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Artigo | Os três grandes mitos do marketing digital

Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.

De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Artigo: Como fazer monitoramento de redes sociais

Na internet, tudo pode ser detalhadamente medido, dando uma precisão e controle muito maior sobre a campanha.

Mesmo assim, a maioria dos profissionais (cerca de 80%) que trabalham com mídias sociais, não realiza esse monitoramento.

Penso eu, em minha humilde opinião, que esse problema ocorre devido às campanhas em mídias sociais serem mantidas por agências de publicidade convencionais, onde estatística e análise baseadas em modelos matemáticos não são muito bem vindos (e não adianta falar que são, porque não são).

Artigo | Seis formas infalíveis de fracassar nas redes sociais

Pesquisa recente do Ibope Media apontou que 87% dos internautas brasileiros estão presentes nas redes sociais e que, deste total, 60% aprovam que empresas divulguem seus produtos e serviços. Já uma pesquisa internacional realizada pelo Altmer Group para a revista Business Week destacou que empresas atuantes nas redes sociais tiveram crescimento em até 18% do seu faturamento. Não é à toa, portanto, que as redes sociais sejam o tema do momento e todo mundo queira participar e garantir o seu espaço de alguma forma.

O problema é quando as empresas se lançam nesse novo ambiente sem se preparar adequadamente, correndo o risco de gerar efeito contrário ao que esperavam: antipatia, reclamações e rejeição aos seus produtos. E isso é muito mais fácil de ocorrer do que se imagina.

Marketing Digital | Não se mede o valor de um relacionamento só com números

O “mercado” de internet vive de estatísticas. Semanalmente um instituto, empresa ou agência divulga um estudo relacionado a algum fenômeno da web. Dessa forma tomamos conhecimento, por exemplo, que 33% das mulheres da chamada classe média digital no Brasil, Argentina e México, prefere a internet à TV (Razorfish/Terra); que 60% dos internautas aprovam o uso das redes sociais como forma de promoção e divulgação de produtos (Ibope Nielsen Online); ou que o Facebook cresceu 102% no Brasil entre setembro de 2009 e maio de 2010 (Ibope).

As próprias plataformas da internet são fartas em fornecer números. Uma simples pesquisa do Google já mostra o número de referências de uma determinada palavra na web (marketing digital, por exemplo, possui 145.000.000 de resultados); o Google Analytics fornece inúmeras estatísticas sobre as visitas no seu site, o Linked In destaca quantas conexões você tem no mercado profissional; no Facebook você pode contar o número de amigos e, no Twitter, o de seguidores.

Artigo | Sites de compras coletivas: oportunidade ou cilada para as PMEs

Como consultor de marketing digital, tenho recebido muitos questionamentos de empresários de pequenas e médias empresas interessados em investir nos sites de compras coletivas. Seduzidos pela rápida expansão desse segmento (que teve aumento de 231% de setembro a novembro, de acordo com o Ibope Nielsen Online), perguntam se vale à pena investir, se são apenas moda ou vieram para ficar e se vão ter sucesso.

Em vez de me arriscar a fazer previsões, prefiro analisar exemplos do passado e aproveitar as lições que nos deixaram.

Um dos ancestrais dos sites de compras coletivas surgiu nos anos 80 e fez muito sucesso na TV em São Paulo. O programa era o Shop Tour (que ainda existe, comentaremos mais adiante) e se tornou rapidamente um fenômeno pelos super-descontos oferecidos, da mesma forma que os atuais sites de compras coletivas.

Marketing Digital | Quatro erros comuns em e-mail marketing

Todos cometemos erros, isso faz parte da falibilidade da natureza humana. Veja abaixo alguns erros comuns que podem comprometer sua estratégia de email marketing e marketing digital.

Artigo | Utilize o e-mail marketing para aumentar suas vendas nesse Natal

Uma das melhores ferramentas de marketing digital ainda é o e-mail marketing, é o que aponta um estudo da Econsultancy, que constatou que a maioria dos consumidores prefere receber notificações de publicidade e ofertas especiais por e-mail. O estudo, intitulado “How We Shop in 2010″, ouviu 1,4 mil pessoas nos Estados Unidos e constatou que 42% delas disseram preferir um e-mail, enquanto 33% optariam por uma ligação. Outro dado do estudo que chama a atenção, é que 36% dos entrevistados disseram que já realizaram compras on-line a partir de um e-mail marketing.

Artigo | Como aumentar resultados com e-mail marketing em até 1000%

Mas há uma forma mais eficiente de se fazer e-mail marketing. Campanhas capazes de gerar retorno de 5% a 10%, ou seja, de 500 a 1000 vezes superiores à média. Atingir esses patamares é plenamente viável para qualquer empresa, mas exige alguns pré-requisitos. Seguem abaixo os principais:

Marketing Digital | 4 Papéis da comunicação nas mídias sociais

As mídias sociais são um fenômeno consolidado no Brasil e no mundo, e aos poucos as empresas estão se adaptando a esta realidade. Neste processo os executivos se dividem, entre os ansiosos, que acham que a empresa já devia ter feito seu perfil no Twitter e os conservadores, que acreditam que as mídias sociais são arriscadas, sem controle, e, portanto preferem ficar de fora.

Entre os dois grupos, a empresa deve compreender uma realidade incômoda: não é a empresa quem decide se vai ou não estar nas mídias sociais, são seus consumidores que decidem se vão usá-las para falar da empresa e de seus produtos. Assim, só cabe a empresa controlar o ímpeto dos ansiosos, e sair do imobilismo dos conservadores, se concentrando em planejar a comunicação empresarial nas mídias sociais. Para isso, é importante primeiro entender as mídias sociais, e um fenômeno que está associado a elas: a mudança da atenção do consumidor.

Marketing Digital | Mídias sociais no B2B

As empresas que tem o foco no consumidor final, as chamadas B2C – Business to Consumer, parecem já ter encontrado o seu caminho na implantação de estratégias bem sucedidas no uso das mídias sociais. Apesar dos percalços comuns, típicos dos desbravadores, exemplos de bons casos emergem todos os dias. Entretanto, o que vem acontecendo com [...]

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