Com o tema “Mídias Sociais: o começo ou o fim da mídia?”, o evento reuniu, além de Dib, Cris Rother, Diretora Executiva do Ibope Nielsen Online; Brenda Fucuta, Diretora do Núcleo de Comportamento Feminino da Editora Abril; Felipe Santos, Diretor de Mídia Digital da agência Africa e Membro da Divisão de Comunicação do Grupo de Mídia; e o consultor Maurício Tortosa.
Os palestrantes concordaram que as mídias sociais não vão trazer o fim dos meios antigos, mas uma mudança. “A mídia não vai acabar, mas vai mudar. Essa relação agora é uma via de mão dupla. Eu tenho a opção de não ouvir, mas os outros estarão ouvindo. Se eu me fizer de surdo, isso vai afetar a minha imagem”, disse Dib.
A maneira como a marca deve se apresentar nas redes sociais ainda é um mistério. Os anunciantes e as agências devem estar atentos para que o uso das novas mídias não seja feita de forma errada e acabe sendo prejudicial. “Se não é uma love brand, existe rejeição da presença da marca nas redes sociais”, disse Santos.
Um bom exemplo do que pode ser feito é o uso dessas redes sociais pela revista Capricho. “A Capricho enxerga a multiplataforma como um sistema no qual cada plataforma reforça a outra. A revista mantém a mesma circulação que a dos anos 90 com o auxílio dessas plataformas que em tese seriam nossas concorrentes”, falou Brenda.
Fonte: PropMark

29th julho, 2010
Silvio Tanabe
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