atua como intermediário, mas não como vendedor, com acesso a sistemas logísticos e gerenciadores de catálogos.</p>
<p>De qualquer forma, a grande bola da vez parece mesmo ser as plataformas móveis. &#8220;No Brasil há uma boa chance de prosperar por conta da disseminação de celulares comuns e smartphones&#8221;, afirma Torres. Quanto mais recursos e maior for a tela para a interface, maiores são as chances de atrair o consumidor. Somado a isso, com a Lei do Bem beneficiando tablets e, talvez, até mesmo os telefones inteligentes, o acesso à web por meio desses aparelhos deverá crescer ainda mais no País.</p>
<p><strong>Mercado</strong></p>
<p>Mas nada disso irá adiantar na loja virtual se não houver um cuidado com o chamado &#8220;damage control&#8221; para preservar a marca. &#8220;A melhor coisa que a empresa faz é aceitar os comentários negativos e responder a isso&#8221;, diz o sócio-diretor da Uniconsult. Para tanto, há recursos tecnológicos para filtrar o conteúdo de maneira a melhor estabelecer um monitoramento em redes sociais, blogs ou sites de reclamações de consumidores.</p>
<p>Mas Torres alerta para a necessidade de não só tomar conhecimento e entender o apelo do cliente, mas também não deixá-lo sem resposta. &#8220;Tem de usar bons recursos para ver o que está acontecendo, ter a capacidade de agir rápido e responder de forma adequada.&#8221;</p>
<p>Com isso, espera-se um crescimento significativo do e-commerce no Brasil. Para Norberto Torres, há uma prática de utilizar o passado para prever o futuro do mercado, algo, de fato, vantajoso para o varejo tradicional. No entanto, para o virtual, o crescimento histórico não representa, necessariamente, o futuro.</p>
<p>&#8220;Existem referenciais apontando o e-commerce como 1% do comércio total, com o varejo crescendo cerca de 5% ao ano no total. Se pensasse dessa forma, acreditaria em um crescimento idêntico&#8221;, explica. &#8220;Basta haver uma reestruturação do mercado e, mesmo com uma taxa baixa de crescimento do comércio tradicional, o digital pode ter projeções ainda muito grandes&#8221;, completa. &#8220;É inútil pensar assim&#8221;, determina.</p>
<p>Fonte:</p>
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		<title>Métricas de redes sociais conquistam empresários</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em relação ao ano passado.</p>
<p>Essas métricas variam de acordo com a rede social usada e o que a empresa pretende avaliar.</p>
<p>Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência de marketing especializada em ações de performance, conta que a métrica mais comum do Twitter, por exemplo, é o levantamento do número de menções com o auxílio de ferramentas de monitoramento.<span id="more-4734"></span></p>
<p>Isto pode ser feito antes mesmo da empresa ter um perfil na rede social. &#8221;Essa é a primeira coisa a fazer para saber qual o status da discussão que a marca tem nas redes sociais e identificar possíveis ameaças&#8221;, explica Bacchin.</p>
<p>De acordo com ele, essa sondagem permite até saber quais prejuízos uma empresa pode ter se demorar em responder alguma solicitação ou reclamação feita via rede social.</p>
<p>Após o estabelecimento da marca na rede social, Bacchin explica que a próxima etapa engloba a mensuração da quantidade de pessoas que efetivamente tem relação com a marca. No Twitter, essa medida se dá pelo número de seguidores, e no Facebook, pela quantidade de fãs que a página da empresa possui.</p>
<p>&#8220;Isso não significa que elas estão interagindo e nem qual o nível de engajamento. Não adianta ter 50 mil fãs e quase ninguém interagindo&#8221;, pondera Bacchin.</p>
<p>Quando há interação, o cálculo para diagnosticar o número de pessoas que estão postando coisas positivas sobre a empresa também não é simplista.</p>
<p>&#8220;O ideal é tentar identificar o segmento e comparar com os similares. Existem empresas com mais de um milhão de fãs no Facebook com pouca interação e outras que fazem um trabalho enorme com seus dois mil fãs&#8221;, afirma.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/metricas-de-redes-sociais-conquistam-empresarios_112363.html">Brasil Econômico</a></p>
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		<title>Acesso a redes sociais já supera ferramentas de busca</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Tanabe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de busca]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre todos os acessos à internet no Brasil feitos em dezembro do ano passado, as redes sociais e fóruns de discussão foram responsáveis por 19,38% das visitas, segundo levantamento da Experian Hitwise. O número foi superior, inclusive, aos acessos a ferramentas de buscas, que ficaram em segundo, com 13,87% do total de conexões. A consultoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre todos os acessos à internet no Brasil feitos em dezembro do ano passado, as redes sociais e fóruns de discussão foram responsáveis por 19,38% das visitas, segundo levantamento da Experian Hitwise. O número foi superior, inclusive, aos acessos a ferramentas de buscas, que ficaram em segundo, com 13,87% do total de conexões. A consultoria ressalta, o poder dos sites de relacionamento no Brasil, que continuam crescendo rapidamente.<span id="more-4732"></span></p>
<p>Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, quando as redes sociais ocupavam a vice-liderança, atrás dos mecanismos de buscas, houve uma mudança significativa dentre a distribuição do tráfego, que permaneceu relativamente estável nas outras subdivisões. Os dois segmentos fazem parte da categoria internet e computadores, com 49,62% das visitas online no último mês do ano passado. Bem atrás das redes sociais estão sites relacionados a entretenimento, com 11,86% de market share. Plataformas online de e-mail apareceram na quarta posição, com 6,75% dos acessos, seguidos pelas páginas iniciais de portais (5,51%).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tiinside.com.br/30/01/2012/acesso-a-redes-sociais-e-superior-a-ferramentas-de-buscas-no-brasil/ti/260073/news.aspx">TI Inside</a></p>
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