Google adiciona alerta sobre sites hackeados na página de resultados

Já faz algum tempo que o Google avisa quando uma página pode conter conteúdo malicioso. A gigante da web fez isso para proteger os usuários que clicam nos sites que aparecem nas páginas de resultado e não rodam um anti-vírus, por exemplo. Ao cair numa página dessas, o navegante tem a escolha de continuar por sua própria conta e risco ou voltar atrás e tentar achar o que procura num site mais seguro.

Na semana passada esse programa que avisa de conteúdo malicioso recebeu uma atualização. Agora é possível ver quando o site está infectado antes mesmo de clicar no seu link. A mensagem “This site may be compromised” (Esse site pode estar comprometido, em tradução livre) será exibida quando o Google suspeitar que a determinada página pode trazer problemas para o computador se for aberta. Se mesmo assim o usuário clicar no link, a tela padrão de aviso é exibida. Continue lendo »

Facebook e Magazine Luiza apostam na rede social para promover vendas

Para o vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen, nós já chegamos à terceira fase da Internet. Se na primeira tínhamos de buscar exaustivamente as informações que precisávamos e, na segunda, estas praticamente nos eram entregues graças aos mecanismos de busca e seus algoritmos, agora a web passou a ser social. Confiamos, afinal, mais nas pessoas do que em estatísticas.

“Queremos que as pessoas mantenham na Internet o comportamento social que têm na vida real”, disse na última quinta-feira (29/09), durante o Digital Age  – evento de marketing digital, promovido pela Now!Digital Business. “Quando precisava de uma indicação de restaurante, filme, mecânico, o que eu fazia? Ligava para um amigo – em quem eu confiava – e pedia uma dica. A diferença é que passamos a usar a rede para isso”. Continue lendo »

Uso de mídias sociais é visto como ameaça por empresas

Estudo realizado pela Websense revela que a maioria das empresas no Brasil concorda que o uso de mídias sociais no trabalho é importante para se atingir os objetivos de negócio, mas, por outro lado, 67% delas afirmam que a liberação desses canais aos funcionários representa uma grande ameaça à organização.

A preocupação talvez se justifique porque apenas 21% das organizações disseram dispor de controles necessários para eliminar ou reduzir os riscos potenciais das redes sociais. O relatório revela que 37% das companhias não têm políticas sobre o uso adequado de mídias sociais no local de trabalho. E mesmo entre aquelas que adotaram uma política , apenas 37% disseram que a política é colocada em prática. Continue lendo »

Mais de 40% das pessoas entre 16 e 34 anos usam redes sociais enquanto veem TV

Os espectadores têm usado celulares, tablets e computadores e acessado as redes sociais, como Facebook e Twitter, enquanto assistem à TV. Uma pesquisa da TV Genius, da Red Bee Media, mostrou que 47% das pessoas entre 16 e 34 anos usam regularmente redes sociais enquanto assistem a TV. A informação foi apresentada por Tom Weiss, gerente geral da TV Genius, nesta terça-feira, 4, durante o Mipcom 2011.

A empresa monitora atividade relativa à TV em diferentes países. “Vimos que há tráfego de informações sobre TV fora dos horários em que os programas estão na grade, o que significa que as pessoas estão vendo ‘catch up’ TV, DVR, entre outros”, diz Weiss. Continue lendo »

Claro lidera ranking das marcas nas redes sociais

A Claro é a marca que tem mais audiência nas redes sociais, segundo um estudo do IndexSocial.

A companhia foi responsável pela maior audiência no mês de setembro, seguida do Guaraná Antarctica, L´Oreal e Smirnoff Brasil, que recentemente bateram ao menos 1 milhão de fãs no Facebook cada uma.

Para medir a audiência, os responsáveis pelo estudo utilizaram um robô que verificou a presença online das empresas diariamente no Facebook,  Twitter e Youtube. A liderança para a Claro, no entanto, não é uma novidade. Em agosto a operadora ocupou a mesma posição, de acordo com o estudo.

Em engajamento, porém, o topo do ranking foi abocanhado pela Brahma Futebol Rio, entidade que concentra os quatro perfis da Brahma associados a Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo. O perfil está à frente das marcas H2OH Brasil, Sonho de Valsa, Nokia Brasil e Devassa. Entende-se por engajamento os comentários e o “curtir” do Facebook e retuítes e menções no Twitter que incluam o perfil da empresa com o famoso @. O Youtube não foi considerado para medir engajamento.

O IndexSocial, criado pela agência Espalhe Marketing de Guerrilha, segue a lógica dos índices das bolsas de valores, que elencam as ações mais negociadas. Foram monitoradas cerca de 300 marcas e levou-se em conta as que detêm 80% de audiência nas três plataformas a cada dia.

A tendência é de que as pessoas se associem mais às empresas nas redes sociais. Em abril, 177 marcas no Brasil se conectavam com 7,9 milhões de pessoas. Em setembro, já são mais de 300 marcas conectadas com 22 milhões de pessoas no Facebook, Twitter e Youtube.

Veja o ranking completo com a variação de audiência


 

Compare a pontuação das empresas em agosto e setembro

Fonte: Época Negócios

Profissional com mais de 30 usa pouco rede social para trabalho

O percentual de profissionais com mais de 30 anos que têm um perfil pessoal nas principais redes sociais da internet disponível para consulta é baixo. Segundo um levantamento da Vagas Tecnologia, esses trabalhadores ainda não aderiram às redes sociais como estratégia de busca de emprego.De acordo com o levantamento, apenas 8% dos profissionais pesquisados, com idade entre 30 e 34 anos, contam com um perfil no Facebook para consulta em um eventual processo de seleção. No Twitter, o índice é de 9% e, no Linkedin, 11%.

Entre os profissionais com 35 anos ou mais, os percentuais são mais baixos: 4% para Twitter e Facebook e 5% para Linkedin. O levantamento foi feito com 54.180 currículos cadastrados no site da empresa. A faixa etária que mais usa o Facebook e o Twitter é dos profissionais com até 24 anos. Cerca de 44% deste universo tem perfil no Twitter e 43% no Facebook.

A presença no Linkedin cai um pouco (25%), mas ainda é maior que a marca alcançada pelos profissionais com mais de 30 anos. Os candidatos de 25 a 29 anos também são ativos nas redes sociais: 54% deles têm perfil no Linkedin, 41% estão no Facebook e 40% têm um perfil no Twitter.O grau de escolaridade também influencia na aderência às diferentes redes sociais. Dos currículos analisados que dispõem de perfil no Linkedin, 40% são de profissionais com curso superior completo. Continue lendo »

Série de eventos mostra tendências do marketing digital no Brasil e no mundo

Digital Age 2.0, HSM, Facebook Brasil foram alguns dos eventos que fizeram de setembro (e o comecinho de outubro) foi o mês do marketing digital no país. Veja algumas das principais tendências apresentadas pelos especialistas nacionais e internacionais, entre eles Philip Kotler e Charlene Li.

VideoChat com Philip Kotler no Brasil

Charlene Li: Novos Facebooks e Googles surgirão e redes sociais podem perder efetividade

5% do bolo publicitário para a internet é muito pouco

Presidente do Facebook no Brasil fala sobre próximos passos no Brasil

Em quatro meses, tráfego em mobile aumentou 60% no Brasil

Marketing de buscas ainda vale, mas só com ações inteligentes

Em vez de comunicação, a hora é de pensar em fluxos de redes


 

http://www.magoweb.com/clinicadigital/2011/10/05/redes-sociais-podem-perder-efetividade-para-os-negocios-defende-especialista/

Redes sociais podem perder efetividade para os negócios, defende especialista

Autora do livro Groundswell (no Brasil Fenômenos Sociais nos Negócios), Charlene Li é considerada a referência quando o assunto é integrar empresas no mundo das redes sociais. Veja a recente entrevista concedida ao Mundo do Marketing em que aborda as tendências para os próximos anos. Continue lendo »

e-Commerce: Consumidor que usa tablet tende a gastar mais

Os varejistas de e-commerce norte-americanos estão começando a explorar uma característica interessante que descobriram entre as pessoas que visitam seus sites com tablets: elas são muito mais propensas a fazer compras que outros consumidores on-line.

Os usuários de tablets ainda respondem por uma pequena porcentagem do comércio eletrônico geral, mas eles estão comprando mais que os outros nos Estados Unidos. Enquanto a taxa de conversão – o número de pedidos dividido pelo total de visitas – é de 3% para as pessoas que usam computadores tradicionais, ela chega a 4% ou 5% para quem usa tablets, diz Sucharita Mulpuru, analista da Forrester Research. Continue lendo »

Pesquisa desvenda hábitos de compra on-line da mulher brasileira

Uma pesquisa encomendada pelo portal M de Mulher, da editora Abril, e conduzida pela ComScore e o Movimento Habla, traz uma resposta ampla sobre o comportamento feminino na internet. Tudo aquilo que os empreendedores virtuais sempre quiseram saber para conduzir suas ações de marketing digital e também para posicionar no mercado a loja virtual. Continue lendo »

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