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Pesquisa Abril revela que jovens demonstram pouco interesse por promoções em redes sociais

Um total de 65% dos jovens afirma não serem impactados por ações de Marketing e Publicidade em redes sociais. A informação é da pesquisa “Redes Sociais”, do Núcleo Jovem da Editora Abril, responsável pelas revistas Capricho, Superinteressante, Guia do Estudante e Mundo Estranho.

O levantamento estudou o comportamento dos usuários em duas categorias, nas faixas etárias de 15 a 18 anos e 19 e 24 anos. Apenas 12% do grupo mais novo é impactado por banners nestes canais, e entre os mais velhos, só 16% dão atenção a esse tipo de comunicação.

Pesquisa: perfil dos maiores de 16 anos não mudou mas o acesso móvel dobrou

A oitava edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca com o apoio operacional do Datafolha, constatou que 47% dos brasileiros com mais de 16 anos têm o costume de acessar a internet, mesmo percentual de março de 2008.

No mesmo período, porém, a posse de banda larga em casa saltou de 12% para 29% da população, o que indica melhoria na qualidade da navegação entre aqueles que já se conectavam à rede. Pela primeira vez o acesso em casa passou a ser tão relevante quanto em lan houses. Além disso, a parcela daqueles que frequentam a internet diariamente subiu desde então de 32% para 44% dos internautas.

Nova classe média movimenta R$ 273 bilhões na internet por ano

A classe ‘C’ não é exceção, não é um nicho de mercado, é a realidade brasileira. A opinião é do sócio-diretor de A Ponte Estratégia, André Torreta, que, a convite da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), se reuniu ontem (25), com especialistas do setor de tecnologia para debater sobre “A Classe Média na Internet”. “A novidade não está na chegada da Classe C no varejo digital, mas na força com que eles chegaram a esse mercado”, afirma o presidente do Conselho de Tecnologia da Informação e Comunicação da Fecomercio, Renato Opice Blum. “O faturamento do e-commerce já é maior do que a soma de todos os shoppings de São Paulo”, Blum contextualiza com dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (e-PCCV), realizada pela Fecomercio em parceria com a e-Bit.

Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisa Data Popular, avalia que “a internet radicalizou o poder de escolha e de comparação de preços e produtos que o controle da inflação concedeu há 15 anos”. Segundo ele, houve uma democratização da informação e, com ela, do poder de compra. “Há quatro anos, as pessoas se perguntavam se a classe ‘C’ estava na internet. Hoje, é impossível fazer qualquer plano de comércio sem considerar esta classe”.

Redes sociais influenciam 44% das empresas brasileiras a desclassificar candidatos

As redes sociais passam a exercer um papel decisivo também nos processos seletivos de empresas. É o que afirma a Pesquisa Internacional de Mercado de Trabalho realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com 2.525 executivos das áreas de finanças e de recursos humanos de 10 países. Para 44% dos brasileiros entrevistados, aspectos negativos encontrados em redes como Facebook, Twitter e Orkut seriam suficientes para desclassificar um candidato no processo de seleção. “A principal preocupação dessas empresas é constatar que o perfil nesses meios é muito diferente do que foi descrito no currículo”, afirma Ricardo Bevilacqua, diretor da Robert Half para a América Latina. Apenas 17% afirmam não se deixar influenciar pelas redes sociais, enquanto os 39% restantes dizem que fariam uma entrevista antes de tomar a decisão final.

Os executivos brasileiros também afirmaram que utilizam a rede LinkedIn para verificar a veracidade das referências apresentadas nos currículos dos candidatos a uma vaga de emprego. 46% deles fazem isso sempre, enquanto 43% fazem essa verificação apenas com os candidatos que já foram entrevistados. Mas como discernir que aspectos da rede fazem parte apenas da vida pessoal da pessoa? “ Quem contrata sempre busca aspectos profissionais na hora de descartar o candidato; as questões pessoais são analisadas em outro nível, como, por exemplo, saber se o candidato faz algum tipo de trabalho voluntário, o que com certeza conta como um ponto positivo”, afirma Bevilacqua. “Os temas que mais causam desclassificação são relacionados a sexo e a qualquer tipo de discriminação.”

Pesquisa revela interesses de consumo dos jovens de 14 a 18 anos

Batizada de geração Z ou pós-Y (referências à geração Y, hoje na casa dos 20 e poucos anos), essa turma tem sido levada cada vez mais a sério pelos profissionais de marketing. “São jovens com melhor acesso a ferramentas de poder, como o estudo, mas que não vão à faculdade só pelo status. Eles buscam liberdade para decidir o futuro”, diz Laura Kroeff, da agência Box1824. “Na classe C, 68% estudaram mais que seus pais”, emenda Renato Meirelles, da Data Popular. Exigentes, informados e céticos, os adultos de amanhã não serão facilmente convencidos. “Para conquistar sua confiança, as empresas terão de ser transparentes e alinhadas aos seus valores”, avalia Marcos Calliari, da Agência Namosca. Veja abaixo seis lições para entender e falar a língua da geração Z.

O que é tendência no Marketing Digital

A segmentação do e-mail Marketing e as oportunidades para as empresas em sites de busca são alguns dos destaques quando o assunto é Marketing Digital. A importância das redes sociais também é cada vez maior no processo de estreitamento de laços entre consumidores e marcas, principalmente na aplicação do Social Commerce.

O conceito chegou recentemente ao Brasil e ainda é pouco explorado pelas empresas mas vem crescendo, devido ao boom da mídia social nos últimos anos. Umas das primeiras companhias a utilizar a ferramenta foi o Yahoo!, em 2005, quando permitia que os usuários recomendassem produtos na web, um dos primeiros passos do Social Commerce, que hoje começa a amadurecer e se ampliar.

Pesquisa revela que brasileiro prefere usar redes sociais como e-mail

Enquanto as marcas estão empenhadas para se incluírem entre os assuntos discutidos por meio das redes sociais, parece que as pessoas estão deixando de dar atenção ao conteúdo que circula por esse tipo de site.

A constatação veio da oitava edição da F/Radar, pesquisa semestral realizada pela agência F/Nazca com apoio operacional do Datafolha. Desde 2007, a parceria resulta em levantamentos que apontam os caminhos da internet no Brasil.

Mídia digital deve receber 15% do bolo publicitário mundial em 2011

Quando se trata de entretenimento on-line, o vídeo é reconhecido como um formato poderoso de comunicação e pode proporcionar uma experiência online melhorada, com a publicidade se tornando a principal fonte de receitas para os prestadores deste tipo de entretenimento. Cerca de 15% das despesas publicitárias em todo o mundo estarão voltados canais de mídia digital em 2011, aponta estudo da BuddeComm.

A crise econômica impactou o crescimento das despesas publicitárias em geral, mas há sinais de recuperação em 2011, com a publicidade online crescendo e a propaganda em TV mantendo sua popularidade.

Pesquisa: Dados corporativos desatualizados incomodam nas redes sociais

O estudo “Empresas e Consumidores nas Mídias Sociais – 2011”, divulgado hoje pela agência de comunicação integrada The Jeffrey Group, revela que 94% dos usuários utilizam canais das mídias sociais da web para expor sua opinião sobre empresas, marcas, produtos e serviços e 77% seguem perfis ou páginas de empresas em redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter.

Foram ouvidos 397 usuários da internet e das mídias sociais durante a quarta edição da Campus Party Brasil, em janeiro deste ano. A amostra é formada pelos chamados “campuseiros”, jovens usuários intensivos da internet e das mídias sociais, adeptos das novidades da tecnologia e da web e influenciadores do comportamento dos demais usuários na web. Cerca de 60% dos entrevistados têm entre 19 e 25 anos. Só 4% têm mais de 35 anos e 77% possuem nível superior, incluindo 9% de pós-graduados. Estão empregados 71% e 41% conciliam estudos e atividades profissionais.

Pesquisa revela que 90% da geração Y seguem marcas pela internet

Já faz um tempo que a geração Y – jovens nascidos na década de 1980, com afinidades em tecnologia, internet, bem-informados e outros atributos relacionados à nossa contemporaneidade – vem ditando as regras das estratégias de boa parte das empresas. Seja porque esse grupo é uma grande parcela do poder consumidor atual, seja porque muitos dos seus membros são a força motriz dessas companhias.

Outra coisa que não para de surgir de tempos em tempos são pesquisas tentando mapear o que esses jovens hiper-conectados pensam. Algo que foi descoberto com esse interesse em dissecar a geração Y foi que ela é muito ligada a marcas. A L2 Think Tank, organização que fomenta discussões sobre marketing, entrevistou 535 jovens desse grupo, com idade média de 27 anos e descobriu, por exemplo, que 90% dizem seguir alguma marca pela internet. Isso comprova mais ainda o poder de colocar sua empresa nas redes sociais.

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